“O Mundo Inimigo”, de Ruffato (2005), e o “Redemoinho”, de Villamarim (2016)
Aproximações Entre as Narrativas Cinematográfica E Literária
Datos Bibliográficos
| ID | 21854635 |
|---|---|
| Autores | Antonio Ismael Lopes de Sousa (0000-0002-6550-3931, Universidade Federal do Tocantins), Ana Cristina Teixeira De Brito Carvalho (0000-0003-1367-1893, Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão), Márcio Araújo De Melo (0000-0002-6665-4221, Universidade Federal do Tocantins) |
| Año | 2025 |
| Volumen | 19 |
| Número | 1 |
| Páginas | e34904 |
| Fecha de publicación | 2025-04-23 |
| Open Access | Sí |
| Tipo | ARTICLE |
| Revista | Travessias (JOURNAL) |
| Identificadores de la revista | ISSN: 1982-5935 • E-ISSN: 1982-5935 |
| Editorial | Universidade Estadual do Oeste do Parana - UNIOESTE (PUBLISHER) |
| DOI | 10.48075/rt.v19i1.34904 |
| OpenAlex | W4409718567 |
| Idioma | PT |
Este trabalho apresenta a leitura de três imagens do filme Redemoinho (Villamarim, 2016) e seus trechos correspondentes no livro O Mundo Inimigo (Ruffato, 2005), com fulcro na apreciação estética do cinema ao livro, ocasionada pela partilha e pelas experiências do sensível, nos termos de Rancière (2009). Para a efetivação dessa tarefa, entrelaçamos as abordagens em adaptação/tradução intersemiótica, como é o caso das abordagens de Hutcheon (2013), Plaza (2013) e Stam (2006), e outras perspectivas gerais acerca da cinematografia, a exemplo dos estudos de Xavier (2017) e Rancière (2009), e as técnicas cinematográficas, como visto em Van Sijll (2017) e Vanoye e Goliot-Lété (2012). Igualmente, em relação à literatura, contemplamos perspectivas com ênfase para a fruição estética, como em Todorov (2012), Schøllhammer (2012), Candido (2000), entre outros, bem como sobre a estrutura literária e, com o intuito de ampliar as alternativas de fruição do livro ao filme, abordamos as aproximações e distanciamentos entre ambas as artes, a partir de perspectivas sobre linguagem fílmica, adaptação cinematográfica e tradução intersemiótica, bem como ressaltamos as situações complexas que envolvem a adaptação da literatura para o cinema. Acreditamos que o potencial mobilizador das artes, como bem lembra Mitchell (2015), aliado às representações dos personagens e outros inúmeros recursos do livro e do filme, figuram tanto como possibilidade de gozo estético, como meio de formação da leitura (crítica) em literatura e cinema
| Altamente citado | No |
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