Maria Cecilia Boechat
Biographic Data
| ID | 1031207 |
|---|---|
| NAME | Maria Cecilia Boechat |
| GIVEN NAMES | Maria Cecilia |
| FAMILY NAME | Boechat |
| SIGNATURE | BOECHAT M C |
| VERIFIED | No |
| TOTAL WORKS | 12 |
| TOTAL CITATIONS | 0 |
| WORKS AS AUTHOR | 12 |
| WORKS AS EDITOR | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2005 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2018 |
| H-INDEX | 0 |
Metonímia e realismo em “A enxada”, de Bernardo Élis
Análise do conto “A enxada”, de Bernardo Élis, publicado em Veranico de janeiro (1966) e tornado antológico por Alfredo Bosi, que o selecionou para compor sua coletânea O conto brasileiro contemporâneo (1975). A análise procura mostrar um dos procedimentos estruturantes da narrativa, que consiste no recorrente e variado uso da metonímia. A relação entre essa figura de linguagem e o realismo literário foi estudada por linguistas como Román Jakobso…
Formas do conto romântico no Brasil
Análise da narrativa “Carlotinha da mangueira”, de autoria do poeta maranhense Gentil Homem de Almeida Braga, tendo em vista o uso de procedimentos poéticos. O breve comentário visa, ainda, a indicar a possibilidade de reconhecimento da existência de uma tradição propriamente romântica na história do conto moderno brasileiro
Da ação folhetinesca à cena intimista
Análise do conto “Camila – Memórias duma viagem”, de Casimiro de Abreu, visando a demonstrar que um procedimento fundamental do texto – a condução das ações da narrativa para o âmbito íntimo da personagem – estabelece um distanciamento crítico em relação aos modelos folhetinescos, com os quais a prosa romântica brasileira tem sido recorrentemente confundida
Creditos
Créditos
Créditos
Créditos
Créditos
A chinela turca”
Comentário ao conto “A chinela turca”, de Machado de Assis, tendo em vista a incorporação e transformação de procedimentos folhetinescos realizada pela narrativa. Afirma-se, então, o diálogo entre a literatura do autor e esse gênero de narrativas, intensamente traduzido e praticado por autores nacionais durante o século XIX
Créditos
Nota de Apresentação
A questão da especificidade literária na primeira História da Literatura Brasileira
Releitura da primeira História da literatura brasileira, defendendo a existência de uma teoria propriamente literária da literatura brasileira, o que a distingue de uma teoria da formação do povo brasileiro. Tentativa de demonstração de que, desde o início, nossa história da literatura dotou-se de exigências estéticas na eleição do corpus literário brasileiro
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A questão da especificidade literária na primeira História da Literatura Brasileira
Releitura da primeira História da literatura brasileira, defendendo a existência de uma teoria propriamente literária da literatura brasileira, o que a distingue de uma teoria da formação do povo brasileiro. Tentativa de demonstração de que, desde o início, nossa história da literatura dotou-se de exigências estéticas na eleição do corpus literário brasileiro
Nota de Apresentação
Créditos
A chinela turca”
Comentário ao conto “A chinela turca”, de Machado de Assis, tendo em vista a incorporação e transformação de procedimentos folhetinescos realizada pela narrativa. Afirma-se, então, o diálogo entre a literatura do autor e esse gênero de narrativas, intensamente traduzido e praticado por autores nacionais durante o século XIX
Créditos
Créditos
Créditos
Creditos
Créditos
Da ação folhetinesca à cena intimista
Análise do conto “Camila – Memórias duma viagem”, de Casimiro de Abreu, visando a demonstrar que um procedimento fundamental do texto – a condução das ações da narrativa para o âmbito íntimo da personagem – estabelece um distanciamento crítico em relação aos modelos folhetinescos, com os quais a prosa romântica brasileira tem sido recorrentemente confundida
Formas do conto romântico no Brasil
Análise da narrativa “Carlotinha da mangueira”, de autoria do poeta maranhense Gentil Homem de Almeida Braga, tendo em vista o uso de procedimentos poéticos. O breve comentário visa, ainda, a indicar a possibilidade de reconhecimento da existência de uma tradição propriamente romântica na história do conto moderno brasileiro
Metonímia e realismo em “A enxada”, de Bernardo Élis
Análise do conto “A enxada”, de Bernardo Élis, publicado em Veranico de janeiro (1966) e tornado antológico por Alfredo Bosi, que o selecionou para compor sua coletânea O conto brasileiro contemporâneo (1975). A análise procura mostrar um dos procedimentos estruturantes da narrativa, que consiste no recorrente e variado uso da metonímia. A relação entre essa figura de linguagem e o realismo literário foi estudada por linguistas como Román Jakobso…
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