Laura Pérez Gil
Biographic Data
| ID | 126178 |
|---|---|
| NAME | Laura Pérez Gil |
| GIVEN NAMES | Laura Pérez |
| FAMILY NAME | Gil |
| SIGNATURE | GIL L P |
| AFFILIATIONS | Universidade Federal do Paraná |
| ORCID | 0000-0002-7366-2959 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 15 |
| TOTAL CITATIONS | 18 |
| AUTHOR COUNT | 15 |
| EDITOR COUNT | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 1970 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2024 |
| H-INDEX | 2 |
Timber Industry, Cosmopolitics, and Ontology of Trees in Peruvian Amazon
Since they were first contacted in the early 1960s, the Yaminawa people of Comunidad Nativa de Raya (Mapuya River, Peruvian Amazon) have been involved in the timber exploitation industry. Over the following decades, most of the Raya men were recruited to locate, cut, and transport valuable timber resources in the forest and even to become minor bosses within the habilitación system. This seems, in some way, contradictory with their sociocosmology…
Na casa das onças
Criada e formada em antropologia nos Estados Unidos, Esther Jean Langdon tem uma profunda experiência de trabalho de campo com os Siona na Amazônia colombiana e atua profissionalmente, há quatro décadas, na Universidade Federal de Santa Catarina, no sul do Brasil. Percorremos, no texto, a produção intelectual da autora, destacando as ressonâncias entre os assuntos em torno dos quais se articula a sua obra: saúde indígena, xamanismo e performance.…
Reflexiones sobre la curaduría decolonial
En este artículo se describe y analiza la exposición "Nhande Mbya Reko - Nosso jeito de ser guarani", llevada a cabo en el Museu de Arqueologia e Etnologia de la Universidade Federal do Paraná (Brasil) en 2018, y se realizan una serie reflexiones teóricas y propositivas acerca de la necesidad de transformar la cultura institucional y técnica en los museos según una perspectiva decolonial. Con una metodología cualitativa, se recolectó información …
Véxoa
Nessa entrevista, Naine Terena descreve sua experiência na produção curatorial da exposição de arte indígena Véxoa: nós sabemos, que esteve em cartaz na Pinacoteca de São Paulo entre outubro de 2020 e março de 2021, em plena pandemia de Covid-19. A artista e curadora indígena tece várias reflexões sobre o lugar da Arte Indígena Contemporânea no panorama artístico atual, a invisibilidade histórica das artes indígenas como efeito do processo coloni…
Exibir aquilo que deveria estar oculto
Em julho de 2018 foi inaugurada no Museu de Arqueologia e Etnologia da UFPR (MAE) a exposição Nhande Mbya Reko - Nosso jeito de ser guarani, fruto da colaboração entre o MAE e cinco comunidades guarani do litoral do Paraná. No curso do processo curatorial foi escolhido como eixo narrativo a distinção entre os objetos elaborados para a venda, voltados para o exterior, e os objetos que não devem ser vendidos, preservados no interior. Mostrar, como …
Prática extensionista em museus universitários
O Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade Federal do Paraná (MAE-UFPR) é o primeiro museu universitário tanto dessa universidade quanto do estado do Paraná. Ao longo do texto, fazemos um percurso na história do MAE-UFPR, tendo como fio condutor a transformação da sua atuação extensionista. Nas suas primeiras décadas de existência, o museu operava por meio de um entendimento segundo o qual seu papel social se baseava na externalização e d…
Introdução ao Dossiê Etnologia e Museus
Apresentação das discussões envolvidas na realização da I Semana de Antropologia e Museus na UFPR
Colecionismo, colonialismo e museus
Ensaio sobre duas exposições
Devenir otro, devenir pariente
During the masateada festivities the Yaminahua get together to consume mass quantities of masato, the fermented manioc-based drink that gives the festival its name. The music, dancing, and participation of loggers who work up the river mark these encounters in which families, who would normally be busy with their day-to-day chores in the housing complexes distributed along the flow of the river, get together to have a good time, dance, and flirt.…
Etnografia como antídoto
Políticas Públicas Em Contextos Escolares Indígenas
Esta pesquisa teve por objeto a alimentação escolar entre os Mbya Guarani que vivem na Ilha da Cotinha, litoral do Paraná, e foi orientada segundo o objetivo de desenvolver e aplicar instrumentos metodológicos adequados para um melhor conhecimento das circunstâncias nas quais o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) é executado em contextos de populações indígenas. Dessa forma, foi realizada uma etnografia da alimentação escolar procuran…
Políticas de Saúde, Pluralidade Terapêutica e Identidade na Amazônia
O propósito deste trabalho é realizar uma comparação entre os campos terapêuticos vivenciados por dois grupos pano: os Yaminawa (Departamento do Ucayali, Peru) e os Yawanawa (Acre, Brasil). Essa comparação levanta questões relevantes, na medida em que ambos os grupos, apesar de sua proximidade cultural, se encontram inseridos em realidades nacionais, sociais e políticas diferentes. As diferenças existentes não se limitam a questões derivadas de d…
O uso ritual da ayahuasca
Book review of O uso ritual da ayahuasca. Beatriz Caiuby Labate & Wladimyr Sena Araújo (editors). Campinas (São Paulo, Brazil): Mercado das Letras / FAPESP, 2002. 686 pp. ISBN 85 85725-91-5
O Saber é Estranho e Amargo - Sociologia e mitologia do conhecimento entre os Yaminawa
O artigo, baseado em pesquisa de campo entre vários grupos indígenas de língua Pano Yaminawa e Yawanawaocupa- se das idéias locais a respeito do conhecimento, do seu valor, da sua distribuição e transmissão, a partir, sobretudo, do comentário de alguns mitos. Para além de um saber cotidiano e não marcado que é transmitido informalmente pelos mesmos canais que criam o dia a dia da aldeia (especialmente a troca de alimentos) existe um outro saber m…
Los viajes y los dilemas del parentesco yaminawa (Amazonía peruana)
Sea para visitar a parientes radicados en aldeas lejanas, o sea para ir a conseguir trabajo a otros lugares o a comprar mercancías en la ciudad, los Yaminawa parecen estar impelidos a un continuo desplazarse. Argumento en este texto que este movimiento incesante por un espacio definido antes como social y afectivo que como geográfico, tiene como motor la experiencia dilemática del parentesco, que presenta dimensiones tanto productivas como social…
O Saber é Estranho e Amargo - Sociologia e mitologia do conhecimento entre os Yaminawa
O artigo, baseado em pesquisa de campo entre vários grupos indígenas de língua Pano Yaminawa e Yawanawaocupa- se das idéias locais a respeito do conhecimento, do seu valor, da sua distribuição e transmissão, a partir, sobretudo, do comentário de alguns mitos. Para além de um saber cotidiano e não marcado que é transmitido informalmente pelos mesmos canais que criam o dia a dia da aldeia (especialmente a troca de alimentos) existe um outro saber m…
Políticas de Saúde, Pluralidade Terapêutica e Identidade na Amazônia
O propósito deste trabalho é realizar uma comparação entre os campos terapêuticos vivenciados por dois grupos pano: os Yaminawa (Departamento do Ucayali, Peru) e os Yawanawa (Acre, Brasil). Essa comparação levanta questões relevantes, na medida em que ambos os grupos, apesar de sua proximidade cultural, se encontram inseridos em realidades nacionais, sociais e políticas diferentes. As diferenças existentes não se limitam a questões derivadas de d…
Véxoa
Nessa entrevista, Naine Terena descreve sua experiência na produção curatorial da exposição de arte indígena Véxoa: nós sabemos, que esteve em cartaz na Pinacoteca de São Paulo entre outubro de 2020 e março de 2021, em plena pandemia de Covid-19. A artista e curadora indígena tece várias reflexões sobre o lugar da Arte Indígena Contemporânea no panorama artístico atual, a invisibilidade histórica das artes indígenas como efeito do processo coloni…
Exibir aquilo que deveria estar oculto
Em julho de 2018 foi inaugurada no Museu de Arqueologia e Etnologia da UFPR (MAE) a exposição Nhande Mbya Reko - Nosso jeito de ser guarani, fruto da colaboração entre o MAE e cinco comunidades guarani do litoral do Paraná. No curso do processo curatorial foi escolhido como eixo narrativo a distinção entre os objetos elaborados para a venda, voltados para o exterior, e os objetos que não devem ser vendidos, preservados no interior. Mostrar, como …
Políticas Públicas Em Contextos Escolares Indígenas
Esta pesquisa teve por objeto a alimentação escolar entre os Mbya Guarani que vivem na Ilha da Cotinha, litoral do Paraná, e foi orientada segundo o objetivo de desenvolver e aplicar instrumentos metodológicos adequados para um melhor conhecimento das circunstâncias nas quais o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) é executado em contextos de populações indígenas. Dessa forma, foi realizada uma etnografia da alimentação escolar procuran…
Los viajes y los dilemas del parentesco yaminawa (Amazonía peruana)
Sea para visitar a parientes radicados en aldeas lejanas, o sea para ir a conseguir trabajo a otros lugares o a comprar mercancías en la ciudad, los Yaminawa parecen estar impelidos a un continuo desplazarse. Argumento en este texto que este movimiento incesante por un espacio definido antes como social y afectivo que como geográfico, tiene como motor la experiencia dilemática del parentesco, que presenta dimensiones tanto productivas como social…
O uso ritual da ayahuasca
Book review of O uso ritual da ayahuasca. Beatriz Caiuby Labate & Wladimyr Sena Araújo (editors). Campinas (São Paulo, Brazil): Mercado das Letras / FAPESP, 2002. 686 pp. ISBN 85 85725-91-5
O Saber é Estranho e Amargo - Sociologia e mitologia do conhecimento entre os Yaminawa
O artigo, baseado em pesquisa de campo entre vários grupos indígenas de língua Pano Yaminawa e Yawanawaocupa- se das idéias locais a respeito do conhecimento, do seu valor, da sua distribuição e transmissão, a partir, sobretudo, do comentário de alguns mitos. Para além de um saber cotidiano e não marcado que é transmitido informalmente pelos mesmos canais que criam o dia a dia da aldeia (especialmente a troca de alimentos) existe um outro saber m…
Políticas de Saúde, Pluralidade Terapêutica e Identidade na Amazônia
O propósito deste trabalho é realizar uma comparação entre os campos terapêuticos vivenciados por dois grupos pano: os Yaminawa (Departamento do Ucayali, Peru) e os Yawanawa (Acre, Brasil). Essa comparação levanta questões relevantes, na medida em que ambos os grupos, apesar de sua proximidade cultural, se encontram inseridos em realidades nacionais, sociais e políticas diferentes. As diferenças existentes não se limitam a questões derivadas de d…
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Esta pesquisa teve por objeto a alimentação escolar entre os Mbya Guarani que vivem na Ilha da Cotinha, litoral do Paraná, e foi orientada segundo o objetivo de desenvolver e aplicar instrumentos metodológicos adequados para um melhor conhecimento das circunstâncias nas quais o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) é executado em contextos de populações indígenas. Dessa forma, foi realizada uma etnografia da alimentação escolar procuran…
Etnografia como antídoto
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Introdução ao Dossiê Etnologia e Museus
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Ensaio sobre duas exposições
Prática extensionista em museus universitários
O Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade Federal do Paraná (MAE-UFPR) é o primeiro museu universitário tanto dessa universidade quanto do estado do Paraná. Ao longo do texto, fazemos um percurso na história do MAE-UFPR, tendo como fio condutor a transformação da sua atuação extensionista. Nas suas primeiras décadas de existência, o museu operava por meio de um entendimento segundo o qual seu papel social se baseava na externalização e d…
Exibir aquilo que deveria estar oculto
Em julho de 2018 foi inaugurada no Museu de Arqueologia e Etnologia da UFPR (MAE) a exposição Nhande Mbya Reko - Nosso jeito de ser guarani, fruto da colaboração entre o MAE e cinco comunidades guarani do litoral do Paraná. No curso do processo curatorial foi escolhido como eixo narrativo a distinção entre os objetos elaborados para a venda, voltados para o exterior, e os objetos que não devem ser vendidos, preservados no interior. Mostrar, como …
Véxoa
Nessa entrevista, Naine Terena descreve sua experiência na produção curatorial da exposição de arte indígena Véxoa: nós sabemos, que esteve em cartaz na Pinacoteca de São Paulo entre outubro de 2020 e março de 2021, em plena pandemia de Covid-19. A artista e curadora indígena tece várias reflexões sobre o lugar da Arte Indígena Contemporânea no panorama artístico atual, a invisibilidade histórica das artes indígenas como efeito do processo coloni…
Na casa das onças
Criada e formada em antropologia nos Estados Unidos, Esther Jean Langdon tem uma profunda experiência de trabalho de campo com os Siona na Amazônia colombiana e atua profissionalmente, há quatro décadas, na Universidade Federal de Santa Catarina, no sul do Brasil. Percorremos, no texto, a produção intelectual da autora, destacando as ressonâncias entre os assuntos em torno dos quais se articula a sua obra: saúde indígena, xamanismo e performance.…
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Since they were first contacted in the early 1960s, the Yaminawa people of Comunidad Nativa de Raya (Mapuya River, Peruvian Amazon) have been involved in the timber exploitation industry. Over the following decades, most of the Raya men were recruited to locate, cut, and transport valuable timber resources in the forest and even to become minor bosses within the habilitación system. This seems, in some way, contradictory with their sociocosmology…
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