Ayalla Oliveira Silva
Biographic Data
| ID | 1024708 |
|---|---|
| NAME | Ayalla Oliveira Silva |
| GIVEN NAMES | Ayalla Oliveira |
| FAMILY NAME | Silva |
| SIGNATURE | SILVA A O |
| AFFILIATIONS | Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro |
| ORCID | 0000-0002-5425-9718 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 11 |
| TOTAL CITATIONS | 2 |
| WORKS AS AUTHOR | 11 |
| WORKS AS EDITOR | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2014 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2024 |
| H-INDEX | 1 |
Histórias Indígenas E Dos Indigenismos
The field of New Indigenous History, now well established, emerged from the demands of indigenous peoples for their memories and histories, at a historic moment of struggle for their constitutional rights and a break with state guardianship, when scientific production, contrary to this process, still treated them as victims of historical processes or peoples doomed to inevitable disappearance. The consolidation of this field of study, witnessed b…
Histórias Indígenas E Do Indigenismo
O texto “Apresentação – Histórias Indígenas e do Indigenismo: (Re)leituras de Experiências Históricas na América Latina II”, de Ayalla Oliveira Silva e Karina Moreira Ribeiro da Silva e Melo, introduz o segundo volume do dossiê temático publicado pela Revista História Unicap. A edição dá continuidade ao debate historiográfico sobre os povos indígenas e o indigenismo na América Latina, enfatizando perspectivas decoloniais, interdisciplinares e com…
Trajetória histórica e protagonismos dos tupinambás no sul da Bahia
O sul da Bahia compreende uma região de extremo conflito de terras envolvendo diversos setores da sociedade regional e os povos indígenas habitantes dessa região, com destaque aos litígios em torno da demarcação da Terra Indígena Tupinambá de Olivença, em curso. Terra Indígena essa, reconhecida e delimitada pela agência indigenista (FUNAI), por meio do vínculo que os tupinambás de Olivença guardam com o aldeamento colonial Nossa Senhora da Escada…
Apresentação - Dossiê História Indígena na Bahia
Apresentação - Dossiê História Indígena na Bahia
Lícitos planos, insólitos interesses
No limiar do século XIX, a vila de Ilhéus experimentou mudanças em seu perfil econômico, movendo-se gradativamente de uma economia voltada ao abastecimento interno a uma economia de exportação. A nova feição regional estava inserida no contexto da recuperação econômica baiana experimentada entre o final do século XVIII e o início do século XIX, momento no qual Ilhéus passa a investir em açúcar, café e cacau. O projeto de dinamização econômica des…
A guerra indígena como afirmação da autonomia
O artigo trata da guerra empreendida pelos pataxós e botocudos no sul da Bahia, na segunda metade do século XIX, como uma das escolhas políticas levadas a cabo pelos indígenas no contexto da prática do plano de nacionalização dos índios e do avanço da fronteira da colonização regional, com o objetivo de garantir a sua permanência e autonomia no território. Palavras-chave: guerra; pataxós; botocudos; sul da Bahia
De inimigos a bons amigos? Os Camacã e o Barão Fernando Steigerno quadro da interiorização da colonização na província da Bahia
Este artigo trata das tensões sociopolíticas e das relações étnicas estabelecidas no processo da interiorização da colonização no sul baiano, durante a segunda metade do século XIX. O objetivo é analisar, por meio da correspondência particular do barão Fernando Steiger, a aliança que um grupo Camacã estabeleceu com o barão na expectativa de manter a sua segurança e a sua sobrevivência na região, que era, à época, objeto preferencial da colonizaçã…
A Colônia Nacional Agrícola Cachoeira De Ilhéus, Século Xix
Na segunda metade do século XIX, no sul da Bahia, o governo provincial e os particulares estavam envolvidos em expandir a fronteira agrícola e de ocupação. Contudo, a região era habitada pelos Camacã, Botocudo e Pataxó e parte deles impunha resistência ao avanço da colonização em seus territórios. Nesse processo, foi criada a colônia nacional agrícola Cachoeira de Ilhéus na estrada que ligava a vila de Ilhéus à vila da Vitória, comarcas de Ilhéus…
O aldeamento de ferradas e a ocupação territorial de Cachoeira de Itabuna
Ordem imperial e aldeamento indígena
O livro é uma pesquisa histórica de fôlego que trata das relações sociais e étnicas estabelecidas no século XIX pelos povos camacãns, pataxós, gueréns e outros grupos indígenas da região da Cachoeira de Itabuna e Ferradas (atual município de Itabuna/BA) com frades capuchinhos italianos, fazendeiros e autoridades provinciais. A autora busca compreender a criação e o desenvolvimento do aldeamento São Pedro de Alcântara (Ferradas) e o uso do trabalh…
Territorialização e trabalho
pela expansão das áreas interioranas do Brasil colonial e posteriormente imperial, apolítica indigenista foi aplicada, no Sul da Bahia, com vistas a atender as demandasgovernamentais acerca do trabalho indígena e de suas terras. Nesse escopo, oaldeamento São Pedro de Alcântara, instalado em Ferradas em 1814, configurou-secomo importante celeiro de mão de obra indígena para os trabalhos de aberturae conservação da estrada Ilhéus-Vitória. Os aldead…
De inimigos a bons amigos? Os Camacã e o Barão Fernando Steigerno quadro da interiorização da colonização na província da Bahia
Este artigo trata das tensões sociopolíticas e das relações étnicas estabelecidas no processo da interiorização da colonização no sul baiano, durante a segunda metade do século XIX. O objetivo é analisar, por meio da correspondência particular do barão Fernando Steiger, a aliança que um grupo Camacã estabeleceu com o barão na expectativa de manter a sua segurança e a sua sobrevivência na região, que era, à época, objeto preferencial da colonizaçã…
Territorialização e trabalho
pela expansão das áreas interioranas do Brasil colonial e posteriormente imperial, apolítica indigenista foi aplicada, no Sul da Bahia, com vistas a atender as demandasgovernamentais acerca do trabalho indígena e de suas terras. Nesse escopo, oaldeamento São Pedro de Alcântara, instalado em Ferradas em 1814, configurou-secomo importante celeiro de mão de obra indígena para os trabalhos de aberturae conservação da estrada Ilhéus-Vitória. Os aldead…
Territorialização e trabalho
pela expansão das áreas interioranas do Brasil colonial e posteriormente imperial, apolítica indigenista foi aplicada, no Sul da Bahia, com vistas a atender as demandasgovernamentais acerca do trabalho indígena e de suas terras. Nesse escopo, oaldeamento São Pedro de Alcântara, instalado em Ferradas em 1814, configurou-secomo importante celeiro de mão de obra indígena para os trabalhos de aberturae conservação da estrada Ilhéus-Vitória. Os aldead…
O aldeamento de ferradas e a ocupação territorial de Cachoeira de Itabuna
Ordem imperial e aldeamento indígena
O livro é uma pesquisa histórica de fôlego que trata das relações sociais e étnicas estabelecidas no século XIX pelos povos camacãns, pataxós, gueréns e outros grupos indígenas da região da Cachoeira de Itabuna e Ferradas (atual município de Itabuna/BA) com frades capuchinhos italianos, fazendeiros e autoridades provinciais. A autora busca compreender a criação e o desenvolvimento do aldeamento São Pedro de Alcântara (Ferradas) e o uso do trabalh…
A Colônia Nacional Agrícola Cachoeira De Ilhéus, Século Xix
Na segunda metade do século XIX, no sul da Bahia, o governo provincial e os particulares estavam envolvidos em expandir a fronteira agrícola e de ocupação. Contudo, a região era habitada pelos Camacã, Botocudo e Pataxó e parte deles impunha resistência ao avanço da colonização em seus territórios. Nesse processo, foi criada a colônia nacional agrícola Cachoeira de Ilhéus na estrada que ligava a vila de Ilhéus à vila da Vitória, comarcas de Ilhéus…
A guerra indígena como afirmação da autonomia
O artigo trata da guerra empreendida pelos pataxós e botocudos no sul da Bahia, na segunda metade do século XIX, como uma das escolhas políticas levadas a cabo pelos indígenas no contexto da prática do plano de nacionalização dos índios e do avanço da fronteira da colonização regional, com o objetivo de garantir a sua permanência e autonomia no território. Palavras-chave: guerra; pataxós; botocudos; sul da Bahia
De inimigos a bons amigos? Os Camacã e o Barão Fernando Steigerno quadro da interiorização da colonização na província da Bahia
Este artigo trata das tensões sociopolíticas e das relações étnicas estabelecidas no processo da interiorização da colonização no sul baiano, durante a segunda metade do século XIX. O objetivo é analisar, por meio da correspondência particular do barão Fernando Steiger, a aliança que um grupo Camacã estabeleceu com o barão na expectativa de manter a sua segurança e a sua sobrevivência na região, que era, à época, objeto preferencial da colonizaçã…
Trajetória histórica e protagonismos dos tupinambás no sul da Bahia
O sul da Bahia compreende uma região de extremo conflito de terras envolvendo diversos setores da sociedade regional e os povos indígenas habitantes dessa região, com destaque aos litígios em torno da demarcação da Terra Indígena Tupinambá de Olivença, em curso. Terra Indígena essa, reconhecida e delimitada pela agência indigenista (FUNAI), por meio do vínculo que os tupinambás de Olivença guardam com o aldeamento colonial Nossa Senhora da Escada…
Apresentação - Dossiê História Indígena na Bahia
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