A Música e os corpos que (não) importam
Reações na música popular a massacres perpetrados pelo Estado
Datos Bibliográficos
| ID | 5906339 |
|---|---|
| Autores | Letícia Porto Ribeiro (0000-0003-1573-5918, Universidade Federal do Acre), M Messina (0000-0002-8822-3342, Southern Federal University) |
| Año | 2024 |
| Volumen | 24 |
| Fecha de publicación | 2024-09-13 |
| Open Access | Sí |
| Tipo | ARTICLE |
| Revista | Música Hodie (JOURNAL) |
| Identificadores de la revista | ISSN: 1676-3939 • E-ISSN: 2317-6776 |
| Editorial | Universidade Federal de Goias (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.5216/mh.v24.78735 |
| OpenAlex | W4402641529 |
| Idioma | PT |
Neste artigo, buscamos analisar a reação da música engajada a massacres perpetrados pelo Estado e as maneiras pelas quais a indignação popular e a criação musical dialogam na rememoração desses massacres. Tentaremos evidenciar o envolvimento entre os compositores e suas respectivas realidades sociais e políticas, assim como buscar as formas com as quais a música pôde estabelecer uma interação dentro de seu contexto social. Para isso, o artigo aborda três massacres: o Massacre de Puerto Montt, no Chile, o do Carandiru e o de Eldorado dos Carajás, no Brasil, representados pelas canções Preguntas por Puerto Montt, de Victor Jara, Diário de um Detento, do grupo de rap Racionais MC's e Eldorado dos Carajás, do grupo de rap Manos da Baixada de Grosso Calibre
| Altamente citado | No |
|---|