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Pluralidade lingüística, escola de bê-á-bá e teatro jesuítico no Brasil do século XVI

Datos Bibliográficos

ID4196847
AutoresAmarilio Ferreira (0000-0002-4427-2732, Universidade Federal de São Carlos), Amarilio Ferreira Jr (Universidade Federal de São Carlos), Marisa Bittar (0000-0002-3990-3210, Universidade Federal de São Carlos)
Año2004
Volumen25
Número86
Páginas171-195
Fecha de publicación2004-04-01
Peer ReviewedSí
Open AccessSí
TipoARTICLE
RevistaEducação & Sociedade (JOURNAL)
Identificadores de la revistaISSN: 0101-7330 • E-ISSN: 1678-4626
EditorialFapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER)
DOI10.1590/s0101-73302004000100009
OpenAlexW2123245042
SCIELO_PIDS0101-73302004000100009
IdiomaPT
Citas recibidas7
Referencias citadas4

Este artigo focaliza o Brasil "indianizado" do século XVI no qual predominava a pluralidade lingüística, destacando-se o tupi e o português. O primeiro era a língua "geral" (nheengatu), falada por todos e de aprendizado obrigatório para os jesuítas; o segundo estava restrito às casas de bê-á-bá mantidas pela Companhia de Jesus. Neste contexto surgiu o teatro anchietano, encenado preferencialmente em português e tupi, com o objetivo de catequizar. Nosso estudo nos permitiu concluir que, tanto na forma como no conteúdo, o teatro serviu à aculturação, pois "cristianizou" a cultura indígena ridicularizando os seus mitos, que eram protagonizados pelos próprios índios, além de expandir o uso do português, principal idioma das peças. Começou aí a substituição da pluralidade lingüística pelo português, hegemônico a partir do século XVIII

Historical Linguistics and Language Studies · History of Colonial Brazil · Linguistics and Language Studies

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Obras citantes distintas7
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Altamente citadoNo
Tipos de citaNeutras: 7
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