Racionalismo, ceticismo e a coerência do Commentaire Philosophique de Bayle
Datos Bibliográficos
| ID | 3900235 |
|---|---|
| Autores | Mark Hickson (0000-0002-4804-1018, Trent University, autor de correspondencia) |
| Año | 2025 |
| Volumen | 22 |
| Número | 1 |
| Fecha de publicación | 2025-09-24 |
| Peer Reviewed | Sí |
| Open Access | Sí |
| Tipo | ARTICLE |
| Revista | DoisPontos (JOURNAL) |
| Identificadores de la revista | ISSN: 1807-3883 • E-ISSN: 2179-7412 |
| Editorial | Universidade Federal do Parana (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.5380/dp.v22i1.98420 |
| OpenAlex | W4414609349 |
| Idioma | PT |
O Commentaire philosophique (CP) de Pierre Bayle, de 1686-88, é amplamente reconhecido como um dos primeiros e mais radicais apelos à tolerância religiosa universal no Ocidente (Zagorin 2003, 240-88). Tem também a reputação de ser um texto notoriamente difícil de interpretar. A principal questão interpretativa do CP é que a segunda parte (CP II) parece minar totalmente a primeira parte (CP I): o que começa como a obra de um Racionalista parece terminar como a obra de um Cético. Depois de demonstrar a imoralidade da perseguição, a obra prossegue para demonstrar que qualquer pessoa que esteja sinceramente convencida de que deve perseguir tem, de facto, a obrigação moral de perseguir. O artigo explora duas abordagens que visam dar conta dos paradoxos interpretativos presentes neste texto de Bayle, defendendo uma posição intermediária entre as leituras Paradoxal e Coerente
Classical Philosophy and Thought · Seventeenth-Century Political and Philosophical Thought
| Velocidad de citación | historical |
|---|---|
| Altamente citado | No |