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Maurício Ayer

Biographic Data

ID1019799
NAMEMaurício Ayer
GIVEN NAMESMaurício
FAMILY NAMEAyer
SIGNATUREAYER M
AFFILIATIONSUniversidade de São Paulo
ORCID0000-0002-8814-3377
VERIFIEDYes
TOTAL WORKS7
TOTAL CITATIONS0
AUTHOR COUNT7
EDITOR COUNT0
FIRST PUBLICATION YEAR2019
LATEST PUBLICATION YEAR2021
H-INDEX0
  • Literatura e música

    Open Access•Annita Costa Malufe, Maurício Ayer et al.•ARTICLE•Revista Criação & Crítica•2021

  • Lugares perpassados

    Open Access•Maurício Ayer•ARTICLE•Scriptorium•2020

    No momento de sua trajetória em que se dedica prioritariamente ao cinema, Marguerite Duras propõe, em um livro elaborado a partir de entrevistas com Michelle Porte, Les Lieux de Marguerite Duras (1977), uma série de figuras que, à maneira do que Gaston Bachelard (2001b) chamou de “imaginação material”, formam o que poderíamos identificar como uma mitologia pessoal da autora. Esse conjunto de signos-imagens reaparece com relativa estabilidade ao l…

  • Um estranho través na moda na virada do milênio

    Open Access•Silvania Avelar, Suzana Avelar et al.•ARTICLE•deSignis•2020

    Na virada do segundo para o terceiro milênio, percebem-se no campo da moda elementos peculiares da cultura atravessada pelo digital, que possibilitam traçar aproximações no que concerne o funcionamento daquela como desta. As hibridações intensi cadas pelos formatos digitais promovem a dissolução de fronteiras e nos colocam diante do “estranho”, tal como o concebem Bauman e Zizek. Propõe-se aqui um revisão pontual de um través da moda sensível a e…

  • Pitu do pintor Monteiro

    Open Access•Maurício Ayer, Eduardo Dimitrov•ARTICLE•O Eixo e a Roda: Revista de…•2020

    A cachaça está presente ao longo de toda a obra poética de João Cabral de Melo Neto, desde O engenheiro até Sevilha andando. Embora não chegue a constituir uma tópica, ao dirigir nossa atenção para o motivo da cachaça é possível descobrir elementos reveladores de uma clivagem específica na poesia cabralina, proporcionando novas leituras de obras importantes, em particular, Morte e Vida Severina. A presença da cachaça, pelo campo conotativo que mo…

  • Reverberações de Hiroshima em Marguerite Duras

    Open Access•Maurício Ayer•ARTICLE•Literatura e Sociedade•2020

    Alain Resnais e Marguerite Duras situam as narrativas de Hiroshima mon amour no exato ponto em que corpo e (geo)política se chocam. Ao fazê-lo, reúnem um conjunto de elementos que reaparecerá, total ou parcialmente, em obras de Duras: o amor fulminante; sua interrupção violenta, a provocar a dor e a loucura; neste arrebatamento lírico, a personagem e o lugar misturam-se a ponto de intercambiar um mesmo nome próprio; finalmente, o reencontro com a…

  • Memórias do Cárcere

    Open Access•Maurício Ayer•ARTICLE•O Eixo e a Roda: Revista de…•2019

    A aguardente tem um papel singular na narrativa de Memórias do Cárcere, livro em que Graciliano Ramos relata a sua experiência como preso político entre 1936 e 1937. A partir de uma leitura a contrapelo das passagens em que a bebida aparece, procurou-se analisar o lugar que ela ocupa na poética da obra, reconhecendo-a como diretamente associada à ativação da memória e da imaginação e como portadora de um certo “princípio de liberdade” que o autor…

  • Poema como partitura, leitor como performer

    Open Access•Maurício Ayer•ARTICLE•Alea Estudos Neolatinos•2019

    Pode-se pensar o poema como partitura por diferentes perspectivas. Neste artigo, a questão será colocada a partir do corpo - corpo que escreve, corpo que lê, corpo que realiza a partitura. A partitura é um escrito que não é, ainda, a obra, mas a notação que permite a um leitor performar a obra, realizá-la num tempo e lugar diferidos em relação ao autor. A partitura existe para permitir que uma obra se realize à distância de seu autor. Se o poema …

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  • Memórias do Cárcere

    Open Access•Maurício Ayer•ARTICLE•O Eixo e a Roda: Revista de…•2019

    A aguardente tem um papel singular na narrativa de Memórias do Cárcere, livro em que Graciliano Ramos relata a sua experiência como preso político entre 1936 e 1937. A partir de uma leitura a contrapelo das passagens em que a bebida aparece, procurou-se analisar o lugar que ela ocupa na poética da obra, reconhecendo-a como diretamente associada à ativação da memória e da imaginação e como portadora de um certo “princípio de liberdade” que o autor…

  • Poema como partitura, leitor como performer

    Open Access•Maurício Ayer•ARTICLE•Alea Estudos Neolatinos•2019

    Pode-se pensar o poema como partitura por diferentes perspectivas. Neste artigo, a questão será colocada a partir do corpo - corpo que escreve, corpo que lê, corpo que realiza a partitura. A partitura é um escrito que não é, ainda, a obra, mas a notação que permite a um leitor performar a obra, realizá-la num tempo e lugar diferidos em relação ao autor. A partitura existe para permitir que uma obra se realize à distância de seu autor. Se o poema …

  • Lugares perpassados

    Open Access•Maurício Ayer•ARTICLE•Scriptorium•2020

    No momento de sua trajetória em que se dedica prioritariamente ao cinema, Marguerite Duras propõe, em um livro elaborado a partir de entrevistas com Michelle Porte, Les Lieux de Marguerite Duras (1977), uma série de figuras que, à maneira do que Gaston Bachelard (2001b) chamou de “imaginação material”, formam o que poderíamos identificar como uma mitologia pessoal da autora. Esse conjunto de signos-imagens reaparece com relativa estabilidade ao l…

  • Um estranho través na moda na virada do milênio

    Open Access•Silvania Avelar, Suzana Avelar et al.•ARTICLE•deSignis•2020

    Na virada do segundo para o terceiro milênio, percebem-se no campo da moda elementos peculiares da cultura atravessada pelo digital, que possibilitam traçar aproximações no que concerne o funcionamento daquela como desta. As hibridações intensi cadas pelos formatos digitais promovem a dissolução de fronteiras e nos colocam diante do “estranho”, tal como o concebem Bauman e Zizek. Propõe-se aqui um revisão pontual de um través da moda sensível a e…

  • Pitu do pintor Monteiro

    Open Access•Maurício Ayer, Eduardo Dimitrov•ARTICLE•O Eixo e a Roda: Revista de…•2020

    A cachaça está presente ao longo de toda a obra poética de João Cabral de Melo Neto, desde O engenheiro até Sevilha andando. Embora não chegue a constituir uma tópica, ao dirigir nossa atenção para o motivo da cachaça é possível descobrir elementos reveladores de uma clivagem específica na poesia cabralina, proporcionando novas leituras de obras importantes, em particular, Morte e Vida Severina. A presença da cachaça, pelo campo conotativo que mo…

  • Reverberações de Hiroshima em Marguerite Duras

    Open Access•Maurício Ayer•ARTICLE•Literatura e Sociedade•2020

    Alain Resnais e Marguerite Duras situam as narrativas de Hiroshima mon amour no exato ponto em que corpo e (geo)política se chocam. Ao fazê-lo, reúnem um conjunto de elementos que reaparecerá, total ou parcialmente, em obras de Duras: o amor fulminante; sua interrupção violenta, a provocar a dor e a loucura; neste arrebatamento lírico, a personagem e o lugar misturam-se a ponto de intercambiar um mesmo nome próprio; finalmente, o reencontro com a…

  • Literatura e música

    Open Access•Annita Costa Malufe, Maurício Ayer et al.•ARTICLE•Revista Criação & Crítica•2021

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