Uso de mapas históricos na pesquisa sobre a cidade de São Paulo. Predominância de mapas disponíveis digitalmente e mapas autorreferenciais
Datos Bibliográficos
| ID | 4921730 |
|---|---|
| Autores | Eliane Kuvasney (0000-0002-6115-4973, Universidade São Judas Tadeu, autor de correspondencia) |
| Año | 2020 |
| Volumen | 48 |
| Fecha de publicación | 2020-01-01 |
| Open Access | Sí |
| Tipo | ARTICLE |
| Revista | Confins (JOURNAL) |
| Identificadores de la revista | ISSN: 1958-9212 • E-ISSN: 1958-9212 |
| Editorial | OpenEdition (PUBLISHER) |
| DOI | 10.4000/confins.34437 |
| OpenAlex | W3113840806 |
| Idioma | PT |
| Referencias citadas | 9 |
Duas questões desencadearam essa pesquisa: A partir do momento em que os mapas são considerados fontes históricas, como são escolhidos e utilizados como fontes? Será que as narrativas que tratam do espaço e espacialidades do passado a partir da Geografia e do mapa o fazem a partir de um conjunto de documentos cartográficos pouco diversos? Observou-se, a partir de levantamento no banco de teses da Universidade de São Paulo e de levantamentos nos acervos físicos de arquivos públicos, que alguns mapas de fácil acesso - porque disponibilizados digitalmente - foram naturalizados, no sentido de que são tratados como a verdade do território dentro dos períodos em que foram produzidos e que outros - ausentes dos arquivos digitais - podem nos fornecer outras narrativas distantes daquela produzida pela naturalização de séries cartográficas presentes no nosso imaginário desde antes do uso da internet
Art · Humanities · Geographic Information Systems Studies · Historical Geography and Cartography
| Altamente citado | No |
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