Ana Kiffer
Biographic Data
| ID | 1034052 |
|---|---|
| NAME | Ana Kiffer |
| GIVEN NAMES | Ana |
| FAMILY NAME | Kiffer |
| SIGNATURE | KIFFER A |
| AFFILIATIONS | Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro |
| ORCID | 0000-0003-3382-9926 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 9 |
| TOTAL CITATIONS | 1 |
| WORKS AS AUTHOR | 9 |
| WORKS AS EDITOR | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2006 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2024 |
| H-INDEX | 1 |
O mundo treme por toda parte
O artigo relê o ensaio O pensamento do tremor (2014), de Edouard Glissant, e discute como a proposta de pensar no tremor (e não sobre o tremor) se aproxima das incertezas contemporâneas. Incertezas que serão abordadas aqui numa dupla vertente: nas suas relações com a forma-ensaio (e logo com um certo desvio dos pensamentos sistêmicos), e na hipótese subjacente a todo o texto, de que as incertezas se agudizam porque atravessamos um momento de muda…
Distopia, angústia de aniquilamento e a radical poética das relações
O presente artigo pensa a distopia sob a égide da angústia de aniquilamento (Mbembe, 2016), e busca refletir como tal noção desafia o surgimento de poéticas da relação (Glissant, 1990) como modo de criação dos espaços literário (Blanchot, 1955), utópico e heterotópico (Foucault, 2009) em sociedades cujo passado colonial, e as incursões de cunho autoritário, perpetraram-se ao longo de séculos, como é o caso da sociedade brasileira. A hipótese prim…
A dança expandida de Lia Rodrigues
Este artigo apresenta a trajetória da coreógrafa Lia Rodrigues (1956), mostrando como a artista sempre buscou alargar suas possibilidades de agir no mundo, para além da criação coreográfica, tornando-se porta-voz da classe da dança no Rio de Janeiro nos anos 1990, criadora do Festival Panorama e um nome de projeção internacional. O estudo mostra nascimento de sua companhia, seguido da transferência do grupo para a residência na favela da Maré, na…
Sobre o corpo inacabado em A pele que habito
O presente artigo busca levantar algumas questões relativas à noção de "humano" e ao humanismoocidental moderno a partir do questionamento acerca das noções de sexo e gênero. Para tal discussão, toma-secomo intercessores o filme de Pedro Almodóvar A pele que habito e alguns trabalhos da artista plástica LouiseBourgeois, explorado por Almodóvar neste longa-metragem, no intuito não de uma análise conceitual dosmesmos, mas de pensar a partir das man…
Comment peut-on être philosophe… au Brésil
Numéro spécial coordonné par Vinicius de Figueiredo, Ana Kiffer et Stéphane Pujol
Meu corpo a vossa fome
DOI: 10.12957/periferia.2011.3409 O artigo procura formular o que seria um pensamento da fome nas obras de Glauber Rocha e de Antonin Artaud – constituindo, por um lado, uma subversão da noção de antropofagia e por outro, uma força viva capaz de arrastar as balizas bem assentadas do pensamento ocidental. Tanto num caso como noutro, a fome aparece como potência transformadora
Entre o Ó e o Tato
O artigo busca traçar um diálogo entre o recente ensaio literário Ó, de Nuno Ramos, e o ensaio filosófico Tato, de Jean-Luc Nancy, tendo como horizonte de discussão a questão do corpo e da linguagem. Como pano de fundo, o artigo se consuma também enquanto esforço de leitura sobre as questões do sentido e do corpo em algumas obras do filósofo francês Jean-Luc Nancy
Limites da escrita ou como fazer da escrita uma plástica poética
Esse trabalho pretende abordar a experiência do escritor Antonin Artaud (1896-1948) face ao que considerou serem os limites da escrita: seu impoder, suas palavras falhadas. Mostraremos como o escritor explora esses limites (vividos enquanto perda, ausência, impotência), de modo a fazer da própria escrita uma experiência de explosão dos seus quadros e enquadramentos, através do que nomeou desenhos-escritos
Corpo, memória, cadeia
Esse artigo busca re-visitar uma trajetória de estudo da obra Memórias do cárcere, de Graciliano Ramos (1892-1953). Pretende-se enfocar as relações entre a literatura (palavra, linguagem e discurso) e o corpo por meio da narrativa de memórias da cadeia. Esses quatro termos se entrelaçam para tentar, com a ajuda de Graciliano Ramos, fazer-nos refletir sobre o que pode o corpo na escrita
Entre o Ó e o Tato
O artigo busca traçar um diálogo entre o recente ensaio literário Ó, de Nuno Ramos, e o ensaio filosófico Tato, de Jean-Luc Nancy, tendo como horizonte de discussão a questão do corpo e da linguagem. Como pano de fundo, o artigo se consuma também enquanto esforço de leitura sobre as questões do sentido e do corpo em algumas obras do filósofo francês Jean-Luc Nancy
Corpo, memória, cadeia
Esse artigo busca re-visitar uma trajetória de estudo da obra Memórias do cárcere, de Graciliano Ramos (1892-1953). Pretende-se enfocar as relações entre a literatura (palavra, linguagem e discurso) e o corpo por meio da narrativa de memórias da cadeia. Esses quatro termos se entrelaçam para tentar, com a ajuda de Graciliano Ramos, fazer-nos refletir sobre o que pode o corpo na escrita
Limites da escrita ou como fazer da escrita uma plástica poética
Esse trabalho pretende abordar a experiência do escritor Antonin Artaud (1896-1948) face ao que considerou serem os limites da escrita: seu impoder, suas palavras falhadas. Mostraremos como o escritor explora esses limites (vividos enquanto perda, ausência, impotência), de modo a fazer da própria escrita uma experiência de explosão dos seus quadros e enquadramentos, através do que nomeou desenhos-escritos
Entre o Ó e o Tato
O artigo busca traçar um diálogo entre o recente ensaio literário Ó, de Nuno Ramos, e o ensaio filosófico Tato, de Jean-Luc Nancy, tendo como horizonte de discussão a questão do corpo e da linguagem. Como pano de fundo, o artigo se consuma também enquanto esforço de leitura sobre as questões do sentido e do corpo em algumas obras do filósofo francês Jean-Luc Nancy
Meu corpo a vossa fome
DOI: 10.12957/periferia.2011.3409 O artigo procura formular o que seria um pensamento da fome nas obras de Glauber Rocha e de Antonin Artaud – constituindo, por um lado, uma subversão da noção de antropofagia e por outro, uma força viva capaz de arrastar as balizas bem assentadas do pensamento ocidental. Tanto num caso como noutro, a fome aparece como potência transformadora
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Sobre o corpo inacabado em A pele que habito
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