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O dilema da "produção independente" de parentalidade

É Legítimo Escolher Ter Um Filho Sozinho

Datos Bibliográficos

ID5849219
AutoresManuel Camelo Ferreira Da Silva Netto (0000-0001-7826-8531, Universidade Federal de Pernambuco), Carlos Henrique Félix Dantas (0000-0002-4230-071X, Universidade Católica de Pernambuco), Carolina Valença Ferraz (0000-0002-6535-7663, Universidade Católica de Pernambuco)
Año2018
Volumen14
Número3
Páginas1106-1138
Fecha de publicación2018-09-01
Peer ReviewedSí
Open AccessSí
TipoARTICLE
RevistaRevista Direito GV (JOURNAL)
Identificadores de la revistaISSN: 1808-2432 • E-ISSN: 2317-6172
EditorialFundação Getúlio Vargas, Escola de Direito (PUBLISHER • BR)
DOI10.1590/2317-6172201841
OpenAlexW2913788578
SCIELO_PIDS1808-24322018000301106
IdiomaPT
Citas recibidas1
Referencias citadas2

A família monoparental é uma entidade familiar constitucionalmente protegida no artigo 226, § 4°, da Constituição Federal de 1988. No entanto, pairam ainda, sobretudo na doutrina, algumas dúvidas quanto à possibilidade de uma pessoa intencionalmente constituir uma família monoparental, fazendo uso das técnicas de reprodução humana assistida, a chamada "produção independente". A partir de tal perspectiva, pergunta-se: seria legítimo escolher desempenhar individualmente uma paternidade ou maternidade? Com a finalidade de responder tal indagação, o presente trabalho objetivou analisar a legitimidade de uma pessoa solteira em empreender um projeto particular de parentalidade, recorrendo-se ao auxílio das modernas técnicas de procriação medicamente assistida. Para tanto, utilizou-se do método analítico-dedutivo, mediante o uso de revisão bibliográfica, com o intuito de buscar as formulações doutrinárias acerca da temática, analisando-as em conformidade com uma metodologia bioética-civil-constitucional. Assim, observou-se que, sob a ótica do planejamento familiar e de suas limitações legais, não há como se obstar legalmente à concretização de tais projetos de paternidade ou maternidade. Afinal, o ideal de família previsto pelo ordenamento brasileiro preserva a afetividade e o cuidado nas relações familiares, acima de qualquer padrão de constituição familiar predeterminado

Male Reproductive Health Studies · Reproductive Health and Technologies

  • Categorias Empíricas e Analíticas

    Open Access•Sabrina Finamori, Maria Alice Magalhães Batista•Mediações Revista de Ciências…•2022

  • Toward a feminist theory of the state

    Catharine A Mackinnon•Toward a feminist theory of the…•1989

Obras citantes distintas1
Citas por año0,25
Intervalo de citas2022 - 2022 (1)
Velocidad de citaciónhistorical
Altamente citadoNo
Tipos de citaNeutras: 1
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