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Naturalismo e existencialismo na teoria moral de Richard Hare

Datos Bibliográficos

ID12868152
AutoresMarco Antônio Azevedo (0000-0003-4313-2612, Centro Universitário Metodista IPA, autor de correspondencia)
Año2009
Volumen8
Número2
Fecha de publicación2009-08-04
Peer ReviewedSí
Open AccessSí
TipoARTICLE
Revistaethic@ - An international Journal for Moral Philosophy (JOURNAL)
Identificadores de la revistaISSN: 1677-2954 • E-ISSN: 1677-2954
EditorialUniversidade Federal de Santa Catarina (UFSC) (PUBLISHER)
DOI10.5007/1677-2954.2009v8n2p247
OpenAlexW2008998016
IdiomaPT

Em um artigo de 1966, Amartya Sen procurou mostrar que mesmo Richard Hare, um devoto explícitodo antinaturalismo em ética, ainda que inadvertidamente, incorreu num tipo de naturalismo que Senintitulou de existencial. Neste breve artigo, traço um resumo dessa crítica à teoria de Hare, em especial,da chamada “Lei de Hume”, a qual Sen preferiu apropriadamente intitular “Regra de Hare”. Pretendomostrar como esse tipo peculiar de “existencialismo” nos conduz, ainda que sob o possível protesto deHare e seus seguidores, a conclusões subjetivistas e relativistas sobre a moralidade

Epistemology · Humanities · Philosophy · Political Philosophy and Ethics · Social and Economic Solidarity

Velocidad de citaciónhistorical
Altamente citadoNo
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