Reforma Psiquiátrica E Políticas Públicas Em Saúde Mental No Brasil
Uma Análise Dos Atores
Datos Bibliográficos
| ID | 4985346 |
|---|---|
| Autores | Camila Muhl (0000-0003-4054-6035, Universidade Federal do Paraná), Fábia Berlatto (0000-0002-9418-1652, Universidade Federal do Paraná) |
| Año | 2019 |
| Volumen | 2 |
| Número | 2 |
| Fecha de publicación | 2019-02-07 |
| Open Access | Sí |
| Tipo | ARTICLE |
| Revista | Sociologias Plurais (JOURNAL) |
| Identificadores de la revista | ISSN: 2316-9249 • E-ISSN: 2316-9249 |
| Editorial | Universidade Federal do Parana (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.5380/sclplr.v2i2.64813 |
| OpenAlex | W4253586618, W2741167580 |
| Idioma | PT |
O campo da saúde mental é um campo complexo, cheio de divergências, marcado por conflitos e disputas em todos os países. No Brasil, com a Reforma Psiquiátrica Brasileira, iniciada nos anos 70, acontece uma grande transformação nesse campo, onde se passa de um modelo marcado pelas internações psiquiátricas para um modelo de atenção psicossocial. O objetivo deste trabalho, que se caracteriza como um estudo teórico-conceitual, é analisar os atores que fizeram parte desse processo: profissionais, usuários, familiares, Movimento da Luta Antimanicomial e Partido dos Trabalhadores, numa tentativa de articular as diversas forças que atuaram no campo da saúde mental no período entre 1978 e 2001. Através da vontade individual dos atores e da sua organização em prol da luta antimanicomial, foi possível que a Reforma Psiquiátrica se desenvolvesse no Brasil, trazendo consigo avanços para o atendimento às pessoas com sofrimento psíquico
Humanities · Political science · Health, Nursing, Elderly Care · Medicine · Philosophy · Psychology and Mental Health · Youth, Drugs, and Violence
| Altamente citado | No |
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