Os Sertões de Euclides da Cunha
A intervenção de uma "tecnografia" intermidiática e multimodal
Datos Bibliográficos
| ID | 22017445 |
|---|---|
| Autores | Ana Lázara Fernandes (0000-0003-3598-2916, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro), Juliana Queiroz (0000-0001-6978-4446, Universidade Federal de Juiz de Fora) |
| Año | 2021 |
| Volumen | 9 |
| Número | 1 |
| Páginas | 79-102 |
| Fecha de publicación | 2021-11-17 |
| Peer Reviewed | Sí |
| Open Access | Sí |
| Tipo | ARTICLE |
| Revista | Matlit Revista do Programa de Doutoramento em Materialidades da Literatura (JOURNAL) |
| Identificadores de la revista | ISSN: 2182-8830 • E-ISSN: 2182-8830 |
| Editorial | Coimbra University Press (PUBLISHER • PT) |
| DOI | 10.14195/2182-8830_9-1_5 |
| OpenAlex | W3214153842 |
| Idioma | PT |
| Referencias citadas | 1 |
Os Sertões de Euclides da Cunha são um projeto intermidiático e multimodal. Sua "tecnografia própria", como Euclides a projeta em carta a José Veríssimo, "corporifica-se" numa "transgressão de gêneros" (cf. Haroldo de Campos), e requer o uso de mapas e fotografias. Como fotolivro de literatura brasileira, trata-se de nosso mais notável experimento de "literatura expandida", híbrida. Há, em Os Sertões, ao menos dois níveis de descrição que não devem ser confundidos nas análises. Sua macroestrutura, concebida como um projeto intermidiático, que intercala, ao longo de mais de 600 páginas, imagens de cartógrafos-engenheiros, e fotos do acervo de Flávio de Barros. Essa arquitetura depende da microestrutura de interação local texto-imagem, uma propriedade que chamamos de co-localização. Nosso foco, neste artigo, concentra-se na macroestrutura da obra. Cinco edições foram diretamente comparadas (1902, 1903, 1905, 1933, 2016)
Art · Humanities · Cultural, Media, and Literary Studies · Urban and sociocultural dynamics · Visual Culture and Art Theory
| Velocidad de citación | historical |
|---|---|
| Altamente citado | No |