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Anticoncepcionais orais e pressão arterial

Pesquisa epidemiológica de hipertensão arterial no Rio Grande do Sul

Datos Bibliográficos

ID5232116
AutoresCélia L Szwarcwald (0000-0002-7798-2095, Fiocruz), Sarah Hawker Costa (Fundação Oswaldo Cruz), Eduardo De Azeredo Costa (0000-0003-3111-9103, Fiocruz), Carlos Henrique Klein (0000-0002-4982-4575, Fiocruz), Maria Do Carmo Leal (0000-0002-3047-515X, Fiocruz)
Año1985
Volumen1
Número2
Páginas177-191
Fecha de publicación1985-06-01
Peer ReviewedSí
Open AccessSí
TipoARTICLE
RevistaCadernos de Saude Publica (JOURNAL)
Identificadores de la revistaISSN: 0102-311X • E-ISSN: 1678-4464
EditorialFapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER)
DOI10.1590/s0102-311x1985000200005
OpenAlexW2078344626
SCIELO_PIDS0102-311X1985000200005
IdiomaPT
Citas recibidas3
Referencias citadas7

O presente trabalho teve por objetivo descrever a relação entre o uso de anticoncepcionais orais e a pressão arterial em mulheres residentes nas áreas urbana, rural e metropolitana no Rio Grande do Sul situado no extremo sul do Brasil Os dados utilizados nesta análise provêm de um inquérito de hipertensão arterial conduzido neste Estado, em 1978. Através de uma análise de covariâncias, controlando-se idade e índice de Quetelet, as médias de pressão sistólica e diastólica das mulheres usuárias e ex-usuárias de pílulas, foram comparadas com as médias de pressão das mulheres que nunca tomaram anticoncepcionais. Observou-se que, para a pressão sistólica, houve, sistematicamente, nos quatro estratos considerados na pesquisa (Interior Rural, Interior Urbano, Cinturão Metropolitano e Porto Alegre), uma diferença positiva para as mulheres que estão tomando pílula atualmente. Esta diferença mostrou-se significativa (p < 1%) para as mulheres residentes no Cinturão Metropolitano que tomam anticoncepcionais há mais de dois anos. Para a pressão diastólica, foram observados pequenos efeitos que, embora positivos, não foram significativos. A metodologia da pesquisa permitiu, ainda, avaliar a associação entre o uso de anticoncepcionais orais e outros fatores de risco. Dentre as mulheres residentes na área metropolitana, foi no grupo das mulheres de escolaridade mais baixa que o efeito se mostrou mais intenso. No grupo de mulheres que apresentavam história de hipertensão na gravidez, assim como nas mulheres classificadas como hipertensas (critério 140/90), o efeito dos anticoncepcionais orais também mostrou-se de grande significância (p < 1%), com alterações de mais de 10 mm Hg nas médias de pressão sistólica. Tais resultados sugerem que o uso da pílula tende a potencializar o aumento na pressão sistólica, em grupos de mulheres já habitualmente com níveis de pressão mais elevados

Art · Environmental health · Humanities · Population · Rural population · Sociology · Demography · Male Reproductive Health Studies · Maternal and Neonatal Healthcare · Medicine · Gerontology

  • Gênero e saúde

    Open Access•Estela Maria Leão De Aquino•Revista de Saúde Pública•2006

  • Prevalência de uso de métodos contraceptivos e adequação do uso de anticoncepcionais orais na cidade de Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil

    Open Access•Juvenal S Dias-Da-Costa, Juvenal Soares Dias Da Costa et al.•Cadernos de Saude Publica•1996

  • A prática de planejamento familiar em mulheres de baixa renda no município do Rio de Janeiro

    Open Access•Sarah Hawker Costa, Ignez Ramos Martins et al.•Cadernos de Saude Publica•1989

Obras citantes distintas3
Citas por año0,08
Intervalo de citas1989 - 2006 (18)
Velocidad de citaciónhistorical
Altamente citadoNo
Tipos de citaNeutras: 3
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