Movimentos feministas e relações raciais intragênero
Entre a luta e a opressão
Datos Bibliográficos
| ID | 22053376 |
|---|---|
| Autores | Geórgia Grube Marcinik (0000-0002-5249-1548, Universidade do Estado do Rio de Janeiro), Amana Rocha Mattos (0000-0002-2890-5421, Universidade do Estado do Rio de Janeiro) |
| Año | 2021 |
| Volumen | 11 |
| Número | 1 |
| Páginas | 162-182 |
| Fecha de publicación | 2021-01-19 |
| Peer Reviewed | Sí |
| Open Access | Sí |
| Tipo | ARTICLE |
| Revista | Revista Polis e Psique (JOURNAL) |
| Identificadores de la revista | ISSN: 2238-152X • E-ISSN: 2238-152X |
| Editorial | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.22456/2238-152x.108015 |
| OpenAlex | W3124714266 |
| Idioma | PT |
| Citas recibidas | 1 |
Nas últimas décadas, tem crescido a interpelação das teorizações feministas a respeito das invisibilizações de determinadas opressões em suas produções. Esse tensionamento parte, especialmente, de feministas e mulheres negras, indígenas, periféricas, que têm endereçado questionamentos e levantado problemas epistemológicos à produção hegemônica e branca do campo dos estudos feministas. Neste artigo, recuperamos o percurso de algumas dessas questões para indagar sobre práticas feministas que têm sido conduzidas na academia e nos ativismos, e daremos destaque às discussões que analisam a pouca centralidade da discussão racial feita nos feminismos hegemônicos. Para tanto, percorreremos os trabalhos de autoras dos feminismos negros, interseccionais e decoloniais, acompanhando-as no trabalho de crítica e contraposição às opressões intragênero que se encontram nos feminismos. Traremos, ainda, algumas cenas e reflexões em que as questões aqui articuladas ganham corpo
| Obras citantes distintas | 1 |
|---|---|
| Citas por año | 0,25 |
| Intervalo de citas | 2022 - 2022 (1) |
| Velocidad de citación | historical |
| Altamente citado | No |