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A reação é o mais difícil, é pior que hanseníase

Contradições E Ambiguidades Na Experiência De Mulheres Com Reações Hansênicas

Datos Bibliográficos

ID4480066
AutoresLidiane Mara De Ávila E Silva (0000-0002-4966-185X, Universidade Federal de Mato Grosso), Reni Barsaglini (0000-0002-8903-2695, Universidade Federal de Mato Grosso)
Año2018
Volumen28
Número4
Fecha de publicación2018-01-01
Peer ReviewedSí
Open AccessSí
TipoARTICLE
RevistaPhysis Revista de Saúde Coletiva (JOURNAL)
Identificadores de la revistaISSN: 0103-7331 • E-ISSN: 1809-4481
EditorialFapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER)
DOI10.1590/s0103-73312018280422
OpenAlexW2915818782
SCIELO_PIDS0103-73312018000400620
IdiomaPT
Referencias citadas11

Estudo de abordagem socioantropológica, analisa a experiência de mulheres com reações hansênicas, quadro agudo de evolução crônica que acomete cerca da metade das pessoas que têm hanseníase. Foram entrevistadas sete mulheres com reações, acompanhadas por um serviço de referência em Cuiabá-MT, região com maior número de casos no Brasil. A análise foi realizada na modalidade temática e os resultados abrangem o contexto em que vivem, o aparecimento e interpretação das reações, as repercussões e dilemas de um "tratamento que adoece". As reações imbricam-se na trajetória da hanseníase e são marcadores do adoecimento por intensificarem a dor ou por causarem marcas e eritemas pelo corpo. Ao explicarem sua origem, as reações são inseridas em contextos abrangentes e situações de estresse ou tristeza. O tratamento torna-se um problema na medida em que afeta como elas se veem, processo que é acrescido e incorporado à situação estigmatizante causada pela hanseníase. Ter reações pode ser considerado "pior" do que ter hanseníase, pois nem sempre é possível prevê-las ou controlá-las; por isso, assume-se que a noção de cura requer outros sentidos, baseados na reconstrução cotidiana. Reitera-se a importância de abordar o problema em perspectiva que favoreça uma atenção integral aos adoecidos

Humanities · Complementary and Alternative Medicine Studies · Health, Nursing, Elderly Care · Leprosy Research and Treatment · Philosophy

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    Open Access•Elisabete Lamy Luz, Elisabete Luz et al.•Ciência & Saúde Coletiva•2013

  • Itinerários terapêuticos em situações de pobreza

    Open Access•Tatiana Engel Gerhardt•Cadernos de Saude Publica•2006

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    Open Access•Paulo César Alves•Cadernos de Saude Publica•1993

  • Inovação em saúde e doenças negligenciadas

    Open Access•Cristina Massadar Morel, Carlos M Morel•Cadernos de Saude Publica•2006

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  • Porque me tocó a mi ? Mexican American diabetes patients' causal stories and their relationship to treatment behaviors

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  • Qualidade de vida e cuidado às pessoas com doença falciforme

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  • The genesis of chronic illness

    Open Access•Gareth Williams•Sociology of Health & Illness•1984

  • Pain perceptions, emotions and gender

    Open Access•Gill Bendelow, Gillian Bendelow•Sociology of Health & Illness•1993

Velocidad de citaciónhistorical
Altamente citadoNo
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