Suzeley Kalil Mathia
Dados Biográficos
| ID | 116270 |
|---|---|
| NOME | Suzeley Kalil Mathia |
| PRENOMES | Suzeley Kalil |
| SOBRENOME | Mathia |
| ASSINATURA | MATHIA S K |
| VERIFICADO | Não |
| TOTAL DE OBRAS | 11 |
| TOTAL DE CITAÇÕES | 10 |
| TOTAL COMO AUTOR | 11 |
| TOTAL COMO EDITOR | 0 |
| PRIMEIRO ANO DE PUBLICAÇÃO | 2001 |
| ANO MAIS RECENTE DE PUBLICAÇÃO | 2022 |
| ÍNDICE H | 2 |
As Forças Armadas E O Despotismo Anão
A dentenção do general e ex-ditador chileno Augusto Pinochet, em Londres, em outrubro de 1998, e a recente reabertura do caso Riocentro, no Brasil, reacenderam a discução a respeito do papel desempenhado pelos militares na política latino-americana
A defesa da Amazônia e sua militarização
A disputa pelo controle sobre os recursos da Amazônia é intensa, particularmente com o acirramento crescente da competição hegemônica em escala global. Em geral, setores militares predominam na discussão sobre o que ameaça esse território. Tem-se como objetivo neste texto discutir criticamente o pensamento militar sobre a região, organizado em torno de cinco pressupostos: soberania; geopolítica; autopercepção de que apenas militares são compromet…
Defesa no Mercosul
O Mercosul, após 20 anos da sua criação, apresenta avanços no âmbito da defesa, mesmo não tendo enunciado esse objetivo na sua fundação. Trata-se de um dos mais sensíveis temas da política de um país. Assim, o caminho para a confiança mútua regional, iniciado com o Mercosul, segue com a Unasul e seu Conselho de Defesa. Tais mecanismos representam uma condição necessária para edificar bases sólidas de defesa e consolidar a autonomia sub-regional
Ser Soldado, Ser Mulher
Neste texto, discutimos a incorporação das mulheres às Forças Armadas dos países do chamado Mercosul ampliado, buscando identificar elementos que expliquem essa "nova" frente de trabalho. Trata-se deum estudo exploratório e comparativo especificamente sobre a "mulher soldado", os desafios e as dificuldades que tal profissão, sempre masculina e altamente viril, lhes coloca
Política militar del Gobierno de Rousseff
Este artículo busca responder cómo las operaciones de garantía del orden encajan en la política militar del Gobierno de Dilma Rousseff y cómo tales misiones se relacionan con la implantación de las Unidades de Policía Pacificadora (UPP), actual atributo de la seguridad pública del gobierno carioca y, por extensión, el brasilero. ¿Las misiones de las Fuerzas Armadas brasileras refuerzan o están en conflicto con la política exterior del país? Para …
O Serviço de Informações e a cultura do segredo
Neste texto revisitamos a formação dos serviços de inteligência no Brasil e sua adaptação à cultura do segredo. Também avaliamos como a existência de serviços de inteligência no interior das forças armadas modificaram a estratégia de atuação castrense no âmbito interno, utilizando como exemplo a campanha Marajoara, terceira empreitada militar na guerrilha do Araguaia
Venezuela
Neste texto, apresentam-se dados objetivando avaliar o processo de construção dademocracia no seio da Revolução Bolivariana, proposta pelo mandatário venezuelano, HugoChávez. Para tanto, analisou-se as ConstituiçÃμes de 1961 e 1999 daquele Estado, a fim deconstatar rupturas e continuidades que se revelassem e quais inovaçÃμes existiam nessaproposta. Pà ́de-se concluir que, embora a nova proposta bolivariana apresente maiorpreocupação com os aspec…
O militarismo no Uruguai
Desde muito cedo, ainda no século XIX, o Uruguai vem desenvolvendo uma política democrática baseada na educação, ao que pode ser creditado o afastamento das suas Forças Armadas da participação política. Entretanto, o sistema partidário, essencial para o desenvolvimento da democracia, não foi suficientemente forte para manter os militares completamente afastados do governo, vivendo o país momentos de militarismo. O propósito deste trabalho é repas…
Autonomia na lei
O objetivo do presente trabalho é analisar as diferenças entre função, missão e papel das Forças Armadas nas Cartas Constitucionais brasileiras, de 1824 a 1988. A hipótese discutida é que a disjunção consagrada constitucionalmente entre Lei e Ordem consolida uma limitação à democracia ao autorizar intervenções das Forças Armadas para além da Lei. Argumentamos que a autonomia militar, garantida pelas Cartas, dificulta sobremaneira a subordinação m…
Apontamentos à análise da reforma militar na transição espanhola
Neste texto, revisitamos o processo político espanhol recente, enfatizando as questões relativas às Forças Armadas (FFAA), buscando compreender desde a formação destas Forças antes da ditadura de Francisco Franco, passando por esta e chegando aos dias de hoje, quando parece que as reformas promovidas ao longo dos últimos 30 anos, resultaram na incorporação definitiva das FFAA à democracia
A guerra revolucionária acabou
Segundo a maior parte da media não existe alternativa ao capitalismo, ao globalismo no qual tudo se subordina ao consumo, ao virtual, ao capital financeiro, ao discurso único e unidimensional. Apesar disso, aqui e ali surgem vozes dissonantes, a nos lembrar que sem utopia, sem luta e dor, não é possível encontrar o que Marx chamou de gênero humano. É nesta linha de posicionamento que Saint-Pierre retoma um tema antigo, mas negligenciado por intel…
Autonomia na lei
O objetivo do presente trabalho é analisar as diferenças entre função, missão e papel das Forças Armadas nas Cartas Constitucionais brasileiras, de 1824 a 1988. A hipótese discutida é que a disjunção consagrada constitucionalmente entre Lei e Ordem consolida uma limitação à democracia ao autorizar intervenções das Forças Armadas para além da Lei. Argumentamos que a autonomia militar, garantida pelas Cartas, dificulta sobremaneira a subordinação m…
Política militar del Gobierno de Rousseff
Este artículo busca responder cómo las operaciones de garantía del orden encajan en la política militar del Gobierno de Dilma Rousseff y cómo tales misiones se relacionan con la implantación de las Unidades de Policía Pacificadora (UPP), actual atributo de la seguridad pública del gobierno carioca y, por extensión, el brasilero. ¿Las misiones de las Fuerzas Armadas brasileras refuerzan o están en conflicto con la política exterior del país? Para …
A guerra revolucionária acabou
Segundo a maior parte da media não existe alternativa ao capitalismo, ao globalismo no qual tudo se subordina ao consumo, ao virtual, ao capital financeiro, ao discurso único e unidimensional. Apesar disso, aqui e ali surgem vozes dissonantes, a nos lembrar que sem utopia, sem luta e dor, não é possível encontrar o que Marx chamou de gênero humano. É nesta linha de posicionamento que Saint-Pierre retoma um tema antigo, mas negligenciado por intel…
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Neste texto revisitamos a formação dos serviços de inteligência no Brasil e sua adaptação à cultura do segredo. Também avaliamos como a existência de serviços de inteligência no interior das forças armadas modificaram a estratégia de atuação castrense no âmbito interno, utilizando como exemplo a campanha Marajoara, terceira empreitada militar na guerrilha do Araguaia
O militarismo no Uruguai
Desde muito cedo, ainda no século XIX, o Uruguai vem desenvolvendo uma política democrática baseada na educação, ao que pode ser creditado o afastamento das suas Forças Armadas da participação política. Entretanto, o sistema partidário, essencial para o desenvolvimento da democracia, não foi suficientemente forte para manter os militares completamente afastados do governo, vivendo o país momentos de militarismo. O propósito deste trabalho é repas…
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Neste texto, revisitamos o processo político espanhol recente, enfatizando as questões relativas às Forças Armadas (FFAA), buscando compreender desde a formação destas Forças antes da ditadura de Francisco Franco, passando por esta e chegando aos dias de hoje, quando parece que as reformas promovidas ao longo dos últimos 30 anos, resultaram na incorporação definitiva das FFAA à democracia
A guerra revolucionária acabou
Segundo a maior parte da media não existe alternativa ao capitalismo, ao globalismo no qual tudo se subordina ao consumo, ao virtual, ao capital financeiro, ao discurso único e unidimensional. Apesar disso, aqui e ali surgem vozes dissonantes, a nos lembrar que sem utopia, sem luta e dor, não é possível encontrar o que Marx chamou de gênero humano. É nesta linha de posicionamento que Saint-Pierre retoma um tema antigo, mas negligenciado por intel…
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Venezuela
Neste texto, apresentam-se dados objetivando avaliar o processo de construção dademocracia no seio da Revolução Bolivariana, proposta pelo mandatário venezuelano, HugoChávez. Para tanto, analisou-se as ConstituiçÃμes de 1961 e 1999 daquele Estado, a fim deconstatar rupturas e continuidades que se revelassem e quais inovaçÃμes existiam nessaproposta. Pà ́de-se concluir que, embora a nova proposta bolivariana apresente maiorpreocupação com os aspec…
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Desde muito cedo, ainda no século XIX, o Uruguai vem desenvolvendo uma política democrática baseada na educação, ao que pode ser creditado o afastamento das suas Forças Armadas da participação política. Entretanto, o sistema partidário, essencial para o desenvolvimento da democracia, não foi suficientemente forte para manter os militares completamente afastados do governo, vivendo o país momentos de militarismo. O propósito deste trabalho é repas…
Autonomia na lei
O objetivo do presente trabalho é analisar as diferenças entre função, missão e papel das Forças Armadas nas Cartas Constitucionais brasileiras, de 1824 a 1988. A hipótese discutida é que a disjunção consagrada constitucionalmente entre Lei e Ordem consolida uma limitação à democracia ao autorizar intervenções das Forças Armadas para além da Lei. Argumentamos que a autonomia militar, garantida pelas Cartas, dificulta sobremaneira a subordinação m…
O Serviço de Informações e a cultura do segredo
Neste texto revisitamos a formação dos serviços de inteligência no Brasil e sua adaptação à cultura do segredo. Também avaliamos como a existência de serviços de inteligência no interior das forças armadas modificaram a estratégia de atuação castrense no âmbito interno, utilizando como exemplo a campanha Marajoara, terceira empreitada militar na guerrilha do Araguaia
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Defesa no Mercosul
O Mercosul, após 20 anos da sua criação, apresenta avanços no âmbito da defesa, mesmo não tendo enunciado esse objetivo na sua fundação. Trata-se de um dos mais sensíveis temas da política de um país. Assim, o caminho para a confiança mútua regional, iniciado com o Mercosul, segue com a Unasul e seu Conselho de Defesa. Tais mecanismos representam uma condição necessária para edificar bases sólidas de defesa e consolidar a autonomia sub-regional
Ser Soldado, Ser Mulher
Neste texto, discutimos a incorporação das mulheres às Forças Armadas dos países do chamado Mercosul ampliado, buscando identificar elementos que expliquem essa "nova" frente de trabalho. Trata-se deum estudo exploratório e comparativo especificamente sobre a "mulher soldado", os desafios e as dificuldades que tal profissão, sempre masculina e altamente viril, lhes coloca
As Forças Armadas E O Despotismo Anão
A dentenção do general e ex-ditador chileno Augusto Pinochet, em Londres, em outrubro de 1998, e a recente reabertura do caso Riocentro, no Brasil, reacenderam a discução a respeito do papel desempenhado pelos militares na política latino-americana
A defesa da Amazônia e sua militarização
A disputa pelo controle sobre os recursos da Amazônia é intensa, particularmente com o acirramento crescente da competição hegemônica em escala global. Em geral, setores militares predominam na discussão sobre o que ameaça esse território. Tem-se como objetivo neste texto discutir criticamente o pensamento militar sobre a região, organizado em torno de cinco pressupostos: soberania; geopolítica; autopercepção de que apenas militares são compromet…
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