Caminhos atlânticos memória, patrimônio e representações da escravidão na Rota dos Escravos
Datos Bibliográficos
| ID | 4434878 |
|---|---|
| Autores | Ana Lucia Araujo (0000-0002-0664-5059, Howard University Frederick Douglass Hall, autor de correspondencia) |
| Año | 2009 |
| Volumen | 25 |
| Número | 41 |
| Páginas | 129-148 |
| Fecha de publicación | 2009-06-01 |
| Peer Reviewed | Sí |
| Open Access | Sí |
| Tipo | ARTICLE |
| Revista | Varia Historia (JOURNAL) |
| Identificadores de la revista | ISSN: 0104-8775 • E-ISSN: 1982-4343 |
| Editorial | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/s0104-87752009000100007 |
| OpenAlex | W1538905646 |
| SCIELO_PID | S0104-87752009000100007 |
| Idioma | PT |
| Citas recibidas | 6 |
| Referencias citadas | 8 |
O artigo examina as diferentes representações da escravidão e do tráfico atlântico presentes na Rota dos Escravos da cidade de Ajudá, na atual República do Benim. Busca-se entender como estas representações exprimem e reconstroem diferentes memórias do passado escravista atlântico. Tenta-se mostrar que a Rota dos Escravos é um lugar construído, onde se percebem duas imagens do escravo, a da vítima absoluta e a do resistente. O percurso proposto sugere dois níveis de leitura: de um lado, os monumentos constituem uma encenação, cujo objetivo é emocionar os descendentes da diáspora (principalmente os norteamericanos), que têm recursos financeiros para fazer turismo em países estrangeiros; de outro lado, as estátuas concebidas pelo artista Cyprien Tokoudagaba e os templos existentes na Rota dos Escravos posicionam o visitante no cruzamento de diferentes memórias e diferentes histórias da escravidão, onde a vitimização dá lugar à afirmação cultural que valoriza a arte, as religiões e as culturas africanas
| Obras citantes distintas | 6 |
|---|---|
| Citas por año | 0,46 |
| Intervalo de citas | 2013 - 2024 (12) |
| Velocidad de citación | recent |
| Altamente citado | No |
| Tipos de cita | Neutras: 6 |