Abrahão Costa Andrade
Biographic Data
| ID | 1024303 |
|---|---|
| NAME | Abrahão Costa Andrade |
| GIVEN NAMES | Abrahão Costa |
| FAMILY NAME | Andrade |
| SIGNATURE | ANDRADE A C |
| AFFILIATIONS | Universidade Federal da Paraíba |
| ORCID | 0000-0001-6840-7470 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 17 |
| TOTAL CITATIONS | 0 |
| WORKS AS AUTHOR | 17 |
| WORKS AS EDITOR | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 1998 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2024 |
| H-INDEX | 0 |
Filosofia e literatura desde o primado do poético no campo transcendental
Há a Nous, área noética e/ou campo transcendental, que tem a forma caótica da alegoria, a qual dou o nome de “forma esquizofrênica”, de onde saem os símbolos como modos de fazer mundos e habitá-los. Cada um desses modos são logoi, e nenhum logos é capaz de capturar e trazer para si o todo de sua fonte. A fonte é produção infinita. Os logoi são meros produtos. Como isso só pode se dar no interior de uma teoria do conhecimento, eis o primado do poé…
"Comentário a "Dialéctica de la experiencia en Merleau-Ponty y Adorno
Referência do artigo comentado: GAMBOA, Leonardo Verano. Dialéctica de la experiencia en Merleau-Ponty y Adorno. Trans/form/ação: revista de Filosofia da Unesp, v. 45, n. 2, p. 105-124, 2022
Arte e história
Trata-se de fazer o movimento que, partindo da atualidade e singularidade da arte, desce até o passado, pela história, e, a partir da história, segue em direção à atualidade, pela arte, acompanhando, nisto, uma orientação de Walter Benjamin retirada de um comentário de Theodor Adorno
Drummond e o acontecimento ontológico
O presente ensaio de filosofia pretende analisar o poema “Ser”, de Carlos Drummond de Andrade, à luz de algumas reflexões de ordem ontológica. Não partiremos da análise literária, mas tentaremos chegar a ela pelo impulso da própria reflexão filosófica, que se inicia na primeira parte com uma indagação muito próxima do estilo do segundo Heidegger, porém sem a preocupação de manter-se na ortodoxia heideggeriana; e que só se completa com a meditação…
Belo, a Filosofia E Os Horrores Da História
Trata-se de uma meditação sobre a perda da importância da categoria do “belo” na estética contemporânea e dos pressupostos histórico-filosóficos dessa perda. Palavras-chave: belo; história; filosofia
Por que literatura? iniciação ao estudo da obra de Luiz Costa Lima
Tentativa de responder à pergunta sobre as razões da literatura, a partir de um estudo filosófico da obra de crítica literária de Luiz Costa Lima
Em busca da identidade narrativa
A fidelidade a Paul Ricoeur está longe de ser alcançada pela consideração à literalidade de suas ideias. Ser fiel a ele é reproduzir, antes,seu próprio modo de ser fiel a outros autores: levando adiante o movimento do pensar que uma vez o animou, responsabilizando-se pelo que vem pelafrente. Este ensaio, sobre um conceito tão íntimo dele, o de identidade narrativa, procura oferecer o modo como seu próprio autor, partindo de Ricoeur,o concebeu e o…
A tragédia de Prometeu e a hermenêutica de Paul Ricoeur
O presente ensaio apresenta a Hermeneutica de Paul Ricoeur, ao mesmo tempo em que aproveita a oportunidade para exercita-la em um estudo sobre o tragico, centrando-se numa pequena analise da tragedia Prometeu acorrentado, de Esquilo, a fim de elaborar uma tentativa de etnografia do tragico como experiencia da qual nao se pode fugir.
Noção De Pessoa Como Recurso Conceitual Para Uma Possível Antropologia Filosófica
O objetivo deste ensaio é traçar a possibilidade de uma antropologia filosófica no âmbito da filosofia contemporânea, articulando, segundo os termos de Louis Dumont, a dupla possibilidade de um individualismo e de seu oposto, o “holismo”. Nós o faremos, depois de apresentar o problema à luz de Cassirer, Sartre, MacIntyre e Heidegger, com o recurso à noção de “pessoa”, elevada, por Ricoeur, à categoria de conceito
Tragédia de Prometeu e a Hermenêutica de Paul Ricoeur
O presente ensaio apresenta a Hermenêutica de Paul Ricoeur, ao mesmo tempo em que aproveita a oportunidade para exercitá-la em um estudo sobre o trágico, centrando-se numa pequena análise da tragédia Prometeu acorrentado, de Ésquilo, a fim de elaborar uma tentativa de etnografia do trágico como experiência da qual não se pode fugir
Espiritual E O Pragmático
Neste ensaio, o autor propõe ao leitor a elaboração de um problema, mas deixa em aberto qualquer tentativa de solução. Estimula-o a pensar por meio do questionamento que chamamos de realidade e de história pode ser também uma ficção
Ceticismo e verdade. Ensaio sobre a universalidade radical de um pensamento pós-cético
A partir de um estudo sobre os tropos de Enesidemo consignados e discutidos por Sexto Empírico, em suas Hipotiposis pirrônicas, propomos um ensaio de filosofia no qual a leitura desses tropos nos conduz à necessidade de postular (para o pensamento contemporâneo) uma universalidade nova, radical e intransponível. Por meio dela, não só o teor e o alcance filosóficos do ceticismo podem ser enfatizados (no sentido de um encontro - finalmente - com a …
Lírica E Subjetividade
O presente ensaio, articulando as relações entre subjetividade e lírica, busca repensar a concepção de "sujeito" por meio de uma dialética na qual o sujeito não se deixa identificar imediatamente com a pessoa individual, mas, ao contrário, como o cadinho de mediações sociais, cuja ausência de amor, detectada pela análise de poemas de Safo, Baudelaire e Drummond, aponta para o caráter estruturalmente doentio daquelas mediações que atravessam e, ag…
Modernidade como problema da Filosofia
Sempre foi dito ser a Grécia o berço do individualismo moderno. E isso fora sempre entendido sob a forma de um enunciado a respeito de formas sociais legadas pela experiência grega de mundo. O presente estudo nomeia o fenômeno do individualismo como evento a um só tempo moderno e filosófico, de modo a afirmar: onde quer que haja filosofia, ali também haverá o problema do individualismo como problema da modernidade.Palavras-chave: Modernidade. Fil…
Autonomia e historicidade
Trata-se de uma reflexão metodológica sobre o fazer filosofia, no sentido de articular o problema histórico-social do Ocidente ao problema conceitual da própria filosofia
Ética e leitura
Trata-se de fazer uma leitura do conto “Pierre Menard, autor del Quixote”, de J. L. Borges, levando a sério a voz narrativa, paradoxalmente irônica. Tudo se passa como se, em meio à ironia, só conseguíssemos revelar a verdadeira intenção do narrador tomando o texto, ironicamente, ao pé da letra
A relação entre moral e direito em Kant
O texto procura ser uma análise da introdução geral da Metafísica dos Costumes de Kant. Sua tarefa consiste em articular as relações entre ética e direito mostrando suas especificidades e as maneiras como se entrelaçam com os conceitos de obrigação, liberdade e legislação a partir dos pontos de vista da interioridade e da exterioridade
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A relação entre moral e direito em Kant
O texto procura ser uma análise da introdução geral da Metafísica dos Costumes de Kant. Sua tarefa consiste em articular as relações entre ética e direito mostrando suas especificidades e as maneiras como se entrelaçam com os conceitos de obrigação, liberdade e legislação a partir dos pontos de vista da interioridade e da exterioridade
Ética e leitura
Trata-se de fazer uma leitura do conto “Pierre Menard, autor del Quixote”, de J. L. Borges, levando a sério a voz narrativa, paradoxalmente irônica. Tudo se passa como se, em meio à ironia, só conseguíssemos revelar a verdadeira intenção do narrador tomando o texto, ironicamente, ao pé da letra
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Modernidade como problema da Filosofia
Sempre foi dito ser a Grécia o berço do individualismo moderno. E isso fora sempre entendido sob a forma de um enunciado a respeito de formas sociais legadas pela experiência grega de mundo. O presente estudo nomeia o fenômeno do individualismo como evento a um só tempo moderno e filosófico, de modo a afirmar: onde quer que haja filosofia, ali também haverá o problema do individualismo como problema da modernidade.Palavras-chave: Modernidade. Fil…
Lírica E Subjetividade
O presente ensaio, articulando as relações entre subjetividade e lírica, busca repensar a concepção de "sujeito" por meio de uma dialética na qual o sujeito não se deixa identificar imediatamente com a pessoa individual, mas, ao contrário, como o cadinho de mediações sociais, cuja ausência de amor, detectada pela análise de poemas de Safo, Baudelaire e Drummond, aponta para o caráter estruturalmente doentio daquelas mediações que atravessam e, ag…
Ceticismo e verdade. Ensaio sobre a universalidade radical de um pensamento pós-cético
A partir de um estudo sobre os tropos de Enesidemo consignados e discutidos por Sexto Empírico, em suas Hipotiposis pirrônicas, propomos um ensaio de filosofia no qual a leitura desses tropos nos conduz à necessidade de postular (para o pensamento contemporâneo) uma universalidade nova, radical e intransponível. Por meio dela, não só o teor e o alcance filosóficos do ceticismo podem ser enfatizados (no sentido de um encontro - finalmente - com a …
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Neste ensaio, o autor propõe ao leitor a elaboração de um problema, mas deixa em aberto qualquer tentativa de solução. Estimula-o a pensar por meio do questionamento que chamamos de realidade e de história pode ser também uma ficção
Arte e história
Trata-se de fazer o movimento que, partindo da atualidade e singularidade da arte, desce até o passado, pela história, e, a partir da história, segue em direção à atualidade, pela arte, acompanhando, nisto, uma orientação de Walter Benjamin retirada de um comentário de Theodor Adorno
Drummond e o acontecimento ontológico
O presente ensaio de filosofia pretende analisar o poema “Ser”, de Carlos Drummond de Andrade, à luz de algumas reflexões de ordem ontológica. Não partiremos da análise literária, mas tentaremos chegar a ela pelo impulso da própria reflexão filosófica, que se inicia na primeira parte com uma indagação muito próxima do estilo do segundo Heidegger, porém sem a preocupação de manter-se na ortodoxia heideggeriana; e que só se completa com a meditação…
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Trata-se de uma meditação sobre a perda da importância da categoria do “belo” na estética contemporânea e dos pressupostos histórico-filosóficos dessa perda. Palavras-chave: belo; história; filosofia
Por que literatura? iniciação ao estudo da obra de Luiz Costa Lima
Tentativa de responder à pergunta sobre as razões da literatura, a partir de um estudo filosófico da obra de crítica literária de Luiz Costa Lima
Em busca da identidade narrativa
A fidelidade a Paul Ricoeur está longe de ser alcançada pela consideração à literalidade de suas ideias. Ser fiel a ele é reproduzir, antes,seu próprio modo de ser fiel a outros autores: levando adiante o movimento do pensar que uma vez o animou, responsabilizando-se pelo que vem pelafrente. Este ensaio, sobre um conceito tão íntimo dele, o de identidade narrativa, procura oferecer o modo como seu próprio autor, partindo de Ricoeur,o concebeu e o…
A tragédia de Prometeu e a hermenêutica de Paul Ricoeur
O presente ensaio apresenta a Hermeneutica de Paul Ricoeur, ao mesmo tempo em que aproveita a oportunidade para exercita-la em um estudo sobre o tragico, centrando-se numa pequena analise da tragedia Prometeu acorrentado, de Esquilo, a fim de elaborar uma tentativa de etnografia do tragico como experiencia da qual nao se pode fugir.
Noção De Pessoa Como Recurso Conceitual Para Uma Possível Antropologia Filosófica
O objetivo deste ensaio é traçar a possibilidade de uma antropologia filosófica no âmbito da filosofia contemporânea, articulando, segundo os termos de Louis Dumont, a dupla possibilidade de um individualismo e de seu oposto, o “holismo”. Nós o faremos, depois de apresentar o problema à luz de Cassirer, Sartre, MacIntyre e Heidegger, com o recurso à noção de “pessoa”, elevada, por Ricoeur, à categoria de conceito
Tragédia de Prometeu e a Hermenêutica de Paul Ricoeur
O presente ensaio apresenta a Hermenêutica de Paul Ricoeur, ao mesmo tempo em que aproveita a oportunidade para exercitá-la em um estudo sobre o trágico, centrando-se numa pequena análise da tragédia Prometeu acorrentado, de Ésquilo, a fim de elaborar uma tentativa de etnografia do trágico como experiência da qual não se pode fugir
"Comentário a "Dialéctica de la experiencia en Merleau-Ponty y Adorno
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Filosofia e literatura desde o primado do poético no campo transcendental
Há a Nous, área noética e/ou campo transcendental, que tem a forma caótica da alegoria, a qual dou o nome de “forma esquizofrênica”, de onde saem os símbolos como modos de fazer mundos e habitá-los. Cada um desses modos são logoi, e nenhum logos é capaz de capturar e trazer para si o todo de sua fonte. A fonte é produção infinita. Os logoi são meros produtos. Como isso só pode se dar no interior de uma teoria do conhecimento, eis o primado do poé…
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