Marcia Eliane Alves De Souza E Mello
Datos Biográficos
| ID | 2810916 |
|---|---|
| NOMBRE | Marcia Eliane Alves De Souza E Mello |
| NOMBRES | Marcia Eliane Alves De Souza E |
| APELLIDO | Mello |
| FIRMA | MELLO M E A S E |
| AFILIACIONES | Universidade Federal do Amazonas |
| VERIFICADO | No |
| TOTAL DE OBRAS | 4 |
| TOTAL DE CITAS | 0 |
| TOTAL COMO AUTOR | 4 |
| TOTAL COMO EDITOR | 0 |
| PRIMER AÑO DE PUBLICACIÓN | 2013 |
| AÑO MÁS RECIENTE DE PUBLICACIÓN | 2021 |
| ÍNDICE H | 0 |
“Sua Majestade é servida”
Neste texto discutiremos o projeto de liberdade dos índios do Estado Grão-Pará e Maranhão, desde o decreto régio de 1751, passando pela minuta da lei em 1753, até a assinatura do alvará com força de lei de junho de 1755, na Corte, e sua publicação em maiode 1757, na colônia. Particularmente nos interessa evidenciar as injunções coloniais que o projeto colonialista sofreu e que se materializaram na legislação aqui considerada. Para tanto, analisar…
A trajetória de uma rede familiar no Pará setecentista
O artigo examina a trajetória da família de Manoel de Góis e seu processo de mobilidade social, ocorrido na capitania do Pará, durante o século XVIII. Analisa as estratégias de afirmação e reconhecimento social empregados por diversos membros da família, que os inseriu na elite local. Apresenta a composição de uma rede social formada pelos novos colonos reinóis e os descendentes das antigas e principais famílias no Estado do Maranhão e Grão-Pará.…
Não somente indígenas como também africanos
Durante as últimas três décadas do século XVIII, foram produzidos vários mapas populacionais nas possessões portuguesas e espanholas na América. A preocupação com a estatística constituiu peça fundamental de uma nova arte de governar que se estabeleceu nesse contexto. A partir de dois mapas populacionais produzidos em 1778 e 1797 e de uma estatística demográfica coligida no limiar dos anos 1820, examinam-se, neste artigo, as transformações operad…
Perspectivas sobre a "nobreza da terra" na Amazônia colonial
O presente artigo pretende examinar algumas estratégias observadas na constituição da elite local no Grão Pará no século XVIII, centrado num estudo de caso particular envolvendo a eleição para almotacé de 1741, abordando tanto trajetórias individuais como de grupo. Destacam-se, na presente análise, questões como a formação da elite colonial paraense aliadas à consolidação da posição desse grupo seja através do acesso aos órgãos locais de poder co…
Sin obras prominentes en esta página.
Perspectivas sobre a "nobreza da terra" na Amazônia colonial
O presente artigo pretende examinar algumas estratégias observadas na constituição da elite local no Grão Pará no século XVIII, centrado num estudo de caso particular envolvendo a eleição para almotacé de 1741, abordando tanto trajetórias individuais como de grupo. Destacam-se, na presente análise, questões como a formação da elite colonial paraense aliadas à consolidação da posição desse grupo seja através do acesso aos órgãos locais de poder co…
Não somente indígenas como também africanos
Durante as últimas três décadas do século XVIII, foram produzidos vários mapas populacionais nas possessões portuguesas e espanholas na América. A preocupação com a estatística constituiu peça fundamental de uma nova arte de governar que se estabeleceu nesse contexto. A partir de dois mapas populacionais produzidos em 1778 e 1797 e de uma estatística demográfica coligida no limiar dos anos 1820, examinam-se, neste artigo, as transformações operad…
A trajetória de uma rede familiar no Pará setecentista
O artigo examina a trajetória da família de Manoel de Góis e seu processo de mobilidade social, ocorrido na capitania do Pará, durante o século XVIII. Analisa as estratégias de afirmação e reconhecimento social empregados por diversos membros da família, que os inseriu na elite local. Apresenta a composição de uma rede social formada pelos novos colonos reinóis e os descendentes das antigas e principais famílias no Estado do Maranhão e Grão-Pará.…
“Sua Majestade é servida”
Neste texto discutiremos o projeto de liberdade dos índios do Estado Grão-Pará e Maranhão, desde o decreto régio de 1751, passando pela minuta da lei em 1753, até a assinatura do alvará com força de lei de junho de 1755, na Corte, e sua publicação em maiode 1757, na colônia. Particularmente nos interessa evidenciar as injunções coloniais que o projeto colonialista sofreu e que se materializaram na legislação aqui considerada. Para tanto, analisar…
Colonialism, slavery, and trade (4 obras) · History of Colonial Brazil (4 obras) · Humanities (3 obras) · Art (2 obras) · Elite (2 obras) · Political science (2 obras) · Historical Studies and Socio-cultural Analysis (1 obras) · Historical Studies in Latin America (1 obras) · Indigenous Health and Education (1 obras) · Law (1 obras)