Jorge Amado em 1941-1942
Lampejo Biográfico
Datos Bibliográficos
| ID | 4955015 |
|---|---|
| Autores | Marina Siqueira Drey (0000-0002-6894-5567, Universidade Federal de Santa Catarina, autor de correspondencia) |
| Año | 2021 |
| Volumen | 26 |
| Número | 2 |
| Páginas | 389 |
| Fecha de publicación | 2021-03-24 |
| Open Access | Sí |
| Tipo | ARTICLE |
| Revista | Em Tese (JOURNAL) |
| Identificadores de la revista | ISSN: 1415-594X • E-ISSN: 1982-0739 |
| Editorial | Faculdade de Letras da UFMG (PUBLISHER) |
| DOI | 10.17851/1982-0739.26.2.389-401 |
| OpenAlex | W3157482906 |
| Idioma | EN |
Nos primeiros anos de 1940 Jorge Amado publicou a biografia Vida de Luiz Carlos Prestes, El Caballero de la Esperanza. Na ocasião já carregava a alcunha de "escritor comuna" e precisou se exilar em Buenos Aires para produzir a obra; em 1939 ouviam-se os discursos de Getúlio Vargas em apoio ao Eixo e a perseguição aos militantes do Partido Comunista era contínua e violenta. Em 1941 e 1942, Amado sai do país e divide sua morada entre a Argentina e o Uruguai. Pouco se difundiu a respeito da produção intelectual e do engajamento político desses anos na vida do autor e é sobre tal período que me detenho neste artigo. Mais precisamente, parto da operação de "escovar a história a contrapelo" (BENJAMIN, 2016) para problematizar o corrente discurso biográfico sobre Amado e sugerir um outro rearranjo narrativo com base em um acervo literário, desconhecido até 2012. A proposta se inscreve nos atuais postulados da crítica biográfica, que reconhecem a potencialidade literária desse gênero na intersecção entre fato e ficção, a considerar que "[...] a vida do escritor reverte-se necessariamente em grafia, e a biografia se traduz em literatura" (SOUZA, 2011
Art · Humanities · Borges, Kipling, and Jewish Identity · Brazilian cultural history and politics · Cultural, Media, and Literary Studies
| Altamente citado | No |
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