O Sócrates de Platão e os limites do intelectualismo na ética
Datos Bibliográficos
| ID | 3900260 |
|---|---|
| Autores | Benoît Castelnérac (Université de Sherbrooke, autor de correspondencia) |
| Año | 2007 |
| Volumen | 4 |
| Número | 2 |
| Fecha de publicación | 2007-10-31 |
| Peer Reviewed | Sí |
| Open Access | Sí |
| Tipo | ARTICLE |
| Revista | DoisPontos (JOURNAL) |
| Identificadores de la revista | ISSN: 1807-3883 • E-ISSN: 2179-7412 |
| Editorial | Universidade Federal do Parana (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.5380/dp.v4i2.8280 |
| OpenAlex | W2160455678 |
| Idioma | PT |
| Referencias citadas | 5 |
Minha intenção é a de mostrar como uma leitura cética dos diálogos socráticos de Platão permite explicar alguns impasses nos quais resulta a interpretação dogmática desses diálogos. Enumero aqui, de maneira programática, os elementos que permitirão sustentar que, nos diálogos de juventude, Platão desenvolveu uma lógica que conduz a uma posição forte sobre os limites do conhecimento e do intelectualismo. Essa interpretação se inspira em traços dominantes do ceticismo de Arcesilau (séc. III a.C.). Mostrarei como os diálogos de Platão podem ser lidos como a inspiração por trás da posição de Arcesilau quando este afirma que seria preciso suspender o julgamento e, na falta de certeza, seguir o que é razoável (eulogon). De uma parte, o estudo do estatuto paradoxal da ignorância socrática e do papel do oráculo na Apologia permite discernir o funcionamento de uma lógica propícia a gerar aporias. De outra parte, a análise do problema da virtude-ciência no Protágoras e no Laques permite exibir os mecanismos de uma argumentação cuja conclusão é a impossibilidade de defender hic e nunc uma ética estritamente intelectualista
Humanities · Logos Bible Software · Theology · Classical Philosophy and Thought · Philosophy
| Velocidad de citación | historical |
|---|---|
| Altamente citado | No |