Bichos de coturno
A relação entre bicheiros e milicianos da Zona Oeste
Datos Bibliográficos
| ID | 16940751 |
|---|---|
| Autores | Matheus Vieira (0000-0003-4588-0403, Universidade Federal Fluminense, autor de correspondencia) |
| Año | 2024 |
| Volumen | 26 |
| Número | 61 |
| Fecha de publicación | 2024-01-01 |
| Peer Reviewed | Sí |
| Open Access | Sí |
| Tipo | ARTICLE |
| Revista | Cadernos Metrópole (JOURNAL) |
| Identificadores de la revista | ISSN: 1517-2422 • E-ISSN: 2236-9996 |
| Editorial | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/2236-9996.2024-6164729-pt |
| OpenAlex | W4402964420 |
| Idioma | EN |
| Referencias citadas | 10 |
Este artigo trata sobre as relações entre membros das redes criminais dos Andrade (conhecidas pelo jogo do bicho) e de milícias de Jacarepaguá e Campo Grande, majoritariamente. O período analisado vai de 1993 a 2008, percorrendo continuidades e descontinuidades nas relações entre Castor, seus sucessores, Fernando e Rogério, e três policiais militares que ingressaram eventualmente no que chamo de “primeira geração de milicianos”. Cruzando a teoria das Redes Criminais com a obra de David Harvey e o conceito de Ilegalismos, o artigo tenta apresentar, sinteticamente, a história dos territórios, os mercados que ali são inscritos pelo Estado e pelos agentes da ilegalidade e o cruzamento de relações pessoais e impessoais entre membros das redes criminais e do Estado
Humanities · History of Colonial Brazil · Philosophy · Psychology · Rural Development and Agriculture · Urban Development and Societal Issues
| Velocidad de citación | historical |
|---|---|
| Altamente citado | No |