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Objetivismo, intelectualismo e experiência do corpo próprio

Datos Bibliográficos

ID22012254
AutoresReinaldo Furlan (0000-0003-2117-3886, Universidade de São Paulo, autor de correspondencia)
Año2024
Volumen3
Número2
Páginas289-314
Fecha de publicación2024-05-17
Peer ReviewedSí
Open AccessSí
TipoARTICLE
RevistaNatureza Humana - Revista Internacional de Filosofia e Psicanálise (JOURNAL)
Identificadores de la revistaISSN: 2175-2834 • E-ISSN: 2175-2834
EditorialDWWeditorial (PUBLISHER)
DOI10.59539/2175-2834-v3n2-712
OpenAlexW2224691631
IdiomaPT

A experiência do corpo próprio desempenha, na filosofia de Merleau-Ponty, o papel de subversão das categorias da metafísica clássica entre sujeito e objeto. Mais especificamente, das antinomias cartesianas entre pensamento (res cogitans) e extensão (res extensa). Nesse sentido, existe-se como coisa ou como pensamento e, com isso, toda sorte de dicotomias herdadas dessa metafísica, sobretudo a grande dificuldade em articular o que é pura extensão, relações externas entre partes e processos objetivos do mundo físico, com a consciência, que é "inextensa", que parece não ocupar lugar algum, a despeito de sua articulação e dependência com os processos do mundo físico (o cérebro). O objetivo deste artigo é apresentar, da Fenomenologia da percepção, a análise de três exemplos nos quais Merleau-Ponty procura superar essas dicotomias, ultrapassando a concepção objetivista de corpo a partir da própria fisiologia. Palavras-chave : Merleau-Ponty; Fenomenologia; Corpo

Art · Education Pedagogy and Practices

Velocidad de citaciónhistorical
Altamente citadoNo
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