João Fragoso
Datos Biográficos
| ID | 687343 |
|---|---|
| NOMBRE | João Fragoso |
| NOMBRES | João |
| APELLIDO | Fragoso |
| FIRMA | FRAGOSO J |
| AFILIACIONES | Universidade Federal do Rio de Janeiro |
| ORCID | 0000-0003-3293-4839 |
| VERIFICADO | Sí |
| TOTAL DE OBRAS | 13 |
| TOTAL DE CITAS | 43 |
| TOTAL COMO AUTOR | 13 |
| TOTAL COMO EDITOR | 0 |
| PRIMER AÑO DE PUBLICACIÓN | 1997 |
| AÑO MÁS RECIENTE DE PUBLICACIÓN | 2024 |
| ÍNDICE H | 4 |
A fábula sobre Mao Tsé-Tung e a historiografia brasileira
Uma releitura do "Brasil colonial" a partir da obra de António Manuel Hespanha
O intuito do presente artigo é ressaltar o mérito e a abrangência da influência da obra de António Manuel Hespanha no sentido da ruptura de uma abordagem clássica da historiografia brasileira sobre o período colonial, ou seja, do estabelecimento de um novo paradigma historiográfico por meio da operacionalização de novas categorias e conceitos. Na segunda parte, iniciamos com um rápido balanço da atual discussão historiográfica sobre Estados e mon…
E as plantations viraram fumaça
O artigo parte do pressuposto de que as famílias dos conquistadores e dos primeiros povoadores do Rio de Janeiro quinhentista, nos séculos seguintes, formaram um grupo social capaz de elaborar os seus mecanismos de reprodução social no tempo: no caso, trata-se da nobreza principal da terra. Os eixos desses mecanismos não foram tanto o controle da terra e da mão de obra - através, por exemplo, do sistema de vínculos (morgadios e capelas) ou por me…
Para Ciro Flamarion Cardoso (1942-2013)
Ciro Flamarion Cardoso, falecido no último dia 29 de junho, foi membro do Conselho Editorial da Topoi. Revista de História desde sua fundação. Nos últimos tempos, Cardoso se dedicava cada vez mais à história antiga, porém é sempre bom lembrar seu papel na virada da historiografia brasileira com a sua maior profissionalização, segundo os critérios dos Annales: elaboração da história - problema através da combinação de teorias, métodos e fontes pr…
Modelos explicativos da chamada economia colonial e a ideia de Monarquia Pluricontinental
O texto apresenta ideias debatidas no grupo Antigo Regime nos Trópicosdo CNPq e com investigadores portugueses (Universidade de Lisboa, Universidade Nova de Lisboa e Universidade de Évora) sobre o Brasil e o império luso entre os séculos XVI e XVIII. Entre tais ideias temos a de Monarquia Pluricontinental, cuja intensão é de ultrapassar a tese da sociedade da América lusa como um simples canavial escravista submetido aos humores de um suposto cap…
Slavery and Politics in Colonial Portuguese America
In 1691, the regent of the Company of Jesus and the Ouvidor of Rio de Janeiro sent letters to Lisbon denouncing certain outrages suffered by the Company in Campos, a cane-growing region in southeastern Brazil. The general tone of the complaints can be seen in the following example: The negroes of José de Barcelos and others of Martins Correia Vasques,...armed with arrows, javelins and firearms, went to one of the Fathers' corrals and opened fire …
Efigênia Angola, Francisca Muniz forra parda, seus parceiros e senhores
Este artigo pretende contribuir para a metodologia de investigação da dinâmica social da sociedade estabelecida após a conquista da América lusa, através da análise de aspectos das estratégias de vida de escravos pardos e forros - como Efigênia Angola, Francisca Muniz e outros sujeitos sociais - nas freguesias rurais do Rio de Janeiro, ao longo do século XVIII. A análise foi desenvolvida a partir do cruzamento de informações presentes nos registr…
Monarquia pluricontinental e repúblicas
Este artigo corresponde a uma reunião de fragmentos de textos que escrevi com Maria de Fátima Silva Gouvêa, desde 2006. Compõe-se, em sua maior parte, de trechos de projetos de pesquisa apresentados a diferentes agências brasileiras de fomento à pesquisa, ou de publicações que ainda se encontram no prelo. De uma forma ou de outra, são textos inéditos, em que desenvolvemos a ideia de autogoverno, inscrita na concepção corporativa da sociedade, com…
The nobility of the republic
Afogando em nomes
O texto expõe preocupações temáticas do grupo de história econômica (séculos XVIIXIX), sob minha orientação, no LIPHIS e no PPGHIS. É dada especial atenção para os seguintes temas: império português, hierarquia social e processos de mudanças na sociedade colonial. O texto termina por apresentar questões metodológicas de pesquisa debatidas no grupo.Várias das idéias a seguir são hipóteses de investigações ainda em curso e, portanto, sujeitas a rep…
Mercados E Negociantes Imperiais
Análise introdutória dos circuitos comerciais e negociantes, que, entre o século XVII e XIX, ligavam as diferentes partes do império português. Fenômeno que o transformava em um sistema econômico. Tal império, apesar de conter diferentes estruturas sociais e econômicas (da aristocrática-camponesa reinol à escravidão americana), possuía algumas formas de acumulação e práticas comuns. Estas derivadas do Antigo Regime português e presentes em suas v…
A nobreza da República
O ARTIGO ANALISA a formação da primeira elite senhorial do Rio de Janeiro e de sua economia (séculos XVI e XVII). Ele parte do pressuposto de que tal formação se daria em um contexto marcado por dificuldades em Portugal e no seu Ultramar. Em meio a este cenário, os conquistadores utilizariam os velhos elementos, porém eficientes, da antiga sociedade lusa: a conquista (de homens e terras), o Senado da Câmara e o sistema de mercês. Como resultado d…
Hierarquias sociais e formas de acumulação no Rio de Janeiro (Brasil), século XVII∗
(1997). Hierarquias sociais e formas de acumulacao no Rio de Janeiro (Brasil), seculo XVII. Colonial Latin American Review: Vol. 6, No. 2, pp. 151-164
A nobreza da República
O ARTIGO ANALISA a formação da primeira elite senhorial do Rio de Janeiro e de sua economia (séculos XVI e XVII). Ele parte do pressuposto de que tal formação se daria em um contexto marcado por dificuldades em Portugal e no seu Ultramar. Em meio a este cenário, os conquistadores utilizariam os velhos elementos, porém eficientes, da antiga sociedade lusa: a conquista (de homens e terras), o Senado da Câmara e o sistema de mercês. Como resultado d…
Monarquia pluricontinental e repúblicas
Este artigo corresponde a uma reunião de fragmentos de textos que escrevi com Maria de Fátima Silva Gouvêa, desde 2006. Compõe-se, em sua maior parte, de trechos de projetos de pesquisa apresentados a diferentes agências brasileiras de fomento à pesquisa, ou de publicações que ainda se encontram no prelo. De uma forma ou de outra, são textos inéditos, em que desenvolvemos a ideia de autogoverno, inscrita na concepção corporativa da sociedade, com…
Modelos explicativos da chamada economia colonial e a ideia de Monarquia Pluricontinental
O texto apresenta ideias debatidas no grupo Antigo Regime nos Trópicosdo CNPq e com investigadores portugueses (Universidade de Lisboa, Universidade Nova de Lisboa e Universidade de Évora) sobre o Brasil e o império luso entre os séculos XVI e XVIII. Entre tais ideias temos a de Monarquia Pluricontinental, cuja intensão é de ultrapassar a tese da sociedade da América lusa como um simples canavial escravista submetido aos humores de um suposto cap…
E as plantations viraram fumaça
O artigo parte do pressuposto de que as famílias dos conquistadores e dos primeiros povoadores do Rio de Janeiro quinhentista, nos séculos seguintes, formaram um grupo social capaz de elaborar os seus mecanismos de reprodução social no tempo: no caso, trata-se da nobreza principal da terra. Os eixos desses mecanismos não foram tanto o controle da terra e da mão de obra - através, por exemplo, do sistema de vínculos (morgadios e capelas) ou por me…
Afogando em nomes
O texto expõe preocupações temáticas do grupo de história econômica (séculos XVIIXIX), sob minha orientação, no LIPHIS e no PPGHIS. É dada especial atenção para os seguintes temas: império português, hierarquia social e processos de mudanças na sociedade colonial. O texto termina por apresentar questões metodológicas de pesquisa debatidas no grupo.Várias das idéias a seguir são hipóteses de investigações ainda em curso e, portanto, sujeitas a rep…
Efigênia Angola, Francisca Muniz forra parda, seus parceiros e senhores
Este artigo pretende contribuir para a metodologia de investigação da dinâmica social da sociedade estabelecida após a conquista da América lusa, através da análise de aspectos das estratégias de vida de escravos pardos e forros - como Efigênia Angola, Francisca Muniz e outros sujeitos sociais - nas freguesias rurais do Rio de Janeiro, ao longo do século XVIII. A análise foi desenvolvida a partir do cruzamento de informações presentes nos registr…
Hierarquias sociais e formas de acumulação no Rio de Janeiro (Brasil), século XVII∗
(1997). Hierarquias sociais e formas de acumulacao no Rio de Janeiro (Brasil), seculo XVII. Colonial Latin American Review: Vol. 6, No. 2, pp. 151-164
Hierarquias sociais e formas de acumulação no Rio de Janeiro (Brasil), século XVII∗
(1997). Hierarquias sociais e formas de acumulacao no Rio de Janeiro (Brasil), seculo XVII. Colonial Latin American Review: Vol. 6, No. 2, pp. 151-164
A nobreza da República
O ARTIGO ANALISA a formação da primeira elite senhorial do Rio de Janeiro e de sua economia (séculos XVI e XVII). Ele parte do pressuposto de que tal formação se daria em um contexto marcado por dificuldades em Portugal e no seu Ultramar. Em meio a este cenário, os conquistadores utilizariam os velhos elementos, porém eficientes, da antiga sociedade lusa: a conquista (de homens e terras), o Senado da Câmara e o sistema de mercês. Como resultado d…
Afogando em nomes
O texto expõe preocupações temáticas do grupo de história econômica (séculos XVIIXIX), sob minha orientação, no LIPHIS e no PPGHIS. É dada especial atenção para os seguintes temas: império português, hierarquia social e processos de mudanças na sociedade colonial. O texto termina por apresentar questões metodológicas de pesquisa debatidas no grupo.Várias das idéias a seguir são hipóteses de investigações ainda em curso e, portanto, sujeitas a rep…
Mercados E Negociantes Imperiais
Análise introdutória dos circuitos comerciais e negociantes, que, entre o século XVII e XIX, ligavam as diferentes partes do império português. Fenômeno que o transformava em um sistema econômico. Tal império, apesar de conter diferentes estruturas sociais e econômicas (da aristocrática-camponesa reinol à escravidão americana), possuía algumas formas de acumulação e práticas comuns. Estas derivadas do Antigo Regime português e presentes em suas v…
The nobility of the republic
Monarquia pluricontinental e repúblicas
Este artigo corresponde a uma reunião de fragmentos de textos que escrevi com Maria de Fátima Silva Gouvêa, desde 2006. Compõe-se, em sua maior parte, de trechos de projetos de pesquisa apresentados a diferentes agências brasileiras de fomento à pesquisa, ou de publicações que ainda se encontram no prelo. De uma forma ou de outra, são textos inéditos, em que desenvolvemos a ideia de autogoverno, inscrita na concepção corporativa da sociedade, com…
Efigênia Angola, Francisca Muniz forra parda, seus parceiros e senhores
Este artigo pretende contribuir para a metodologia de investigação da dinâmica social da sociedade estabelecida após a conquista da América lusa, através da análise de aspectos das estratégias de vida de escravos pardos e forros - como Efigênia Angola, Francisca Muniz e outros sujeitos sociais - nas freguesias rurais do Rio de Janeiro, ao longo do século XVIII. A análise foi desenvolvida a partir do cruzamento de informações presentes nos registr…
Slavery and Politics in Colonial Portuguese America
In 1691, the regent of the Company of Jesus and the Ouvidor of Rio de Janeiro sent letters to Lisbon denouncing certain outrages suffered by the Company in Campos, a cane-growing region in southeastern Brazil. The general tone of the complaints can be seen in the following example: The negroes of José de Barcelos and others of Martins Correia Vasques,...armed with arrows, javelins and firearms, went to one of the Fathers' corrals and opened fire …
Modelos explicativos da chamada economia colonial e a ideia de Monarquia Pluricontinental
O texto apresenta ideias debatidas no grupo Antigo Regime nos Trópicosdo CNPq e com investigadores portugueses (Universidade de Lisboa, Universidade Nova de Lisboa e Universidade de Évora) sobre o Brasil e o império luso entre os séculos XVI e XVIII. Entre tais ideias temos a de Monarquia Pluricontinental, cuja intensão é de ultrapassar a tese da sociedade da América lusa como um simples canavial escravista submetido aos humores de um suposto cap…
Para Ciro Flamarion Cardoso (1942-2013)
Ciro Flamarion Cardoso, falecido no último dia 29 de junho, foi membro do Conselho Editorial da Topoi. Revista de História desde sua fundação. Nos últimos tempos, Cardoso se dedicava cada vez mais à história antiga, porém é sempre bom lembrar seu papel na virada da historiografia brasileira com a sua maior profissionalização, segundo os critérios dos Annales: elaboração da história - problema através da combinação de teorias, métodos e fontes pr…
E as plantations viraram fumaça
O artigo parte do pressuposto de que as famílias dos conquistadores e dos primeiros povoadores do Rio de Janeiro quinhentista, nos séculos seguintes, formaram um grupo social capaz de elaborar os seus mecanismos de reprodução social no tempo: no caso, trata-se da nobreza principal da terra. Os eixos desses mecanismos não foram tanto o controle da terra e da mão de obra - através, por exemplo, do sistema de vínculos (morgadios e capelas) ou por me…
Uma releitura do "Brasil colonial" a partir da obra de António Manuel Hespanha
O intuito do presente artigo é ressaltar o mérito e a abrangência da influência da obra de António Manuel Hespanha no sentido da ruptura de uma abordagem clássica da historiografia brasileira sobre o período colonial, ou seja, do estabelecimento de um novo paradigma historiográfico por meio da operacionalização de novas categorias e conceitos. Na segunda parte, iniciamos com um rápido balanço da atual discussão historiográfica sobre Estados e mon…
A fábula sobre Mao Tsé-Tung e a historiografia brasileira
History of Colonial Brazil (12 obras) · Colonialism, slavery, and trade (11 obras) · Humanities (10 obras) · Philosophy (8 obras) · Political science (8 obras) · Philosophy (7 obras) · Art (4 obras) · Ancient history (3 obras) · Archaeology (3 obras) · Brazilian History and Foreign Policy (3 obras)