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Ana Lunara Da Silva Morais

Biographic Data

ID1007567
NAMEAna Lunara Da Silva Morais
GIVEN NAMESAna Lunara Da Silva
FAMILY NAMEMorais
SIGNATUREMORAIS A L S
AFFILIATIONSUniversidade Federal de Campina Grande
ORCID0000-0001-5401-3235
VERIFIEDYes
TOTAL WORKS10
TOTAL CITATIONS0
AUTHOR COUNT10
EDITOR COUNT0
FIRST PUBLICATION YEAR2012
LATEST PUBLICATION YEAR2025
H-INDEX0
  • Serafina: Ex-escravizada e senhora de engenho

    Open Access•Ana Lunara Da Silva Morais, Ana Lunara Morais•ARTICLE•Revista Espacialidades•2025

    Em Pernambuco de finais do século XVII, a cativa de um mestre de campo, Serafina, posteriormente se casou com o seu senhor. Com a morte do esposo, tornou-se senhora de engenho. O casamento foi contestado pelo Tribunal da Relação Eclesiástica por meio de uma denúncia da sogra, a qual estava pressionada a pagar uma volumosa dívida aos beneditinos do mosteiro de São Bento da Cidade da Paraíba, contraída pelo seu marido ainda durante a dominação neer…

  • A transmissão antroponímica das famílias da nobreza da terra da capitania de Pernambuco: Uma perpetuação simbólica (séculos XVI-XVIII)

    Open Access•Ana Lunara Da Silva Morais•ARTICLE•Antíteses•2025

    Neste estudo, analisou-se a transmissão antroponímica de oito famílias da nobreza da terra da capitania de Pernambuco para perceber de que forma a reprodução dos sobrenomes colaborou para a sobrevivência dessas famílias e a perpetuação de sua memória ao longo dos séculos XVI e XVIII. Essa pesquisa, dispõe de informações sobre 497 membros de oito famílias da nobreza da terra, sendo possível analisar a origem e a frequência dos sobrenomes transmiti…

  • Os Guedes Alcoforado, moços fidalgos e “homens facinorosos”: Dívidas, assassinato e conflito pela posse do engenho São João Batista (Itamaracá, século XVIII)

    Open Access•Ana Lunara Da Silva Morais•ARTICLE•Intellèctus•2023

    A família Guedes Alcoforado assentou-se em Pernambuco no início do século XVII, onde lutaram na Restauração contra os neerlandeses e passaram a integrar a nobreza da terra. Na década de 1730, João Guedes Alcoforado, por ter sido fiador de um contrato não pago à Fazenda Real, teve o seu engenho de açúcar, localizado em Itamaracá, penhorado para a quitação da dívida. A insatisfação da família com a penhora gerou uma contenda, culminando com o assas…

  • Acumulação e manutenção patrimonial da família Albuquerque Maranhão na capitania do Rio Grande: Engenhos de cana-de-açúcar e sesmarias (do século XVII ao XIX)

    Open Access•Ana Lunara Da Silva Morais•ARTICLE•Fronteiras•2023•References: 7

    A família Albuquerque Maranhão assentou-se na capitania do Rio Grande no início do século XVII, onde atuou ativamente na pecuária e na produção açucareira, principal atividade econômica desenvolvida no Estado do Brasil. Essa família angariou alto status social por meio da contínua associação entre diferentes mercês régias, como o foro de fidalgos cavaleiros e hábitos em ordens religiosas, e ainda pelo exercício de postos militares e ofícios admin…

  • De pinha à fruta do conde: Uma análise das múltiplas nobrezas do ultramar a partir da obra alegórica Frutas do Brasil. Pernambuco, início do século XVIII

    Open Access•Ana Lunara Da Silva Morais•ARTICLE•Revista Maracanan•2023

    O ideário de nobreza sofreu várias mutações ao longo do Antigo Regime, sendo variável de acordo com o contexto e com a espacialidade, além de não haver um único entendimento sobre o tema. A pluralidade de nobrezas do ultramar pode ser verificada na obra Frutas do Brasil, especificamente no capítulo Do estado da nobreza, do frei Antônio do Rosário, o qual vivenciou a sociedade açucareira de Pernambuco por quinze anos, entre 1689 e 1704. Este traba…

  • A família Rego Barros: Uma centúria na provedoria da Fazenda Real de Pernambuco, Brasil (1675-1770)

    Open Access•Ana Lunara Da Silva Morais•ARTICLE•Topoi (Rio de Janeiro•2023•References: 5

    A família Rego Barros comprou, em 1675, a propriedade do ofício da provedoria da Fazenda Real de Pernambuco, pela qual também foram juízes da Alfândega, cargos que ocuparam ao longo de um século. O presente artigo tem por objetivo analisar o impacto que a posse dessa propriedade de ofício e o seu exercício tiveram para a manutenção social e econômica da família Rego Barros. Verificou-se que o dito ofício tornou a família responsável por supervisi…

  • A formação e consolidação de um grupo de produtores de açúcar da nobreza da terra. Capitania de Pernambuco, séculos XVI-XVIII

    Open Access•Ana Lunara Da Silva Morais•ARTICLE•Tempo•2022•References: 3

    A sociedade pernambucana desenvolveu-se por meio de uma economia açucareira agrícola e escravagista que ditou as relações sociais da época. O objetivo central deste artigo é analisar como a organização espacial e as possibilidades geradas pelo ambiente natural viabilizaram o sucesso dos senhores de engenho e lavradores de cana-de-açúcar, dependentes do potencial natural e logístico dos lugares onde se assentaram. Assim, o acesso às terras mais pr…

  • “Com amor às terras que habitam”: Conflito pela posse de terra na ribeira do Ceará-Mirim e concepções de propriedade. Rio Grande do Norte, 1725-1761

    Open Access•Ana Lunara Da Silva Morais•ARTICLE•Sæculum – Revista de História•2021

    Este artigo tem por objetivo analisar a imposição de uma mentalidade proprietária familiar aos indígenas, operada por meio das obrigações do Diretório dos Índios (1758). Esse determinou que as terras comunais indígenas, as quais foram frequentemente usurpadas por colonizadores, fossem divididas em lotes, isto é, como residências familiares individuais. Ao longo desta pesquisa verificou-se que os índios da missão de Guajiru, capitania do Rio Grand…

  • Senhores de engenho e lavradoresde cana-de-açúcarda capitania de Pernambuco: Conflitos e direitos de propriedade,América portuguesa, século XVIII

    Open Access•Ana Lunara Da Silva Morais•ARTICLE•Historia Agraria Revista de…•2021•References: 5

    In the Captaincy of Pernambuco, in Portuguese America, sugar cane mill lords andsugar cane farmers managed throughout the seventeenth and eighteenth centuriesto secure successive extensions of a privilege guaranteeing that their their prop-erty would not be confiscated as payment for debt. To understand how this privilegehelped preserve the patrimony of the local nobility in the sugar-based economy of Per-nambuco, the origins of this privilege an…

  • A Marcha Dos Carneiros: Estratégias de ascensão e mobilidade social da famália Carneiro nas Capitanias do Norte, séculos XVII e XVIII

    Open Access•Ana Lunara Da Silva Morais•ARTICLE•Outros Tempos – Pesquisa em Foco…•2012

    A famá­lia Carneiro é original de Portugal, tendo chegado á capitania de Pernambuco, na América portuguesa, antes da invasão holandesa. A famá­lia destacou-se por ocupar cargos administrativos e militares, sobretudo, em Pernambuco, e por possuir engenhos. Além disso, a famá­lia contava com uma ampla rede social, estabelecida por meio de casamentos e de amizades. Contudo, para estabelecer-se neste privilegiado espaço social da capitania de Pernamb…

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  • A Marcha Dos Carneiros: Estratégias de ascensão e mobilidade social da famália Carneiro nas Capitanias do Norte, séculos XVII e XVIII

    Open Access•Ana Lunara Da Silva Morais•ARTICLE•Outros Tempos – Pesquisa em Foco…•2012

    A famá­lia Carneiro é original de Portugal, tendo chegado á capitania de Pernambuco, na América portuguesa, antes da invasão holandesa. A famá­lia destacou-se por ocupar cargos administrativos e militares, sobretudo, em Pernambuco, e por possuir engenhos. Além disso, a famá­lia contava com uma ampla rede social, estabelecida por meio de casamentos e de amizades. Contudo, para estabelecer-se neste privilegiado espaço social da capitania de Pernamb…

  • “Com amor às terras que habitam”: Conflito pela posse de terra na ribeira do Ceará-Mirim e concepções de propriedade. Rio Grande do Norte, 1725-1761

    Open Access•Ana Lunara Da Silva Morais•ARTICLE•Sæculum – Revista de História•2021

    Este artigo tem por objetivo analisar a imposição de uma mentalidade proprietária familiar aos indígenas, operada por meio das obrigações do Diretório dos Índios (1758). Esse determinou que as terras comunais indígenas, as quais foram frequentemente usurpadas por colonizadores, fossem divididas em lotes, isto é, como residências familiares individuais. Ao longo desta pesquisa verificou-se que os índios da missão de Guajiru, capitania do Rio Grand…

  • Senhores de engenho e lavradoresde cana-de-açúcarda capitania de Pernambuco: Conflitos e direitos de propriedade,América portuguesa, século XVIII

    Open Access•Ana Lunara Da Silva Morais•ARTICLE•Historia Agraria Revista de…•2021•References: 5

    In the Captaincy of Pernambuco, in Portuguese America, sugar cane mill lords andsugar cane farmers managed throughout the seventeenth and eighteenth centuriesto secure successive extensions of a privilege guaranteeing that their their prop-erty would not be confiscated as payment for debt. To understand how this privilegehelped preserve the patrimony of the local nobility in the sugar-based economy of Per-nambuco, the origins of this privilege an…

  • A formação e consolidação de um grupo de produtores de açúcar da nobreza da terra. Capitania de Pernambuco, séculos XVI-XVIII

    Open Access•Ana Lunara Da Silva Morais•ARTICLE•Tempo•2022•References: 3

    A sociedade pernambucana desenvolveu-se por meio de uma economia açucareira agrícola e escravagista que ditou as relações sociais da época. O objetivo central deste artigo é analisar como a organização espacial e as possibilidades geradas pelo ambiente natural viabilizaram o sucesso dos senhores de engenho e lavradores de cana-de-açúcar, dependentes do potencial natural e logístico dos lugares onde se assentaram. Assim, o acesso às terras mais pr…

  • Os Guedes Alcoforado, moços fidalgos e “homens facinorosos”: Dívidas, assassinato e conflito pela posse do engenho São João Batista (Itamaracá, século XVIII)

    Open Access•Ana Lunara Da Silva Morais•ARTICLE•Intellèctus•2023

    A família Guedes Alcoforado assentou-se em Pernambuco no início do século XVII, onde lutaram na Restauração contra os neerlandeses e passaram a integrar a nobreza da terra. Na década de 1730, João Guedes Alcoforado, por ter sido fiador de um contrato não pago à Fazenda Real, teve o seu engenho de açúcar, localizado em Itamaracá, penhorado para a quitação da dívida. A insatisfação da família com a penhora gerou uma contenda, culminando com o assas…

  • Acumulação e manutenção patrimonial da família Albuquerque Maranhão na capitania do Rio Grande: Engenhos de cana-de-açúcar e sesmarias (do século XVII ao XIX)

    Open Access•Ana Lunara Da Silva Morais•ARTICLE•Fronteiras•2023•References: 7

    A família Albuquerque Maranhão assentou-se na capitania do Rio Grande no início do século XVII, onde atuou ativamente na pecuária e na produção açucareira, principal atividade econômica desenvolvida no Estado do Brasil. Essa família angariou alto status social por meio da contínua associação entre diferentes mercês régias, como o foro de fidalgos cavaleiros e hábitos em ordens religiosas, e ainda pelo exercício de postos militares e ofícios admin…

  • De pinha à fruta do conde: Uma análise das múltiplas nobrezas do ultramar a partir da obra alegórica Frutas do Brasil. Pernambuco, início do século XVIII

    Open Access•Ana Lunara Da Silva Morais•ARTICLE•Revista Maracanan•2023

    O ideário de nobreza sofreu várias mutações ao longo do Antigo Regime, sendo variável de acordo com o contexto e com a espacialidade, além de não haver um único entendimento sobre o tema. A pluralidade de nobrezas do ultramar pode ser verificada na obra Frutas do Brasil, especificamente no capítulo Do estado da nobreza, do frei Antônio do Rosário, o qual vivenciou a sociedade açucareira de Pernambuco por quinze anos, entre 1689 e 1704. Este traba…

  • A família Rego Barros: Uma centúria na provedoria da Fazenda Real de Pernambuco, Brasil (1675-1770)

    Open Access•Ana Lunara Da Silva Morais•ARTICLE•Topoi (Rio de Janeiro•2023•References: 5

    A família Rego Barros comprou, em 1675, a propriedade do ofício da provedoria da Fazenda Real de Pernambuco, pela qual também foram juízes da Alfândega, cargos que ocuparam ao longo de um século. O presente artigo tem por objetivo analisar o impacto que a posse dessa propriedade de ofício e o seu exercício tiveram para a manutenção social e econômica da família Rego Barros. Verificou-se que o dito ofício tornou a família responsável por supervisi…

  • Serafina: Ex-escravizada e senhora de engenho

    Open Access•Ana Lunara Da Silva Morais, Ana Lunara Morais•ARTICLE•Revista Espacialidades•2025

    Em Pernambuco de finais do século XVII, a cativa de um mestre de campo, Serafina, posteriormente se casou com o seu senhor. Com a morte do esposo, tornou-se senhora de engenho. O casamento foi contestado pelo Tribunal da Relação Eclesiástica por meio de uma denúncia da sogra, a qual estava pressionada a pagar uma volumosa dívida aos beneditinos do mosteiro de São Bento da Cidade da Paraíba, contraída pelo seu marido ainda durante a dominação neer…

  • A transmissão antroponímica das famílias da nobreza da terra da capitania de Pernambuco: Uma perpetuação simbólica (séculos XVI-XVIII)

    Open Access•Ana Lunara Da Silva Morais•ARTICLE•Antíteses•2025

    Neste estudo, analisou-se a transmissão antroponímica de oito famílias da nobreza da terra da capitania de Pernambuco para perceber de que forma a reprodução dos sobrenomes colaborou para a sobrevivência dessas famílias e a perpetuação de sua memória ao longo dos séculos XVI e XVIII. Essa pesquisa, dispõe de informações sobre 497 membros de oito famílias da nobreza da terra, sendo possível analisar a origem e a frequência dos sobrenomes transmiti…

History of Colonial Brazil (10 works) · Humanities (9 works) · Art (7 works) · Colonialism, slavery, and trade (7 works) · Political science (5 works) · Philosophy (3 works) · Geography (2 works) · Rural Development and Agriculture (2 works) · Urban Development and Societal Issues (2 works) · Business (1 works)

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