A queda pandêmica do céu
Contágios Entre O Palácio E a Floresta
Datos Bibliográficos
| ID | 6003192 |
|---|---|
| Autores | Maurício Fernando Pitta (0000-0002-9642-4072, autor de correspondencia) |
| Año | 2024 |
| Volumen | 14 |
| Número | 2 |
| Páginas | e85084-e85084 |
| Fecha de publicación | 2024-04-05 |
| Peer Reviewed | Sí |
| Open Access | Sí |
| Tipo | ARTICLE |
| Revista | Voluntas Revista Internacional de Filosofia (JOURNAL) |
| Identificadores de la revista | ISSN: 2179-3786 • E-ISSN: 1573-7888 |
| Editorial | Universidade Federal de Santa Maria (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.5902/2179378685084 |
| OpenAlex | W4398201320 |
| Idioma | PT |
| Referencias citadas | 8 |
O que significa dizer, como fez o coletivo Indigenous Action em meio à pandemia de covid-19, que “o capitalismo é pandêmico” e que “nós [indígenas] somos os anticorpos”? Quais os vínculos entre crises pandêmicas, o capitalismo em seu estágio globalizado e a emergência climática que ficou conhecida como “Antropoceno”? De que modo esse vínculo é visto por aqueles, como os povos indígenas, que, não obstante à margem do processo, são os mais diretamente afetados por seus efeitos deletérios? Com base nessa provocação e nas diversas articulações feitas por Davi Kopenawa, em diálogo com Bruce Albert, entre mercadoria, epidemia (xawara) e fim do mundo (“queda do céu”), buscamos, neste ensaio, pensar a relação entre capitalismo e catástrofe a partir da noção-chave de “contágio”. Nossa suspeita é de que, com a repetição deliberada do termo “xawara” ao longo de A queda do céu, Kopenawa não está apenas utilizando um termo técnico para doenças epidêmicas em geral, mas caracterizando conceitualmente o tipo de relação “imunológica” que os brancos (napë pë), “povo da mercadoria”, estabelecem com a alteridade em geral
Political science · Social policy · Urban Development and Societal Issues · Law
| Velocidad de citación | historical |
|---|---|
| Altamente citado | No |