Teologia decolonial e epistemologias do Sul
Datos Bibliográficos
| ID | 5771328 |
|---|---|
| Autores | Carlos Alberto Motta Cunha (0000-0002-1981-7120, Jesuit School of Philosophy and Theology, autor de correspondencia) |
| Año | 2018 |
| Volumen | 13 |
| Número | 24 |
| Páginas | 306-333 |
| Fecha de publicación | 2018-12-31 |
| Open Access | Sí |
| Tipo | ARTICLE |
| Revista | Interações - cultura e comunidade (JOURNAL) |
| Identificadores de la revista | ISSN: 1809-8479 • E-ISSN: 1983-2478 |
| Editorial | Pontificia Universidade Catolica de Minas Gerais (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.5752/p.1983-2478.2018v13n24p306-333 |
| OpenAlex | W2907086599 |
| Idioma | EN |
| Citas recibidas | 1 |
A teologia não é um saber autônomo. Na busca por contextualização e pertinência, a teologia cristã se lança ao diálogo fecundo com outras áreas do conhecimento. Ao ser interpelada pelas demandas de outros saberes, a intelecção da fé se vê obrigada a repensar as suas próprias categorias com o objetivo de manter pública a sua tarefa. A teologia da libertação, por exemplo, chama esse exercício de abertura de mediação sócio-analítica (MSA), isto é, mediação necessária a uma teologia disposta a ouvir a sociedade com finalidades transformadoras e libertadoras. A MSA nos faz aceder ao texto social e discernir a situação de opressão/colonização que afetam o marginalizado ou subalternizado, que é o interlocutor e o destinatário principal não só da teologia da libertação, mas também da teologia decolonial. Desse modo, buscamos resgatar os principais eixos do pensamento decolonial por meio do Grupo Modernidade/Colonialidade/Decolonialidade (Grupo M/C/D) para, no segundo momento, oferecer algumas contribuições para uma teologia decolonial disposta a avaliar o seu próprio referencial teórico/prático a partir dos lugares fronteiriços cujas epistemologias do Sul emergem abrindo espaços para novos ambientes de enunciação da fé cristã
| Citas por año | 0,17 |
|---|---|
| Intervalo de citas | 2020 - 2020 (1) |
| Altamente citado | No |