Os animais e a construção identitária em Carlos Drummond de Andrade
Datos Bibliográficos
| ID | 5840559 |
|---|---|
| Autores | Suellen Rodrigues Rubira (autor de correspondencia) |
| Año | 2020 |
| Volumen | 16 |
| Número | 1 |
| Fecha de publicación | 2020-02-12 |
| Open Access | Sí |
| Tipo | ARTICLE |
| Revista | Revista Desenredo (JOURNAL) |
| Identificadores de la revista | ISSN: 1808-656X • E-ISSN: 2236-5400 |
| Editorial | UPF Editora (PUBLISHER) |
| DOI | 10.5335/rdes.v16i1.10378 |
| OpenAlex | W3035423307 |
| Idioma | PT |
| Citas recibidas | 2 |
O presente ensaio aborda a representação animal como construção identitária na narrativa memorialística de Carlos Drummond de Andrade, a saber, a trilogia Boitempo. Composta pelos volumes Boitempo, Menino antigo e Esquecer para lembrar, a autobiografia do poeta acaba por subverter o gênero em questão ao propor uma narrativa em forma de poesia e, ainda, versar sobre uma personagem bastante conhecida, o gauche. Quanto à simbólica animal, é possível pensá-la em termos de bestiário, ou seja, um conjunto de animais que dá ao universo drummondiano uma coerência própria. O estudo dos poemas "Signo", "Aquele Andrade" e "Cheiro de couro", de Boitempo I, II e III, respectivamente, sintetiza o percurso de Drummond ao unir as pontas da literatura e da memória e, ainda, pensar o outro que é o animal
| Citas por año | 0,33 |
|---|---|
| Intervalo de citas | 2020 - 2022 (3) |
| Altamente citado | No |