A narração no documentário direto brasileiro
Usos e diferenças entre o “modelo sociológico” de 1964 e Martírio (Vincent Carelli, 2016)
Datos Bibliográficos
| ID | 22053239 |
|---|---|
| Autores | Carlos Eduardo Ribeiro (0000-0002-0308-0558, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, autor de correspondencia) |
| Año | 2021 |
| Volumen | 21 |
| Número | 1 |
| Páginas | 221 |
| Fecha de publicación | 2021-01-27 |
| Open Access | Sí |
| Tipo | ARTICLE |
| Revista | Ação Midiática – Estudos em Comunicação Sociedade e Cultura (JOURNAL) |
| Identificadores de la revista | ISSN: 2238-0701 • E-ISSN: 2238-0701 |
| Editorial | Universidade Federal do Parana (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.5380/2238-0701.2020n21.11 |
| OpenAlex | W3124969412 |
| Idioma | PT |
O artigo consiste em uma análise comparativa do uso da narração em voz over em documentários de estilo direto dentre dois contextos de realização distintos no Brasil, que são a década de 1960 e os tempos recentes. Os filmes abordados são Viramundo (Geraldo Sarno, 1964), Maioria Absoluta (Leon Hirszman, 1964) – representativos das primeiras investidas do direto no Brasil e e do que Jean-Claude Bernardet (1985) define como “modelo sociológico” – e, em outro momento, Martírio (2016), parte do projeto Vídeo nas Aldeias. Em uma análise buscamos sondar por semelhanças e rupturas nas formas de falar sobre o Outro nesses filmes, nas formas de construção de verdade por parte dos documentaristas, e indagar como a voz do narrador é articulada à voz dos sujeitos documentados; possivelmente levando-nos a inferências sobre a transformação na forma do uso da voz over em documentários militantes brasileiros de estilo direto
Humanities · Brazilian cultural history and politics · History, Culture, and Society · Philosophy
| Altamente citado | No |
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