Esdras Araujo Arraes
Biographic Data
| ID | 1338055 |
|---|---|
| NAME | Esdras Araujo Arraes |
| GIVEN NAMES | Esdras Araujo |
| FAMILY NAME | Arraes |
| SIGNATURE | ARRAES E A |
| AFFILIATIONS | Universidade de São Paulo |
| ORCID | 0000-0003-0374-7401 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 11 |
| TOTAL CITATIONS | 11 |
| WORKS AS AUTHOR | 11 |
| WORKS AS EDITOR | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2013 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2021 |
| H-INDEX | 2 |
A aventura toponímica dos sertões das capitanias do Norte e do Estado do Maranhão
O artigo se propõe a reconstruir as paisagens pregressas dos sertões das capitanias do Norte e do Estado do Maranhão (capitanias do Piauí e Maranhão), entre os séculos XVI e XIX, a partir do cotejamento das toponímias relacionadas em fontes primárias cartográficas e manuscritas. Por meio dos topônimos é possível auferir e conferir que os sertões não se limitavam às imagens do vazio e da homogeneidade. Ao contrário, eles eram formados por paisagen…
Paisagem Na Arte
Reflete-se sobre a articulação entre a ideia de natureza e a representação da paisagem, em literatura e pintura, no período entre a segunda metade do século XVIII e as primeiras décadas do Oitocentos. Considera-se inicialmente o tratamento literário da paisagem feita pelo poeta alemão Johann Wolfgang von Goethe, com foco em seu romance epistolar Os sofrimentos do jovem Werther. A seguir, aborda-se o entendimento de Carl Gustav Carus sobre a paisa…
A estética do jardim na literatura
O artigo reflete sobre os discursos literários e visuais do jardim e da natureza que há em determinadas obras dos poetas e escritores Jacques Delille, Johann Wolfgang von Goethe e Edgar Allan Poe. Inicialmente apresenta-se uma bibliografia atual dedicada a interpretar as imbricações entre a literatura e a jardinagem para, em seguida, abordar a representação dos jardins no poema "Os jardins" (1782) de Delille, no romance As afinidades eletivas (18…
Jardim e paisagem entre a literatura e a filosofia da Época de Goethe
O artigo procura refletir sobre a articulação da ideia de natureza proposta na Goethezeit (Época de Goethe, 1749-1832) e sua representação em jardim e paisagem. Nesse período, natureza, paisagem e jardim tornaram-se temas de romances, tratados e críticas que pretendiam compreender a sociedade de então. Tendo isso em conta, a narrativa do ensaio inicialmente aborda as duas modalidades de jardim do século XVIII – jardim francês e jardim-paisagem – …
A apreensão sensível da natureza em Goethe e Humboldt
O texto busca interpretar as noções de natureza e paisagem em certas obras de Johann Wolfgang von Goethe e Alexandre von Humboldt. Para ambos, enquanto que a natureza seria a totalidade dos fenômenos naturais, a paisagem seria um fragmento dessa totalidade enquadrada pela experiência do olhar constantemente treinado. Assim, a paisagem, tanto para Goethe como para Humboldt, é formulada pelo desejo de apresenta-la segundo a dimensão estética, isto …
A paisagem e sua dimensão estética [The aesthetic dimension of landscape]
Os estudos que se dedicam à paisagem a compreendem como a materialização de relações entre o homem e o território. Por outro lado, a noção de paisagem abriga, desde sua origem, uma conotação estética, pensada como discurso valorativo da natureza. Assim, o objetivo desse artigo é mostrar a paisagem como categoria do pensamento e parte do campo reflexivo da disciplina Estética. Serão mencionados escritos de determinados filósofos empenhados em inte…
Do Maranhão à Bahia
Os sertões do Norte têm sido interpretados usualmente como espaços vazios e inertes em termos socioeconômicos. Na contramão dessa premissa, este artigo pretende expor sertões formados por territórios devidamente urbanizados segundo as políticas da Coroa portuguesa ou por meio de complexas relações sociais formuladas entre os moradores e os representantes do rei no território. Põe-se luz no entrecruzamento da documentação manuscrita e cartográfica…
Plantar povoações no território
A urbanização da capitania do Piauí acompanhou, desde finais do século XVII, um complexo processo negociado entre a Coroa portuguesa, os representantes régios, a rede clientelar urdida pela Casa da Torre e a população residente em seus sertões. O que antes era conteúdo dos sertões de Rodelas passou a construir-se como identidade territorial a partir da fundação da primeira freguesia, em 1697, dedicada a Nossa Senhora da Vitória. Estruturando-se d…
Entre reses e almas
O povoamento e a instituio da rede urbana dos sertes das capitanias do Norte surgiram com o apoio rgio ao duplo movimento realizado por criadores de gado e missionrios, a partir de meados do sculo 17. Sendo assim, este ensaio busca interpretar, por meio de evidncias materiais, como os encontros -simbiticos e/ou conflituosos -entre pecuria e catequese jesutica estruturaram os fenmenos urbano
Curral de reses, curral de almas introdução à urbanização dos "Certoens" das capitanias do Norte (séculos XVII-XIX)
Analisar como ocorreu a paulatina estruturação das redes urbanas (eclesiástica e civil) dos sertões das capitanias do Norte é o objetivo deste ensaio. Com foco nas zonas interiorizadas dos atuais estados que compõem a região Nordeste do Brasil, propõe-se a descortinar a política de urbanização de Portugal através da institucionalização de núcleos urbanos, estrategicamente locados no território, para o favorecimento do Estado luso e Igreja Católic…
Rio dos currais
Considerado como eixo de penetração e de expansão dos domínios americanos de Portugal, o rio São Francisco apresentou, ao longo do período colonial, uma particular experiência de urbanização em sua região e uma paisagem material derivadas de diferentes "encontros culturais". Partindo dessa premissa, este ensaio busca interpretar, por meio das evidências materiais deixadas no território (caminhos, pousos, fazendas, igrejas e povoações de distintos…
Plantar povoações no território
A urbanização da capitania do Piauí acompanhou, desde finais do século XVII, um complexo processo negociado entre a Coroa portuguesa, os representantes régios, a rede clientelar urdida pela Casa da Torre e a população residente em seus sertões. O que antes era conteúdo dos sertões de Rodelas passou a construir-se como identidade territorial a partir da fundação da primeira freguesia, em 1697, dedicada a Nossa Senhora da Vitória. Estruturando-se d…
Rio dos currais
Considerado como eixo de penetração e de expansão dos domínios americanos de Portugal, o rio São Francisco apresentou, ao longo do período colonial, uma particular experiência de urbanização em sua região e uma paisagem material derivadas de diferentes "encontros culturais". Partindo dessa premissa, este ensaio busca interpretar, por meio das evidências materiais deixadas no território (caminhos, pousos, fazendas, igrejas e povoações de distintos…
A paisagem e sua dimensão estética [The aesthetic dimension of landscape]
Os estudos que se dedicam à paisagem a compreendem como a materialização de relações entre o homem e o território. Por outro lado, a noção de paisagem abriga, desde sua origem, uma conotação estética, pensada como discurso valorativo da natureza. Assim, o objetivo desse artigo é mostrar a paisagem como categoria do pensamento e parte do campo reflexivo da disciplina Estética. Serão mencionados escritos de determinados filósofos empenhados em inte…
Do Maranhão à Bahia
Os sertões do Norte têm sido interpretados usualmente como espaços vazios e inertes em termos socioeconômicos. Na contramão dessa premissa, este artigo pretende expor sertões formados por territórios devidamente urbanizados segundo as políticas da Coroa portuguesa ou por meio de complexas relações sociais formuladas entre os moradores e os representantes do rei no território. Põe-se luz no entrecruzamento da documentação manuscrita e cartográfica…
Rio dos currais
Considerado como eixo de penetração e de expansão dos domínios americanos de Portugal, o rio São Francisco apresentou, ao longo do período colonial, uma particular experiência de urbanização em sua região e uma paisagem material derivadas de diferentes "encontros culturais". Partindo dessa premissa, este ensaio busca interpretar, por meio das evidências materiais deixadas no território (caminhos, pousos, fazendas, igrejas e povoações de distintos…
Curral de reses, curral de almas introdução à urbanização dos "Certoens" das capitanias do Norte (séculos XVII-XIX)
Analisar como ocorreu a paulatina estruturação das redes urbanas (eclesiástica e civil) dos sertões das capitanias do Norte é o objetivo deste ensaio. Com foco nas zonas interiorizadas dos atuais estados que compõem a região Nordeste do Brasil, propõe-se a descortinar a política de urbanização de Portugal através da institucionalização de núcleos urbanos, estrategicamente locados no território, para o favorecimento do Estado luso e Igreja Católic…
Entre reses e almas
O povoamento e a instituio da rede urbana dos sertes das capitanias do Norte surgiram com o apoio rgio ao duplo movimento realizado por criadores de gado e missionrios, a partir de meados do sculo 17. Sendo assim, este ensaio busca interpretar, por meio de evidncias materiais, como os encontros -simbiticos e/ou conflituosos -entre pecuria e catequese jesutica estruturaram os fenmenos urbano
Plantar povoações no território
A urbanização da capitania do Piauí acompanhou, desde finais do século XVII, um complexo processo negociado entre a Coroa portuguesa, os representantes régios, a rede clientelar urdida pela Casa da Torre e a população residente em seus sertões. O que antes era conteúdo dos sertões de Rodelas passou a construir-se como identidade territorial a partir da fundação da primeira freguesia, em 1697, dedicada a Nossa Senhora da Vitória. Estruturando-se d…
Do Maranhão à Bahia
Os sertões do Norte têm sido interpretados usualmente como espaços vazios e inertes em termos socioeconômicos. Na contramão dessa premissa, este artigo pretende expor sertões formados por territórios devidamente urbanizados segundo as políticas da Coroa portuguesa ou por meio de complexas relações sociais formuladas entre os moradores e os representantes do rei no território. Põe-se luz no entrecruzamento da documentação manuscrita e cartográfica…
A apreensão sensível da natureza em Goethe e Humboldt
O texto busca interpretar as noções de natureza e paisagem em certas obras de Johann Wolfgang von Goethe e Alexandre von Humboldt. Para ambos, enquanto que a natureza seria a totalidade dos fenômenos naturais, a paisagem seria um fragmento dessa totalidade enquadrada pela experiência do olhar constantemente treinado. Assim, a paisagem, tanto para Goethe como para Humboldt, é formulada pelo desejo de apresenta-la segundo a dimensão estética, isto …
A paisagem e sua dimensão estética [The aesthetic dimension of landscape]
Os estudos que se dedicam à paisagem a compreendem como a materialização de relações entre o homem e o território. Por outro lado, a noção de paisagem abriga, desde sua origem, uma conotação estética, pensada como discurso valorativo da natureza. Assim, o objetivo desse artigo é mostrar a paisagem como categoria do pensamento e parte do campo reflexivo da disciplina Estética. Serão mencionados escritos de determinados filósofos empenhados em inte…
Jardim e paisagem entre a literatura e a filosofia da Época de Goethe
O artigo procura refletir sobre a articulação da ideia de natureza proposta na Goethezeit (Época de Goethe, 1749-1832) e sua representação em jardim e paisagem. Nesse período, natureza, paisagem e jardim tornaram-se temas de romances, tratados e críticas que pretendiam compreender a sociedade de então. Tendo isso em conta, a narrativa do ensaio inicialmente aborda as duas modalidades de jardim do século XVIII – jardim francês e jardim-paisagem – …
Paisagem Na Arte
Reflete-se sobre a articulação entre a ideia de natureza e a representação da paisagem, em literatura e pintura, no período entre a segunda metade do século XVIII e as primeiras décadas do Oitocentos. Considera-se inicialmente o tratamento literário da paisagem feita pelo poeta alemão Johann Wolfgang von Goethe, com foco em seu romance epistolar Os sofrimentos do jovem Werther. A seguir, aborda-se o entendimento de Carl Gustav Carus sobre a paisa…
A estética do jardim na literatura
O artigo reflete sobre os discursos literários e visuais do jardim e da natureza que há em determinadas obras dos poetas e escritores Jacques Delille, Johann Wolfgang von Goethe e Edgar Allan Poe. Inicialmente apresenta-se uma bibliografia atual dedicada a interpretar as imbricações entre a literatura e a jardinagem para, em seguida, abordar a representação dos jardins no poema "Os jardins" (1782) de Delille, no romance As afinidades eletivas (18…
A aventura toponímica dos sertões das capitanias do Norte e do Estado do Maranhão
O artigo se propõe a reconstruir as paisagens pregressas dos sertões das capitanias do Norte e do Estado do Maranhão (capitanias do Piauí e Maranhão), entre os séculos XVI e XIX, a partir do cotejamento das toponímias relacionadas em fontes primárias cartográficas e manuscritas. Por meio dos topônimos é possível auferir e conferir que os sertões não se limitavam às imagens do vazio e da homogeneidade. Ao contrário, eles eram formados por paisagen…
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