Cintura Fina
Da correnteza ao remanso
Datos Bibliográficos
| ID | 22015504 |
|---|---|
| Autores | Marcio Ferreira De Souza (0000-0002-3882-1184, autor de correspondencia) |
| Año | 2021 |
| Volumen | 23 |
| Número | 42 |
| Páginas | 291-296 |
| Fecha de publicación | 2021-06-23 |
| Peer Reviewed | Sí |
| Open Access | Sí |
| Tipo | ARTICLE |
| Revista | ArtCultura (JOURNAL) |
| Identificadores de la revista | ISSN: 2178-3845 • E-ISSN: 2178-3845 |
| Editorial | PPUFU - Portal de Periódicos da Universidade Federal de Uberlândia (PUBLISHER) |
| DOI | 10.14393/artc-v23-n42-2021-61866 |
| OpenAlex | W3177026181 |
| Idioma | EN |
José Arimateia Carvalho da Silva, que futuramente viria a ser conhecida como Cintura Fina, nasceu em Fortaleza em 1933. Décadas de sua trajetó- ria, entre o período em que já estava vivendo em Belo Horizonte (1953) até o ano de sua morte (1995), em Uberaba, emergem como recorte temporal do livro Enverga, mas não quebra: Cintura Fina em Belo Horizonte. Seu autor, Luiz Morando, doutor em Literatura Comparada pela UFMG, leva adiante um percurso de pesquisa, iniciado em 2002, sobre a memória LGBTQI+ em Belo Horizonte. Em Paraíso das maravilhas: uma história do crime do parque1, dedicou-se à pesquisa sobre o assassinato de um homossexual, ocorrido em 1946, na capital mineira, no Parque Municipal Américo René Gianetti, denominado à época, por seus frequentadores homossexuais, “Paraíso das maravilhas”. Os desdobramentos desse episódio foram investigados por Morando de maneira que, para além de uma mera narrativa sobre um crime de “natureza homoeró- tica”, resultou em um estudo mais amplo e profundo sobre “uma possível compreensão de formas de sociabilidade e de representação social homoerótica em Belo Horizonte nas décadas de 40 e 50 do século XX”
Art · Humanities · Gender, Sexuality, and Education · Philosophy
| Velocidad de citación | historical |
|---|---|
| Altamente citado | No |