Entre a Súplica E O Decreto
Perspectivas Pentecostais E Neopentecostais Sobre a Oração Na Contemporaneidade
Datos Bibliográficos
| ID | 22015907 |
|---|---|
| Autores | Edjaelson Pedro Silva (0000-0003-1848-6005, Centro Universitário Ítalo Brasileiro), Mary Katherine Araujo de Souza (0000-0002-6721-5976, Universidade Católica de Pernambuco) |
| Año | 2025 |
| Volumen | 16 |
| Número | 39 |
| Páginas | 525-543 |
| Fecha de publicación | 2025-12-23 |
| Open Access | Sí |
| Tipo | ARTICLE |
| Revista | PARALELLUS Revista de Estudos de Religião - UNICAP (JOURNAL) |
| Identificadores de la revista | ISSN: 2178-8162 • E-ISSN: 2178-8162 |
| Editorial | Universidade Catolica de Pernambuco (PUBLISHER) |
| DOI | 10.25247/paralellus.2025.v16n39.p525-543 |
| OpenAlex | W7117108853 |
| Idioma | PT |
Este artigo examina a oração como fenômeno teológico, fenomenológico e linguístico na tradição cristã, articulando três eixos interpretativos: a teologia bíblica da oração de Brandt e Bicket, os ensinamentos de Jesus nos Evangelhos e a doutrina da confissão positiva de Kenneth E. Hagin. O estudo reconhece a rica pluralidade do pentecostalismo e neopentecostalismo, sublinhando que a compreensão da oração e da “confissão” transcende a sistematização de Hagin, com abordagens que enfatizam a soberania divina (Gordon Fee) ou a adoração experiencial (Hillsong). A análise inicial desdobra a oração como prática universal e estrutura simbólica, com seus elementos constitutivos. Contudo, pondera que a “perda de sentido” da adoração em alguns círculos neopentecostais é contrabalanceada por vertentes que mantêm a adoração como uma experiência intensa e transformadora. Em seguida, o artigo discute as orientações de Jesus sobre a oração como relação filial. Ao confrontar o modelo devocional clássico com as instruções de Hagin sobre a “linguagem de poder” e a infalibilidade dos “sete passos”, o texto introduz contrapontos. Outras vertentes pentecostais (Cecil M. Robeck Jr.) enfatizam a dependência da soberania divina, enquanto a fé é vista (Walter Hollenweger) como não anuladora do sofrimento. A rigidez da “recusa à dúvida” de Hagin é nuançada pela ideia de que a incerteza pode aprofundar a fé (Amos Yong). A investigação conclui que, apesar da busca comum pelo Mistério, a alegada “convergência” entre as perspectivas é complexa e revela tensões teológicas e fenomenológicas significativas sobre soberania divina, agência humana, sofrimento e a natureza da “resposta” à oração, enriquecendo o entendimento da fé carismática contemporânea
Politics · Christian Theology and Mission · Global Development and Urbanization · Pentecostalism and Christianity Studies
| Altamente citado | No |
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