Sociedade de risco e abjeção no grunge
Alice in Chains e a estética da ansiedade
Datos Bibliográficos
| ID | 5658369 |
|---|---|
| Autores | Henrique Grimaldi Figueiredo (0000-0002-6324-4876, Universidade Federal de Juiz de Fora), Paula Guerra (0000-0003-2377-8045, Universidade do Porto) |
| Año | 2025 |
| Volumen | 28 |
| Fecha de publicación | 2025-10-09 |
| Peer Reviewed | Sí |
| Open Access | Sí |
| Tipo | ARTICLE |
| Revista | Sociedade e Cultura (JOURNAL) |
| Identificadores de la revista | ISSN: 1415-8566 • E-ISSN: 1980-8194 |
| Editorial | Universidade Federal de Goias (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.5216/sec.v28.81316 |
| OpenAlex | W4415281742 |
| Idioma | PT |
A sociedade de risco, conceituada por sociólogos como Ulrich Beck e Anthony Giddens, e caracterizada por uma série de transformações sociais, políticas, tecnológicas e econômicas radicais desde os anos 1980, certamente influiu no campo cultural. Visível sobretudo nos estratos juvenis criativos - os artistas plásticos, estilistas, músicos, etc. -, a ansiedade geracional por eles compartilhada tornar-se-ia (ainda que inconscientemente) motor para algumas de suas produções. Uma espécie de ethos, semelhante àquele que se verificou nos anos 1970 com o movimento punk, neste trabalho buscaremos pensar o grunge através de suas estéticas, estilos e sonoridades. Tomando como estudo de caso a banda Alice in Chains, num recorte diacrônico que se estende de 1987 a 1996, discutiremos suas letras, performances e a criação de uma linguagem visual na qual se articulam conceitos como o de abjeção e memento-mori. Palavras-chave: grunge; Alice in Chains; abjeção; década de 1990; sociedade de risco
| Velocidad de citación | historical |
|---|---|
| Altamente citado | No |