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Ação social no enfrentamento à catástrofe climática de maio de 2024 na Região Metropolitana de Porto Alegre

Construção do plano de contingência do Assentamento Filhos de Sepé para a resiliência socioambiental

Bibliographic Data

ID22014684
AuthorsCamila Traesel Schreiner (0000-0002-6514-983X, Universidade Federal do Rio Grande do Sul), Alice Audibert (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), Elisangela Telockenn (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), Jaime Roque Monteiro Carvalho (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), Isabel Cristina Monjelo Ribeiro Dalenogare (University Gama Filho), Janine de Almeida Engelmann (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), Letícia Rodrigues Nunes (0009-0007-5455-6812, Universidade Federal do Rio Grande do Sul), Carolina Silveira Costa (0000-0001-8579-2278, Universidade Federal do Rio Grande do Sul), Gabriela Coelho-De-Souza (0000-0002-7652-9475, Universidade Federal do Rio Grande do Sul)
Year2025
Volume16
Issue3
Pages54-91
Publication date2025-12-28
Peer ReviewedYes
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueSustainability in Debate (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 2177-7675 • E-ISSN: 2179-9067
PublisherEditora de Livros IABS (PUBLISHER)
DOI10.18472/sustdeb.v16n2.2025.58048
OpenAlexW7117538160
LanguagePT

Eventos climáticos extremos são decorrentes dos efeitos das mudanças climáticas, os quais vêm se tornando frequentes e severos, como aconteceu na Região Metropolitana de Porto Alegre (RMPA). Nesse território sociobiodiverso, territórios coletivos, como os assentamentos de reforma agrária, foram drasticamente impactados. Nesse contexto, objetiva-se analisar a ação social no processo de construção do plano de contingência do Assentamento Filhos de Sepé, considerando os impactos e estratégias adotados. A metodologia consistiu em trabalho de campo com sistematização e análise das etapas de construção participativa do plano de contingência. O assentamento mostrou sua capacidade responsiva e de solidariedade com os demais assentamentos e territórios, implementando estratégias de cozinhas solidárias, costura coletiva, brigadas de apoio, resgate animal e produção de mudas nativas. A organização social histórica, baseada na organização popular, permitiu a construção de um plano de contingência participativo como resposta da sociedade civil organizada, vindo a contribuir para a resiliência socioambiental dos territórios da RMPA

Social benefits · Social impact · Social mobilization · Environmental Sustainability and Education · Rural Development and Agriculture · Urban and sociocultural dynamics

Citation velocityhistorical
Highly citedNo
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