Praticidades de tirar o fôlego
Uma política de posições do paciente corporificadas
Datos Bibliográficos
| ID | 3984580 |
|---|---|
| Autores | J Pols (0000-0003-0157-2388, University of Amsterdam, autor de correspondencia) |
| Año | 2024 |
| Volumen | 9 |
| Número | 1 |
| Fecha de publicación | 2024-06-17 |
| Peer Reviewed | Sí |
| Open Access | Sí |
| Tipo | ARTICLE |
| Revista | Novos Debates (JOURNAL) |
| Identificadores de la revista | ISSN: 2358-0097 • E-ISSN: 2358-0097 |
| Editorial | Associação Brasileira de Antropologia (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.48006/2358-0097/v9n1.e9108 |
| OpenAlex | W4399745313 |
| Idioma | PT |
| Citas recibidas | 2 |
| Referencias citadas | 34 |
Ao declarar a Biomedicina como o seu contradiscurso apolítico, as teorias sociais, incluindo os estudos da deficiência, encontram problemas ao discutir os corpos e os seus padecimentos. Este artigo explora as possibilidades de "trazer os corpos de volta" de formas politicamente relevantes, ao mesmo tempo que evita reduzi-los a "dados" singulares e naturais. Isto é feito explorando algumas das práticas em que pessoas com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) tentam viver com a sua doença crônica e em conjunto com outras. Torna-se claro que o que elas experienciam como problemas físicos e sociais importantes são a invisibilidade da sua doença, combinada com a visibilidade dos recursos utilizados para lidar com os seus problemas. Esta combinação leva a comportamentos incompreensíveis para os outros. Demonstra-se que alguma forma de presença da doença é necessária para criar posições sociais que permitam aos doentes viver com os outros de uma forma aceitável. O artigo prossegue explorando formas em que os corpos são tornados presentes de modo proveitoso. Estas encontram-se onde as pessoas com DPOC: (1) criam comunidades de corpos partilhados que permitem uma multiplicidade de presenças visíveis e invisíveis de DPOC; (2) desenvolvem formas de educar os seus corpos de diferentes maneiras para criar novas presenças; (3) utilizam os seus corpos como fontes de conhecimento sobre viver com falta de ar; e (4) criam corpos transportáveis para levar presenças de DPOC para outros lugares, utilizando o argumento da "demonstração por números", do passar do tempo e do descarte das características excepcionais dos seus corpos e de suas situações. O artigo conclui com uma discussão sobre as possibilidades relativamente inexploradas de criar e partilhar "conhecimentos do paciente" e sobre as áreas que isto abre para uma nova política de inclusão social
Art · Disability Rights and Representation · Homelessness and Social Issues · Physical Education and Sports Studies
Disability Rights and Wrongs
The Logic of Care
Peer support
Missing Links, Making Links
Washing the Citizen
The Patient’s View
Breathtaking practicalities
A body that matters? The role of embodiment in the recomposition of life after a road traffic accident
Enacting Appreciations
Being normally different? Changes to normalization processes
Wounded/monstrous/abject
Against Normalisation
Dance and the culture of the body
The Social Model of Disability and the Disappearing Body
Good Passages, Bad Passages
Wonderful Webcams
Egg Timers, Human Values, and the Care of Autistic Youths
Dealing with In/dependence
Multiplicity in Scientific Medicine
How to build an "active" patient? The work of Aids associations in France
Embodied Action, Enacted Bodies
Good Passages, Bad Passages
The Body Multiple
Bringing Our Bodies and Ourselves Back In
On Becoming Disabled and Articulating Alternatives
| Obras citantes distintas | 2 |
|---|---|
| Citas por año | 2 |
| Intervalo de citas | 2025 - 2025 (1) |
| Velocidad de citación | recent |
| Altamente citado | No |
| Tipos de cita | Neutras: 2 |