Paula Huven
Biographic Data
| ID | 1351046 |
|---|---|
| NAME | Paula Huven |
| GIVEN NAMES | Paula |
| FAMILY NAME | Huven |
| SIGNATURE | HUVEN P |
| AFFILIATIONS | Universidade Federal de Minas Gerais |
| ORCID | 0000-0002-6637-8458 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 4 |
| TOTAL CITATIONS | 2 |
| WORKS AS AUTHOR | 4 |
| WORKS AS EDITOR | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2019 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2023 |
| H-INDEX | 1 |
Reativar o vivo, atravessar a floresta
A partir de variadas expressões poéticas – fotográfica, cinematográfica, pictórica e literária – proponho contornar a ideia de vivo. Minha série fotográfica Água viva desenha a aproximação de uma menina com as águas correntes da cachoeira. A criança entra em contato com a matéria do mundo e com o invisível da natureza, sem margens que os distingam. Naomi Kawase, em seu filme Floresta dos Lamentos, mostra-nos que atravessar a floresta é, necessari…
Da destruição à reativação do vivo
A explícita relação de exploração com a Terra desdobra-se no assalto das nossas subjetividades. Este artigo visa descrever essa relação principalmente a partir de um diálogo entre a cosmologia yanomami, por meio da obra literária A queda do céu, de Davi Kopenawa e Bruce Albert, e do trabalho fotográfico de Claudia Andujar, buscando compreender a arte como estratégia de resistência ao extrativismo da nossa pulsão vital e forte aliada para criação …
Claudia Andujar
Este artigo investiga, inicialmente, os modos pelos quais Claudia Andujar busca, a partir da construção de uma sintaxe imagética própria, representar os espíritos xapiri, da cosmologia Yanomami, visíveis apenas para os xamãs. Posteriormente, a partir do diálogo entre o modo de ver xamânico, descrito por Davi Kopenawa, e a teoria antropológica da arte de Alfred Gell, entende-se uma nova relação possível entre a fotografia de Andujar e os espíritos…
Que dizer da Paixão? A ampliação do sentido em G.H., de Lispector
A partir de um mergulho na escrita esboçada, composta por fragmentos, em A Paixão Segundo G.H., discutimos, sob o ponto de vista da semiótica peirciana, a expansão de sentido em Lispector por meio do que ela mesma chamou de Travessia do Oposto. Ao tornar-se mais abstrata linguisticamente, a autora consegue atingir e descrever sensações de forma a tocar intimamente seu interlocutor. A base semiótica explica, teoricamente, as aproximações da escrit…
Reativar o vivo, atravessar a floresta
A partir de variadas expressões poéticas – fotográfica, cinematográfica, pictórica e literária – proponho contornar a ideia de vivo. Minha série fotográfica Água viva desenha a aproximação de uma menina com as águas correntes da cachoeira. A criança entra em contato com a matéria do mundo e com o invisível da natureza, sem margens que os distingam. Naomi Kawase, em seu filme Floresta dos Lamentos, mostra-nos que atravessar a floresta é, necessari…
Da destruição à reativação do vivo
A explícita relação de exploração com a Terra desdobra-se no assalto das nossas subjetividades. Este artigo visa descrever essa relação principalmente a partir de um diálogo entre a cosmologia yanomami, por meio da obra literária A queda do céu, de Davi Kopenawa e Bruce Albert, e do trabalho fotográfico de Claudia Andujar, buscando compreender a arte como estratégia de resistência ao extrativismo da nossa pulsão vital e forte aliada para criação …
Que dizer da Paixão? A ampliação do sentido em G.H., de Lispector
A partir de um mergulho na escrita esboçada, composta por fragmentos, em A Paixão Segundo G.H., discutimos, sob o ponto de vista da semiótica peirciana, a expansão de sentido em Lispector por meio do que ela mesma chamou de Travessia do Oposto. Ao tornar-se mais abstrata linguisticamente, a autora consegue atingir e descrever sensações de forma a tocar intimamente seu interlocutor. A base semiótica explica, teoricamente, as aproximações da escrit…
Claudia Andujar
Este artigo investiga, inicialmente, os modos pelos quais Claudia Andujar busca, a partir da construção de uma sintaxe imagética própria, representar os espíritos xapiri, da cosmologia Yanomami, visíveis apenas para os xamãs. Posteriormente, a partir do diálogo entre o modo de ver xamânico, descrito por Davi Kopenawa, e a teoria antropológica da arte de Alfred Gell, entende-se uma nova relação possível entre a fotografia de Andujar e os espíritos…
Reativar o vivo, atravessar a floresta
A partir de variadas expressões poéticas – fotográfica, cinematográfica, pictórica e literária – proponho contornar a ideia de vivo. Minha série fotográfica Água viva desenha a aproximação de uma menina com as águas correntes da cachoeira. A criança entra em contato com a matéria do mundo e com o invisível da natureza, sem margens que os distingam. Naomi Kawase, em seu filme Floresta dos Lamentos, mostra-nos que atravessar a floresta é, necessari…
Da destruição à reativação do vivo
A explícita relação de exploração com a Terra desdobra-se no assalto das nossas subjetividades. Este artigo visa descrever essa relação principalmente a partir de um diálogo entre a cosmologia yanomami, por meio da obra literária A queda do céu, de Davi Kopenawa e Bruce Albert, e do trabalho fotográfico de Claudia Andujar, buscando compreender a arte como estratégia de resistência ao extrativismo da nossa pulsão vital e forte aliada para criação …
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