Violências relatadas por solicitantes de refúgio atendidos na Cáritas Arquidiocesana do Rio de Janeiro de 2010 a 2017
Datos Bibliográficos
| ID | 2950865 |
|---|---|
| Autores | Raquel Proença (0000-0002-3380-5089, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, autor de correspondencia), João Roberto Cavalcante (0000-0003-2070-3822, Universidade do Estado do Rio de Janeiro), Anete Trajman (0000-0002-4000-4984, Universidade Federal do Rio de Janeiro), Eduardo Faerstein (0000-0002-4027-4896, Universidade do Estado do Rio de Janeiro) |
| Año | 2022 |
| Volumen | 40 |
| Páginas | 1-17 |
| Fecha de publicación | 2022-01-27 |
| Peer Reviewed | Sí |
| Open Access | Sí |
| Tipo | ARTICLE |
| Revista | Revista Brasileira de Estudos de População (JOURNAL) |
| Identificadores de la revista | ISSN: 0102-3098 • E-ISSN: 1980-5519 |
| Editorial | Associacao Brasileira de Estudos Populacionais (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.20947/s0102-3098a0232 |
| OpenAlex | W4320079557 |
| Idioma | PT |
| Citas recibidas | 2 |
| Referencias citadas | 7 |
Estima-se que no mundo, atualmente, haja 89,3 milhões de pessoas em deslocamentos forçados, incluindo 27,1 milhões de refugiados. Entre as razões para essas migrações forçadas estão a tortura e outras formas de violência, embora a prevalência de violências antes e durante a migração ainda seja pouco conhecida. O objetivo deste estudo é analisar a prevalência e alguns fatores associados às violências relatadas por solicitantes de refúgio no Rio de Janeiro. Foram coletados dados preenchidos nos formulários de solicitação de refúgio do Comitê Nacional para Refugiados de 2010 a 2017 e em entrevistas adicionais conduzidas na Cáritas Arquiocesana-RJ. Foram incluídos 1.546 solicitantes de refúgio com idade mediana de 30 anos (faixa 15-72 anos), dos quais 65% eram homens. Um terço informou ter sofrido violência antes de chegar ao Brasil, com chances de violência relatada entre 20 e 40 vezes maiores entre migrantes oriundos de Paquistão, Congo, Colômbia, República Democrática do Congo e Guiné. Violência física/tortura, ameaça e violência psicológica foram as mais frequentes (relatadas por 10%, 7% e 6% da população estudada, respectivamente). Entre as mulheres, a violência sexual foi a modalidade mais frequente (9%). Conclui-se que a história de violência entre os solicitantes de refúgio no Brasil é frequente, em particular para alguns grupos nacionais, aspecto a ser considerado no acolhimento e na prestação de serviços a essa população em situação de extrema vulnerabilidade
Sociology · Demography · Medicine · Migration, Health and Trauma · Migration, Racism, and Human Rights · Migration, Refugees, and Integration · Gerontology
Mental Health of Cambodian Refugees 2 Decades After Resettlement in the United States
Prevalence of War-Related Sexual Violence and Other Human Rights Abuses Among Internally Displaced Persons in Sierra Leone
Sustainable Development Goals and the Mental Health of Resettled Refugee Women
Experiencing ‘pathologized presence and normalized absence’; understanding health related experiences and access to health care among Iraqi and Somali asylum seekers, refugees and persons without legal status
Prevalence of wife beating in Jordanian refugee camps
World Report on Violence and Health
The contribution of mental health and gender attitudes to intimate partner violence in the context of war and displacement
| Obras citantes distintas | 2 |
|---|---|
| Citas por año | 0,67 |
| Intervalo de citas | 2023 - 2026 (4) |
| Velocidad de citación | current |
| Altamente citado | No |
| Tipos de cita | Neutras: 2 |