Nação, música no cinema e o Outro absoluto
Datos Bibliográficos
| ID | 7562711 |
|---|---|
| Autores | Luiza Beatriz Amorim Melo Alvim (0000-0003-4816-6790, Hospital Universitário da Universidade de São Paulo, autor de correspondencia) |
| Año | 2025 |
| Volumen | 25 |
| Número | 55 |
| Páginas | 87-104 |
| Fecha de publicación | 2025-05-26 |
| Open Access | Sí |
| Tipo | ARTICLE |
| Revista | Alceu (JOURNAL) |
| Identificadores de la revista | ISSN: 1518-8728 • E-ISSN: 2175-7402 |
| Editorial | Pontificia Universidade Catolica do Rio de Janeiro (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.46391/alceu.v25.ed55.2025.461 |
| OpenAlex | W4410734397 |
| Idioma | PT |
O conceito de nação é datado, mas, mesmo no cinema contemporâneo, marcado por co-produções e equipes com membros de diversos lugares do mundo, ainda se faz presente, por exemplo, na lógica dos festivais. No caso específico da música nos filmes, clichês nacionais têm sido usados desde o início do cinema. Neste artigo, o objetivo é analisar dois filmes contemporâneos em que esses clichês ora são ressignificados no espaço nacional a eles associados, ora estão deslocados quanto ao lugar em que o filme se passa. No primeiro caso, analisamos o uso da Rapsódia húngara n.2 de Liszt em Deus branco (Fehér isten, Kornél Mundruczó, 2014); no segundo, músicas de proveniências diversas em Okja (Bong Joon-ho, 2017). Ambos são filmes que discutem a causa animal, esse Outro absoluto, e, por isso, fazemos também correlações com reflexões de Jacques Derrida. Além disso, a relação humanos-animais é fundamental nas sequências analisadas
Art · Humanities · Literature · Movie theater · Brazilian cultural history and politics · Cultural, Media, and Literary Studies · Literature, Culture, and Criticism · Psychology
| Altamente citado | No |
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