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Heart Berries

"A memoir" (2018), de Terese Marie Mailhot, e a cura de palavras maltratadas

Datos Bibliográficos

ID3956508
AutoresFernanda Vieira De Sant''Anna, Fernanda Vieira (0000-0002-0147-4377, Universidade do Estado de Minas Gerais, autor de correspondencia), Fernanda Vieira De Sant'Anna
Año2022
Volumen24
Número1
Páginas423-449
Fecha de publicación2022-01-01
Peer ReviewedSí
Open AccessSí
TipoARTICLE
RevistaRevista Diadorim (JOURNAL)
Identificadores de la revistaISSN: 1980-2552 • E-ISSN: 2675-1216
EditorialPrograma de Pos-Graduacao em Letras Vernaculas - PPGLEV (PUBLISHER)
DOI10.35520/diadorim.2022.v24n1a48313
OpenAlexW4378908792
IdiomaEN
Referencias citadas6

Este trabalho é um fragmento revisto da minha tese de doutoramento sobre autobiogeografias de mulheres Indígenas e aborda, em seu recorte, a literatura de Terese Marie Mailhot (Seabird Island Band) através de sua obra Heart Berries: A Memoir (2018). Este artigo, pela autobiogeografia Indígena de Mailhot, dialoga sobre autobiogeografias de mulheres Indígenas, que (re)escrevem a si mesmas, em suas identidades individuais e coletivas, navegando seus traumas pessoais e transgeracionais e suas memórias pessoais e coletivas. Parto de uma metodología fronteriza, em que minha identidade de frontera encontra eco, permitindo construir conhecimentos não apenas como pesquisadora, mas como sujeita da pesquisa em identidade individual e coletiva, de forma a corroborar uma práxis decolonial que é pautada pelo respeito às/aos ancestrais e à palavra milenar Indígena. O aporte teórico inclui Graúna (2013), Harjo & Bird (1997), Justice (2018), Kambeba (2020), Maracle (1996), Mignolo (2011), Tuhiwai Smith (2012) entre outras/os. Os atravessamentos provocados pela obra de Terese Marie Mailhot nos levam a pensar o (re)contar histórias, tanto pessoais quanto coletivas, para re(ins)escrever as realidades do mundo, sobrescrevendo mundos possíveis sobre o projeto colonial e suas monoculturas do pensar e ser. This work is a reviewed fragment of my doctoral dissertation on autobiogeographies of Indigenous women and specifically addresses the literature of Terese Marie Mailhot (Seabird Island Band) through her work Heart Berries: A Memoir (2018). This paper, through Mailhot’s Indigenous autobiogeography, discusses the autobiogeographies of Indigenous women, who (re)write themselves, in their individual and collective identities, navigating their personal and transgenerational traumas and their personal and collective memories. Hence, through a metodología fronteriza, my frontera identity finds echo and allows me to build knowledge not only as a researcher, but as an individual and collective subject of research, in a way that corroborates a decolonial praxis guided by the respect for the ancestors and the millennial Indigenous word. The theoretical framework includes Graúna (2013), Harjo & Bird (1997), Justice (2018), Kambeba (2020), Maracle (1996), Mignolo (2011), Tuhiwai Smith (2012), among others. Terese Marie Mailhot’s work leads us to think about (re)telling personal and collective stories, rewriting/reinscribing the world’s realities, in such a way as to overwrite possible worlds on the colonial project and its monocultures of thinking and being

Art · Art history · Humanities · Indigenous · Memoir · Indigenous Health and Education · Philosophy

  • The Sacred Hoop

    Paula Gunn Allen•The Sacred Hoop•1987

  • Why Indigenous Literatures Matter

    Daniel Heath Justice•Why Indigenous Literatures Matter•2018

  • To See Ourselves as the Other's Other

    Open Access•Wendy Wickwire, Wendy C Wickwire•Canadian Historical Review•1994

  • The Darker Side of Western Modernity

    Walter D Mignolo, Walter Mignolo•The Darker Side of Western…•2011

  • Reinventing the Enemy's Language

    Elizabeth Cook-Lynn, Joy Harjo et al.•Wicazo Sa Review•1998

  • A borderland methodology / Una metodología fronteriza

    D D Shorter•Latin American and Caribbean…•2024

Velocidad de citaciónhistorical
Altamente citadoNo
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