Hennenegildo José Bastos
Datos Biográficos
| ID | 1012172 |
|---|---|
| NOMBRE | Hennenegildo José Bastos |
| NOMBRES | Hennenegildo José |
| APELLIDO | Bastos |
| FIRMA | BASTOS H J |
| AFILIACIONES | Universidade de Brasília |
| ORCID | 0000-0002-0797-8998 |
| VERIFICADO | Sí |
| TOTAL DE OBRAS | 11 |
| TOTAL DE CITAS | 4 |
| OBRAS COMO AUTOR | 11 |
| OBRAS COMO EDITOR | 0 |
| PRIMER AÑO DE PUBLICACIÓN | 2001 |
| AÑO MÁS RECIENTE DE PUBLICACIÓN | 2017 |
| ÍNDICE H | 1 |
Marx e Engels como historiadores da literatura
As questões levantadas e trabalhadas por Lukács nos ensaios deste livro têm grande atualidade no novo século XXI já não tão novo assim e tão saturado de história, seja por envelhecido prematuramente, por perpetuar velhos e danosos problemas, seja porque os problemas, até bem pouco tempo dados como desaparecidos, ressurgem com força nova e promissora
Ficcional e verídica (notas sobre a historicidade da poesia)
Neste trabalho acompanhamos a releitura que o filósofo e esteta húngaro György Lukács faz da Poética de Aristóteles, em especial a contraposição entre poesia e história. Nessa linha procuramos formular uma compreensão dialética do fenômeno a partir da qual a poesia é entendida como memória da humanidade. A poesia evoca, preserva e fixa os momentos decisivos, que, dessa forma, podem ser revividos como atuais pelo leitor. Elimina-se assim qualquer …
Rotina de sinha Vitória
Neste trabalho procuramos salientar o caráter não determinista de Vidas secas a partir da leitura do capítulo “Sinha Vitória”. Aírepresenta-se e apresenta-se o dia a dia massacrante da personagem no espaço físico e social da fazenda, num mundo cerrado e opressivo de onde ela e os seus aparentemente não podem sair. Tomamos o capítulo como um microcosmo da vida brasileira dos anos 30 do século passado. Evidenciam-se aí os limites estruturais do cap…
Os coronéis - de Mendonça a Paulo Honório
Considerando o legado modernista brasileiro, do qual foi um herdeiro sempre crítico, Graciliano Ramos em S. Bernardo faz o seu narrador-personagem vivenciar de modo dramático, e até o extremo, os problemas do escritor na luta por captar o sentido do destino humano em uma situação de degradação e achatamento da vida. Escrever se revela, ao final, como caminho para a compreensão do processo de desumanização. Mas, para tanto, é necessário que a escr…
Vladimir Ilitch Lenin
É hora/ início/ a história de Lenin./ Não porque/ não há mais desgraça,/é hora/ porque/ uma tristeza brusca/ virou uma dor/ clara e consciente./ É hora,/novamente/ os lemas de Lenin em turbilhão." Com esses versos, Maiakovski dá início ao poema-livro enfim tornado acessível ao leitor brasileiro. Já era hora. Os lemas de Lenin em turbilhão, entendamos: o movimento e transformação da História, a superação do capitalismo como algo necessário, não ca…
Três poemas portugueses e um impasse
Neste trabalho fazemos a leitura dialética de três poemas da moderna lírica portuguesa. Acompanhamos a representação da crise histórica da Europa moderna que em Portugal assume aspectos peculiares. A capacidade que tem a poesia de prever a crise antes mesmo de esta se fazer perceptível é tomada como forma de uma hermenêutica específica
Despropósitos
Tania Pelegrini, autora de vários livros importantes sobre literatura brasileira, acaba agora de publicar Despropósitos. O título, como diz na justificativa que antecede o livro, está de acordo com o caráter ensaístico dos textos coligidos: é uma reunião de ensaios escritos para congressos e encontros e publicados em revistas especializadas
Um antagonismo fecundo
Mais Uma Narrativa Antes De Acabar O Mundo (Ensaio Sobre O Tema Da Viagem Em Murilo Rubião)
In murileon’s fiction geography, the mountain is opposed tothe sea. The characteres are former sailors or sailors descendents. Thenostalgia for the sea relates to the action and bravery of the past. In thenarrative’s present, they dwell in country little towns. They move to the bigcities or they wait for its representatives to come and civilize them. Thetrain was substituted for the ship, each one representing one step in capitalismhistory: the I…
A estética da mercadoria no poema "O açúcar" de Ferreira Gullar (Usinas escuras X locus amoenus)
A poesia (literatura) moderna exibe, como num gesto de autopropaganda, sua pretensa autonomia
Notas para uma poética/política do espectro (O fantástico em Murilo Rubíão)
Marx e Engels como historiadores da literatura
As questões levantadas e trabalhadas por Lukács nos ensaios deste livro têm grande atualidade no novo século XXI já não tão novo assim e tão saturado de história, seja por envelhecido prematuramente, por perpetuar velhos e danosos problemas, seja porque os problemas, até bem pouco tempo dados como desaparecidos, ressurgem com força nova e promissora
Vladimir Ilitch Lenin
É hora/ início/ a história de Lenin./ Não porque/ não há mais desgraça,/é hora/ porque/ uma tristeza brusca/ virou uma dor/ clara e consciente./ É hora,/novamente/ os lemas de Lenin em turbilhão." Com esses versos, Maiakovski dá início ao poema-livro enfim tornado acessível ao leitor brasileiro. Já era hora. Os lemas de Lenin em turbilhão, entendamos: o movimento e transformação da História, a superação do capitalismo como algo necessário, não ca…
Três poemas portugueses e um impasse
Neste trabalho fazemos a leitura dialética de três poemas da moderna lírica portuguesa. Acompanhamos a representação da crise histórica da Europa moderna que em Portugal assume aspectos peculiares. A capacidade que tem a poesia de prever a crise antes mesmo de esta se fazer perceptível é tomada como forma de uma hermenêutica específica
A estética da mercadoria no poema "O açúcar" de Ferreira Gullar (Usinas escuras X locus amoenus)
A poesia (literatura) moderna exibe, como num gesto de autopropaganda, sua pretensa autonomia
Notas para uma poética/política do espectro (O fantástico em Murilo Rubíão)
A estética da mercadoria no poema "O açúcar" de Ferreira Gullar (Usinas escuras X locus amoenus)
A poesia (literatura) moderna exibe, como num gesto de autopropaganda, sua pretensa autonomia
Mais Uma Narrativa Antes De Acabar O Mundo (Ensaio Sobre O Tema Da Viagem Em Murilo Rubião)
In murileon’s fiction geography, the mountain is opposed tothe sea. The characteres are former sailors or sailors descendents. Thenostalgia for the sea relates to the action and bravery of the past. In thenarrative’s present, they dwell in country little towns. They move to the bigcities or they wait for its representatives to come and civilize them. Thetrain was substituted for the ship, each one representing one step in capitalismhistory: the I…
Um antagonismo fecundo
Três poemas portugueses e um impasse
Neste trabalho fazemos a leitura dialética de três poemas da moderna lírica portuguesa. Acompanhamos a representação da crise histórica da Europa moderna que em Portugal assume aspectos peculiares. A capacidade que tem a poesia de prever a crise antes mesmo de esta se fazer perceptível é tomada como forma de uma hermenêutica específica
Despropósitos
Tania Pelegrini, autora de vários livros importantes sobre literatura brasileira, acaba agora de publicar Despropósitos. O título, como diz na justificativa que antecede o livro, está de acordo com o caráter ensaístico dos textos coligidos: é uma reunião de ensaios escritos para congressos e encontros e publicados em revistas especializadas
Vladimir Ilitch Lenin
É hora/ início/ a história de Lenin./ Não porque/ não há mais desgraça,/é hora/ porque/ uma tristeza brusca/ virou uma dor/ clara e consciente./ É hora,/novamente/ os lemas de Lenin em turbilhão." Com esses versos, Maiakovski dá início ao poema-livro enfim tornado acessível ao leitor brasileiro. Já era hora. Os lemas de Lenin em turbilhão, entendamos: o movimento e transformação da História, a superação do capitalismo como algo necessário, não ca…
Rotina de sinha Vitória
Neste trabalho procuramos salientar o caráter não determinista de Vidas secas a partir da leitura do capítulo “Sinha Vitória”. Aírepresenta-se e apresenta-se o dia a dia massacrante da personagem no espaço físico e social da fazenda, num mundo cerrado e opressivo de onde ela e os seus aparentemente não podem sair. Tomamos o capítulo como um microcosmo da vida brasileira dos anos 30 do século passado. Evidenciam-se aí os limites estruturais do cap…
Os coronéis - de Mendonça a Paulo Honório
Considerando o legado modernista brasileiro, do qual foi um herdeiro sempre crítico, Graciliano Ramos em S. Bernardo faz o seu narrador-personagem vivenciar de modo dramático, e até o extremo, os problemas do escritor na luta por captar o sentido do destino humano em uma situação de degradação e achatamento da vida. Escrever se revela, ao final, como caminho para a compreensão do processo de desumanização. Mas, para tanto, é necessário que a escr…
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