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Hábito alimentar de adultos brasileiros segundo a condição na força de trabalho

Datos Bibliográficos

ID2997764
AutoresDaniela De Assumpção (0000-0003-1813-996X, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), autor de correspondencia), Monize Cocetti (0000-0002-0355-301X, Pontifícia Universidade Católica de Campinas), Aldiane Gomes De Macedo Bacurau (0000-0002-6671-2284, Pontifícia Universidade Católica de Campinas), Ana Maria Pita Ruiz (0000-0002-9020-8600, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)), Priscila Maria Stolses Bergamo Francisco (0000-0001-7361-9961), Priscila Maria Stolses Bergamo Franscisco (Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP))
Año2023
Volumen40
Páginas1-16
Fecha de publicación2023-01-27
Peer ReviewedSí
Open AccessSí
TipoARTICLE
RevistaRevista Brasileira de Estudos de População (JOURNAL)
Identificadores de la revistaISSN: 0102-3098 • E-ISSN: 1980-5519
EditorialAssociacao Brasileira de Estudos Populacionais (PUBLISHER • BR)
DOI10.20947/s0102-3098a0234
OpenAlexW4318482888
IdiomaPT
Citas recibidas1

O objetivo desse artigo é avaliar o hábito alimentar da população adulta no Brasil segundo a condição na força de trabalho. Realizou-se estudo transversal com dados de 63.782 adultos (18 a 59 anos), participantes da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2019. A condição na força de trabalho - ocupado, desocupado ou fora da força - foi relacionada com marcadores de consumo alimentar saudável e não saudável. Estimaram-se razões de chance (odds ratio) ajustadas com regressão logística multinomial. Os resultados apontam que, entre os adultos brasileiros, 71,3% estavam ocupados, 6,7% desocupados e 21,9% encontravam-se fora da força de trabalho. Os ocupados apresentaram maior frequência de consumo de frutas, hortaliças e carne vermelha, e menor de feijão. O consumo de frango, bebidas de frutas, cereais, ovos, margarina e pratos prontos/semiprontos foi mais frequente para os desocupados versus ocupados, enquanto o de peixes e tubérculos foi menos frequente. Os adultos fora da força de trabalho, comparados aos ocupados, mostraram menor frequência de consumo de refrigerantes, embutidos, pães de pacote, oleaginosas, assim como do costume de substituir o almoço por lanches. Observaram-se discrepâncias na alimentação segundo a condição de trabalho, sobretudo no consumo de hortaliças, frutas, carnes e feijão, denotando a necessidade de iniciativas de promoção da alimentação adequada e saudável voltadas para a saúde do trabalhador

Art · Humanities · Rural Development and Agriculture

  • Nota dos editores

    Open Access•Cássio Maldonado Turra, Igor Cavallini Johansen•Revista Brasileira de Estudos de…•2023

Obras citantes distintas1
Citas por año0,33
Intervalo de citas2023 - 2023 (1)
Velocidad de citaciónhistorical
Altamente citadoNo
Tipos de citaNeutras: 1
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