Do boi à soja
Agrotóxicos e riscos à saúde na Amazônia mato-grossense
Datos Bibliográficos
| ID | 4153293 |
|---|---|
| Autores | Martin Weihs (0000-0003-4283-206X, Universidade do Estado de Mato Grosso, autor de correspondencia), Marla Leci Weihs |
| Año | 2020 |
| Volumen | 23 |
| Número | 2 |
| Fecha de publicación | 2020-10-06 |
| Peer Reviewed | Sí |
| Open Access | Sí |
| Tipo | ARTICLE |
| Revista | Novos Cadernos NAEA (JOURNAL) |
| Identificadores de la revista | ISSN: 1516-6481 • E-ISSN: 2179-7536 |
| Editorial | Universidade Federal do Para (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.5801/ncn.v23i2.6736 |
| OpenAlex | W3093282179 |
| Idioma | FR |
| Citas recibidas | 1 |
| Referencias citadas | 3 |
Em função da pavimentação da BR-163 (Cuiabá-Santarém) e da abertura do Porto de Miritituba, no estado do Pará, fazendas de gado do extremo norte de Mato Grosso vêm sendo transformadas em lavouras de grãos (sistemas tradicionais consorciados milho-soja). Essa transição gera questionamentos sobre os riscos de reproduzir, na Amazônia, um modelo de produção baseado no uso intensivo de agrotóxicos. Como a expansão das lavouras de soja pode afetar a saúde da presente e futura geração? Como agricultores familiares e fazendeiros percebem os riscos? A pesquisa envolveu 23% do universo de produtores rurais dos municípios de Alta Floresta, Carlinda e Paranaíta. No plano socioambiental, o modelo de desenvolvimento agrícola nessa fronteira agrícola tem gerado situações altamente paradoxais. Enquanto favorece uma elite agrícola urbana e desconectada da terra, que não se preocupa com os riscos à saúde, associados ao extensivo uso de agrotóxicos, cria perigos ao modo de vida rural, os quais geram preocupações aos agricultores familiares
| Obras citantes distintas | 1 |
|---|---|
| Citas por año | 1 |
| Intervalo de citas | 2025 - 2025 (1) |
| Velocidad de citación | recent |
| Altamente citado | No |
| Tipos de cita | Neutras: 1 |