Esquistossomose mansônica no estado da Bahia, Brasil
Tendências Históricas E Medidas De Controle
Datos Bibliográficos
| ID | 5271972 |
|---|---|
| Autores | Eduardo Hage Carmo (0000-0001-6343-9967, Universidade Federal da Bahia), Maurício Lima Barreto (0000-0002-0215-4930, Universidade Federal da Bahia) |
| Año | 1994 |
| Volumen | 10 |
| Número | 4 |
| Páginas | 425-439 |
| Fecha de publicación | 1994-12-01 |
| Peer Reviewed | Sí |
| Open Access | Sí |
| Tipo | ARTICLE |
| Revista | Cadernos de Saude Publica (JOURNAL) |
| Identificadores de la revista | ISSN: 0102-311X • E-ISSN: 1678-4464 |
| Editorial | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/s0102-311x1994000400002 |
| PMID | 14676928 |
| OpenAlex | W2012857551 |
| SCIELO_PID | S0102-311X1994000400002 |
| Idioma | PT |
| Citas recibidas | 8 |
| Referencias citadas | 13 |
Visando a contribuir para o aperfeiçoamento das estratégias de controle da esquistossomose mansônica, foram estudadas as modificações no padrão de distribuição das prevalências municipais no Estado da Bahia no período de 1950 a 1994, seus determinantes e o efeito da quimioterapia em larga escala. Verificou-se redução da prevalência média de esquistossomose para o estado como um todo, de 15,6% para 9,5%, no período de estudo. Não foram observadas modificações substanciais no padrão básico de distribuição espacial da prevalência. Entretanto, em municípios do oeste, sudoeste e litoral norte do estado, verificou-se aumento da prevalência, indicando o surgimento de novas áreas de transmissão. Comparando-se as variações das prevalências municipais de acordo com a utilização da quimioterapia em larga escala, verificou-se que houve redução na Bacia do Paraguaçu, onde vem sendo intensamente adotada tal medida, em proporção semelhante ao que foi observado para algumas áreas sem quimioterapia. As análises de correlação e regressão utilizadas não evidenciaram associação entre a quimioterapia e a variação da prevalência, observando-se correlações significativas entre esta última variável e a dinâmica populacional. Esses resultados indicam que a redução da prevalência de esquistossomose no estado não pode ser atribuída exclusivamente à utilização de quimioterapia, mas deve contemplar a articulação com os fatores relacionados à organização do espaço, que contribuem para diminuir o risco de transmissão. A forma incompleta e espacialmente desigual que caracteriza o processo de urbanização, aliada à intensa mobilidade da população, possibilita a disseminação da esquistossomose mansônica para novas áreas de transmissão, como evidenciado no Estado da Bahia
Biology · Geography · Helminths · Population · Schistosomiasis · Transmission (telecommunications) · Urbanization · Demography · Ecology · Immunology · Leprosy Research and Treatment · Medicine · Parasites and Host Interactions
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Participação popular no controle da esquistossomose através do Sistema Único de Saúde (SUS), em Taquaraçu de Minas, (Minas Gerais, Brasil), entre 1985-1995
| Obras citantes distintas | 8 |
|---|---|
| Citas por año | 0,27 |
| Intervalo de citas | 1996 - 2023 (28) |
| Velocidad de citación | historical |
| Altamente citado | No |
| Tipos de cita | Neutras: 8 |