Luiz Fernando Ferreira Sá
Biographic Data
| ID | 1318715 |
|---|---|
| NAME | Luiz Fernando Ferreira Sá |
| GIVEN NAMES | Luiz Fernando Ferreira |
| FAMILY NAME | Sá |
| SIGNATURE | SÁ L F F |
| AFFILIATIONS | Universidade Federal de Minas Gerais |
| ORCID | 0000-0001-9942-0520 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 21 |
| TOTAL CITATIONS | 1 |
| WORKS AS AUTHOR | 21 |
| WORKS AS EDITOR | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 1997 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2023 |
| H-INDEX | 1 |
Vita brevis, ars longa
The article deals with collecting in Utz (1989), by Bruce Chatwin. I read the fascination with collectors and collecting in the novel from and across two theoretical questions: (1) can objects enfold both a material status and an intangible effect as well as create an alternate narrative that would draw us away from commodification, objectification, and pathology? and (2) can the object confront us more with remnants of human life, with fragments…
The Curiosity of Things, Objects, and Subjects in Mark Haddon’s Novel of Incidents
I begin with a moment from Mark Haddon’s The Curious Incident of the Dog in the Night-time (2003) describing an encounter with things, in the form of an enumeration and a collection of sorts, where bodily, sensory, mental, and imaginative life are fused. Probing the porous boundaries, affinities, and frictions between contemporary subjects and objects, between bodies, special minds, and things, this essay develops novel approaches to notions of m…
Acts of Literature III
Terence Francis Eagleton (born 1943) is an English literary theorist, critic, and public intellectual. He is currently Distinguished Professor of English Literature at Lancaster University. Eagleton has published over forty books and he remains best known for Literary Theory: An Introduction (1983), which elucidated the emerging literary theory of the period. He has also been a prominent critic of postmodernism, publishing works such as The Illus…
A Ética Protestante E a Literatura Inglesa
O meu objetivo neste ensaio é isolar o caráter especificamente protestante da ética/estética de Milton em sua mudança da tradição para a inovação. Com Milton, a tarefa é duplamente difícil. O ressurgimento do Humanismo cristão no pensamento crítico contemporâneo parece coincidir com a defesa acadêmica de Milton contra seus detratores. Houve, consequentemente, uma tendência a recusar qualquer distinção entre fé em Milton e fé em Cristo
Collections in Atonement, Oranges Are Not the Only Fruit, Bring up the bodies, and Cloud Atlas
I will read the fascination with collectors and collecting in Ian McEwan’s Atonement (2001), Jeanette Winterson’s Oranges Are Not the Only Fruit (1985), Hilary Mantel’s Bring up the Bodies (2012), and David Mitchell’s Cloud Atlas (2004) regarding at least two theoretical questions. Can collected things and objects ever assist in the imagination of more satisfying social roles and identities? Can collecting material traces lead to an accurate or t…
Percursos critico-teóricos das listas na literatura
O presente artigo visa a problematizar os efeitos do uso de listas na literatura e serve para ampliar e esclarecer os limites formais e interpretativos da lista: questões relativas à denominação e à definição, questões de dimensão, questões relativas ao fechamento/abertura, questões relativas aos atos de leitura, questões hermenêuticas. E mais: A lista carrega o leitor para dentro ou para fora do texto literário ou quais seriam os pontos de parti…
The Lists of Paradise Regained
This article works from Madeleine Jeay's Le Commerce des Mots (2006), Umberto Eco's Infinity of Lists (2009), and Bernard Sève's Philosophie des Listes (2010) to understand the abundance of lists in John Milton's Paradise Regained. The lists in Paradise Regained emerge from the following conditions: the fantasy of chaos remaining an unfulfilled horizon, the complicated coherence among things escaping the worst disorder, and the tortuous cohesive …
Modo em karitiana
This research aims to increase the crosslinguistic knowledge about the categories mood within a study in a Brazilian indigenous language.The reason for this study is that there are not many reliable studies of this category in unfamiliar languages (Palmer, 2001).The object of study of this research is Karitiana language (Tupi family, Arikém subfamily) and the corpus analyzed here is composed by data from the miths and stories of this language as …
Acts of literature II
Interview with Stephen Jay Greenblatt
Living on or Textual Afterlife
Propomo-nos a ler Frankenstein de Mary Shelley como uma adaptação de Paradise Lost, de John Milton. Adaptação, na nossa leitura, se inicia na qualidade "palimpsestuosa" ou lógica suplementar inerente a este processo de criação, como teorizado por Julie Sanders e Linda Hutcheon, e chega ao momento em que um texto (Frankenstein), em face do evento de outro texto (Paradise Lost), tenta responder ou produzir uma contra-assinatura (Jacques Derrida). N…
Infinity and Voracity of Lists in John Milton's Paradise Lost
Taking a cue from Stanley Fish, the focus of this essay will be on the forms of "intangling" that read as a play of captivity and unboundedness, two apparently opposed notions that, nevertheless, underpin Milton's poetics. What we propose to look at here is how these terms are effected in the literary lists, inventories, catalogues and accumulations Milton consistently explores in Paradise Lost. More specifically, this essay argues that the parad…
Literatura e espaço épico
O presente artigo discute as questões associadas ao poema O paraíso perdido de John Milton e suas relações com as representações do espaço na tradição épica. Desenvolve-se também uma leitura contrapontística entre o espaço na tradição do poema épico clássico de Virgílio e Lucano, o espaço constituinte do império associado à tradição de Tasso e Camões e o espaço interiorizado do poema épico de Milton ("Paradise within
Dois Johns Correm Juntos
O objetivo deste artigo é trazer à luz os traços do poema épico de John Milton, Paradise Lost, no romance de John Updike, Rabbit, Run, e demonstrar como tais traços se manifestam como uma reflexão dos personagens miltonianos, bem como de suas ações, sobre o protagonista de Updike, Harry Angstrom. Nessa reflexão, a procura de Angstrom pode ser lida em conjunção com o paraíso interior de Milton. Palavras-chave: John Milton, John Updike, paraíso
Acts of Literature
Entrevista concedida por Stanley Fish a Luiz Fernando Ferreira Sá e Miriam Mansur
Gayatri Spivak leitora de Paradise Lost
Em Paradise Lost, de John Milton, épico e império se encontram dissociados. Contrário a muitas leituras tradicionais, essa escrita do início da Era Moderna inglesa intersecta o pensamento pós-colonial de várias maneiras. Ao usar o circuito pós-colonial de teoria e prática textual de Gayatri Spivak, este artigo desenvolve uma desleitura em contraponto desse texto de Milton: Paradise Lost poderá finalmente libertar-se de seu conteúdo colonial e lib…
Influência em “destinerrance”
O objetivo deste artigo é fazer um breve exame da presença de John Milton, poeta inglês do século XVII, nos romances de Machado de Assis. A presença miltoniana será analisada por meio de uma outra via de influência:d+estinerrance, um termo cunhado pelo filósofo Jacques Derrida, que con-funde destino, herança e errância. Isto é, a constituição da obra machadiana está (in)certamente ligada, não tão somente a WilliamShakespeare – o bardo de Stratfor…
Influência em “destinerrance”
O objetivo deste artigo é fazer um breve exame da presença de JohnMilton, poeta inglês do século XVII, nos romances de Machado de Assis. Apresença miltoniana será analisada por meio de uma outra via de influência:d+estinerrance, um termo cunhado pelo filósofo Jacques Derrida, quecon-funde destino, herança e errância. Isto é, a constituição da obramachadiana está (in)certamente ligada, não tão somente a WilliamShakespeare – o bardo de Stratford-up…
Encontrando Paraíso Perdido Numa Conversação Pós-Colonial
Ao usar o circuito pós-colonial de teoria e de prática textual de Edward Said, Gayatri Spivak e Homi Bhabha este ensaio introduz a possibilidade de uma des-leitura contrapontista de um texto de Milton: Paraíso Perdido poderá finalmente libertar-se de seu conteúdo colonial e liberar seu conteúdo pós-colonial
The Visions of Orpheus in Milton's Lycidas
As alusões ao mito de Orfeu em "Lycidas" de John Milton serão analisadas pela perspectiva de um signo relacional. Uma vez que o poema apresenta olhares opostos e diferentes incorporados no seu texto, a reescrita renascentista do mito de Orfeu será associada às mudanças de olhares, será acessada como a estrutura modeladora subjacente às transições entre um ponto de vista inocente e um ponto de vista iluminado e será pensada como uma tomada (fragme…
Mito em Mosaico
O termo "puiso de morte" usado no presente texto como sendo coextensivo a rememoraro e
O Mito De Orfeu Em "L'allegro", "Il Penseroso", E "Lycidas" - Um Prolegômeno
Nos poemas "L'Allegro", "Il Penseroso" e "Lycidas" de John Milton, as alusões ao mito de Orfeu serão analisadas através da perspectiva de um interpretante. A reescrita renascentista desse mito será associada às mudanças de vozes nos poemas; será examinada como uma organização modelar subjacente às transições de um ponto de vista inocente a uma visão iluminada, e será enfocada como uma configuração fragmentada de consciência no processo de definiç…
Infinity and Voracity of Lists in John Milton's Paradise Lost
Taking a cue from Stanley Fish, the focus of this essay will be on the forms of "intangling" that read as a play of captivity and unboundedness, two apparently opposed notions that, nevertheless, underpin Milton's poetics. What we propose to look at here is how these terms are effected in the literary lists, inventories, catalogues and accumulations Milton consistently explores in Paradise Lost. More specifically, this essay argues that the parad…
O Mito De Orfeu Em "L'allegro", "Il Penseroso", E "Lycidas" - Um Prolegômeno
Nos poemas "L'Allegro", "Il Penseroso" e "Lycidas" de John Milton, as alusões ao mito de Orfeu serão analisadas através da perspectiva de um interpretante. A reescrita renascentista desse mito será associada às mudanças de vozes nos poemas; será examinada como uma organização modelar subjacente às transições de um ponto de vista inocente a uma visão iluminada, e será enfocada como uma configuração fragmentada de consciência no processo de definiç…
Mito em Mosaico
O termo "puiso de morte" usado no presente texto como sendo coextensivo a rememoraro e
Encontrando Paraíso Perdido Numa Conversação Pós-Colonial
Ao usar o circuito pós-colonial de teoria e de prática textual de Edward Said, Gayatri Spivak e Homi Bhabha este ensaio introduz a possibilidade de uma des-leitura contrapontista de um texto de Milton: Paraíso Perdido poderá finalmente libertar-se de seu conteúdo colonial e liberar seu conteúdo pós-colonial
The Visions of Orpheus in Milton's Lycidas
As alusões ao mito de Orfeu em "Lycidas" de John Milton serão analisadas pela perspectiva de um signo relacional. Uma vez que o poema apresenta olhares opostos e diferentes incorporados no seu texto, a reescrita renascentista do mito de Orfeu será associada às mudanças de olhares, será acessada como a estrutura modeladora subjacente às transições entre um ponto de vista inocente e um ponto de vista iluminado e será pensada como uma tomada (fragme…
Influência em “destinerrance”
O objetivo deste artigo é fazer um breve exame da presença de John Milton, poeta inglês do século XVII, nos romances de Machado de Assis. A presença miltoniana será analisada por meio de uma outra via de influência:d+estinerrance, um termo cunhado pelo filósofo Jacques Derrida, que con-funde destino, herança e errância. Isto é, a constituição da obra machadiana está (in)certamente ligada, não tão somente a WilliamShakespeare – o bardo de Stratfor…
Influência em “destinerrance”
O objetivo deste artigo é fazer um breve exame da presença de JohnMilton, poeta inglês do século XVII, nos romances de Machado de Assis. Apresença miltoniana será analisada por meio de uma outra via de influência:d+estinerrance, um termo cunhado pelo filósofo Jacques Derrida, quecon-funde destino, herança e errância. Isto é, a constituição da obramachadiana está (in)certamente ligada, não tão somente a WilliamShakespeare – o bardo de Stratford-up…
Acts of Literature
Entrevista concedida por Stanley Fish a Luiz Fernando Ferreira Sá e Miriam Mansur
Gayatri Spivak leitora de Paradise Lost
Em Paradise Lost, de John Milton, épico e império se encontram dissociados. Contrário a muitas leituras tradicionais, essa escrita do início da Era Moderna inglesa intersecta o pensamento pós-colonial de várias maneiras. Ao usar o circuito pós-colonial de teoria e prática textual de Gayatri Spivak, este artigo desenvolve uma desleitura em contraponto desse texto de Milton: Paradise Lost poderá finalmente libertar-se de seu conteúdo colonial e lib…
Dois Johns Correm Juntos
O objetivo deste artigo é trazer à luz os traços do poema épico de John Milton, Paradise Lost, no romance de John Updike, Rabbit, Run, e demonstrar como tais traços se manifestam como uma reflexão dos personagens miltonianos, bem como de suas ações, sobre o protagonista de Updike, Harry Angstrom. Nessa reflexão, a procura de Angstrom pode ser lida em conjunção com o paraíso interior de Milton. Palavras-chave: John Milton, John Updike, paraíso
Literatura e espaço épico
O presente artigo discute as questões associadas ao poema O paraíso perdido de John Milton e suas relações com as representações do espaço na tradição épica. Desenvolve-se também uma leitura contrapontística entre o espaço na tradição do poema épico clássico de Virgílio e Lucano, o espaço constituinte do império associado à tradição de Tasso e Camões e o espaço interiorizado do poema épico de Milton ("Paradise within
Infinity and Voracity of Lists in John Milton's Paradise Lost
Taking a cue from Stanley Fish, the focus of this essay will be on the forms of "intangling" that read as a play of captivity and unboundedness, two apparently opposed notions that, nevertheless, underpin Milton's poetics. What we propose to look at here is how these terms are effected in the literary lists, inventories, catalogues and accumulations Milton consistently explores in Paradise Lost. More specifically, this essay argues that the parad…
Living on or Textual Afterlife
Propomo-nos a ler Frankenstein de Mary Shelley como uma adaptação de Paradise Lost, de John Milton. Adaptação, na nossa leitura, se inicia na qualidade "palimpsestuosa" ou lógica suplementar inerente a este processo de criação, como teorizado por Julie Sanders e Linda Hutcheon, e chega ao momento em que um texto (Frankenstein), em face do evento de outro texto (Paradise Lost), tenta responder ou produzir uma contra-assinatura (Jacques Derrida). N…
Modo em karitiana
This research aims to increase the crosslinguistic knowledge about the categories mood within a study in a Brazilian indigenous language.The reason for this study is that there are not many reliable studies of this category in unfamiliar languages (Palmer, 2001).The object of study of this research is Karitiana language (Tupi family, Arikém subfamily) and the corpus analyzed here is composed by data from the miths and stories of this language as …
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Interview with Stephen Jay Greenblatt
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This article works from Madeleine Jeay's Le Commerce des Mots (2006), Umberto Eco's Infinity of Lists (2009), and Bernard Sève's Philosophie des Listes (2010) to understand the abundance of lists in John Milton's Paradise Regained. The lists in Paradise Regained emerge from the following conditions: the fantasy of chaos remaining an unfulfilled horizon, the complicated coherence among things escaping the worst disorder, and the tortuous cohesive …
Collections in Atonement, Oranges Are Not the Only Fruit, Bring up the bodies, and Cloud Atlas
I will read the fascination with collectors and collecting in Ian McEwan’s Atonement (2001), Jeanette Winterson’s Oranges Are Not the Only Fruit (1985), Hilary Mantel’s Bring up the Bodies (2012), and David Mitchell’s Cloud Atlas (2004) regarding at least two theoretical questions. Can collected things and objects ever assist in the imagination of more satisfying social roles and identities? Can collecting material traces lead to an accurate or t…
Percursos critico-teóricos das listas na literatura
O presente artigo visa a problematizar os efeitos do uso de listas na literatura e serve para ampliar e esclarecer os limites formais e interpretativos da lista: questões relativas à denominação e à definição, questões de dimensão, questões relativas ao fechamento/abertura, questões relativas aos atos de leitura, questões hermenêuticas. E mais: A lista carrega o leitor para dentro ou para fora do texto literário ou quais seriam os pontos de parti…
A Ética Protestante E a Literatura Inglesa
O meu objetivo neste ensaio é isolar o caráter especificamente protestante da ética/estética de Milton em sua mudança da tradição para a inovação. Com Milton, a tarefa é duplamente difícil. O ressurgimento do Humanismo cristão no pensamento crítico contemporâneo parece coincidir com a defesa acadêmica de Milton contra seus detratores. Houve, consequentemente, uma tendência a recusar qualquer distinção entre fé em Milton e fé em Cristo
The Curiosity of Things, Objects, and Subjects in Mark Haddon’s Novel of Incidents
I begin with a moment from Mark Haddon’s The Curious Incident of the Dog in the Night-time (2003) describing an encounter with things, in the form of an enumeration and a collection of sorts, where bodily, sensory, mental, and imaginative life are fused. Probing the porous boundaries, affinities, and frictions between contemporary subjects and objects, between bodies, special minds, and things, this essay develops novel approaches to notions of m…
Acts of Literature III
Terence Francis Eagleton (born 1943) is an English literary theorist, critic, and public intellectual. He is currently Distinguished Professor of English Literature at Lancaster University. Eagleton has published over forty books and he remains best known for Literary Theory: An Introduction (1983), which elucidated the emerging literary theory of the period. He has also been a prominent critic of postmodernism, publishing works such as The Illus…
Vita brevis, ars longa
The article deals with collecting in Utz (1989), by Bruce Chatwin. I read the fascination with collectors and collecting in the novel from and across two theoretical questions: (1) can objects enfold both a material status and an intangible effect as well as create an alternate narrative that would draw us away from commodification, objectification, and pathology? and (2) can the object confront us more with remnants of human life, with fragments…
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