A diversidade global dos Institutos de Estudos Avançados
Datos Bibliográficos
| ID | 3084157 |
|---|---|
| Autores | Britta Padberg (0000-0002-8213-3186, Academia de Ciências e Humanidades de Berlim-Brandenburgo, Alemanha, autor de correspondencia) |
| Año | 2020 |
| Volumen | 34 |
| Número | 100 |
| Páginas | 369-396 |
| Fecha de publicación | 2020-12-01 |
| Open Access | Sí |
| Tipo | ARTICLE |
| Revista | Estudos Avançados (JOURNAL) |
| Identificadores de la revista | ISSN: 0103-4014 • E-ISSN: 1806-9592 |
| Editorial | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/s0103-4014.2020.34100.022 |
| OpenAlex | W3103036357 |
| SciELO | S0103-40142020000300369 |
| Idioma | PT |
| Referencias citadas | 3 |
Quando o primeiro Instituto de Estudos Avançados foi fundado em Princeton em 1930, ninguém previu que ele se tornaria um modelo que se espalharia por todo o planeta. Especialmente nos últimos 20 anos, um número significativo de novos Institutos de Estudos Avançados (IEA) surgiu em muitas regiões ao redor do mundo. Classificados como "paraísos acadêmicos", eles costumam ser considerados como ilhas isoladas ou torres de marfim, mas essa é apenas uma parte da história: pretendo mostrar que (a) os IEA são ao mesmo tempo produtos e motores da globalização da pesquisa e estão intimamente imbricados com diferentes tendências das políticas científicas globais; e que (b) esses institutos, apesar de seu pequeno porte, tiveram um papel importante no desenvolvimento universitário e científico e ainda continuam a tê-lo. Por fim, gostaria de apresentar um panorama dos desafios e tarefas futuras dos IEA como espaços de produção global de conhecimento
Humanities · Education and Public Policy · Philosophy · Science and Science Education
| Altamente citado | No |
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