Mercadorias orientais na cidade da Bahia
As fazendas de Antonio Manoel de Melo e Castro (1795)
Datos Bibliográficos
| ID | 5331669 |
|---|---|
| Autores | Victória Carneiro Sousa (0000-0002-3279-6651, Hospital Ana Nery), Augusto Fagundes Da Silva Dos Santos (0000-0003-1700-2689, Universidade Estadual de Feira de Santana) |
| Año | 2023 |
| Número | 33 |
| Páginas | 169-188 |
| Fecha de publicación | 2023-09-06 |
| Peer Reviewed | Sí |
| Open Access | Sí |
| Tipo | ARTICLE |
| Revista | Revista Maracanan (JOURNAL) |
| Identificadores de la revista | ISSN: 1807-989X • E-ISSN: 2359-0092 |
| Editorial | Universidade de Estado do Rio de Janeiro (PUBLISHER) |
| DOI | 10.12957/revmar.2023.74292 |
| OpenAlex | W4387313653 |
| Idioma | PT |
| Referencias citadas | 5 |
O presente artigo realiza um levantamento das mercadorias orientais existentes no inventário post-mortem de Antônio Manoel de Melo e Castro. Nascido em Goa, na Índia, esse indivíduo era filho do capitão general português Francisco de Melo e Castro e de Maria Antonia Álvares Pereira de Lacerda, que também era natural de Goa. Antônio Manoel de Melo e Castro foi Governador da Capitania de Rios de Sena entre 1780 e 1786, e depois Governador-geral de Moçambique, durante os anos de 1786 a 1793. Malgrado seus laços nas terras do Índico, foi dono de um comércio de fazendas secas com confecções têxteis, louças, joias e outros itens de luxo de origens asiáticas na Bahia, onde faleceu em 1795. O artigo discute alguns elementos da trajetória de Melo e Castro, o contexto de recrudescimento do comércio oriental na Carreira da Índia no final do século XVIII, e analisa as fazendas de seu inventário na dinâmica local, onde o consumo dessas mercadorias foi uma forma de distinção para os grupos mais abastados da cidade da Bahia no período colonial
Art · Humanities · Colonialism, slavery, and trade · History of Colonial Brazil
| Velocidad de citación | historical |
|---|---|
| Altamente citado | No |