Ângela Alessandri Monteiro De Castro
Biographic Data
| ID | 1358241 |
|---|---|
| NAME | Ângela Alessandri Monteiro De Castro |
| GIVEN NAMES | Ângela Alessandri Monteiro |
| FAMILY NAME | De Castro |
| SIGNATURE | DE CASTRO Â A M |
| AFFILIATIONS | Universidade do Estado do Rio de Janeiro |
| ORCID | 0000-0002-2586-6789 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 8 |
| TOTAL CITATIONS | 0 |
| AUTHOR COUNT | 8 |
| EDITOR COUNT | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2019 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2024 |
| H-INDEX | 0 |
A outra praia da Moreninha
This article arises from the possibility of heritage education about the historical and cultural landmarks of one of the most important and controversial neighborhoods in the so-called Leopoldina Zone. Through this reflection, we aim to contribute to critical knowledge and the conscious appropriation by Penha communities of their heritage so that it is an indispensable factor in the process of sustainable preservation of these assets and in stren…
“Este nosso Portugal”
O conceito de representação, segundo Chartier (1998), se pauta em duas realidades distintas, mas que se interpenetram. Uma diz respeito às identidades coletivas, aos ritos, aos modos em que as instituições sociais se fundamentam. A outra se refere à identidade do sujeito, às formas de exibição individual e à avaliação desse indivíduo pelo grupo. Se representar significa dar visibilidade ao outro, historicamente, também significou silenciar o outr…
Aquela casa triste
Considerando a estrutura, a carga simbólica, uma certa incidência lexical e, sobretudo a temática, o presente artigo visa uma aproximação entre as narrativas “Maria Moisés”, de Camilo Castelo Branco e Uma Abelha na Chuva, de Carlos de Oliveira. Acreditamos que esse exercício seja bastante produtivo pois, embora a comparação entre a obra desses dois autores pareça já exaustiva em relação à argumentação teórico-crítica, há poucos estudos comparativ…
A ambição de ser o desejo do outro
O presente artigo procura interpelar as narrativas da experiência mestiça não só como produção de branqueamento, mas também como encenação de um estereótipo. Ambos encarnados na vivência da nossa família, refletindo tensões, modos e projetos de identidade nacional. A romantização da mestiçagem, lugar de produção, de fundação e de disseminação do desejo sempre insatisfeito de ser outro, marca o jogo de projeções, simulações e dissimulações da narr…
Da cosmovisão à cosmopercepção, deslocamentos políticos e a produção da corporeidade
O presente artigo pretende evidenciar como a escritora Paulina Chiziane, em O Alegre Canto da Perdiz, aborda as formas de produzir sensibilidades e corpos políticos que desafiam a brancura como experiência. Defendemos que os atos discursivos produzem corporeidade própria e realidade desejante. O leitor, diante da narrativa dos enleios que produzem a experiência como brancura, acaba por ter sua visão tensionada. Perseguindo uma via de desconstruçã…
Quem há de acreditar? – Um poema desconhecido de Florbela Espanca no Brasil
A partir da pesquisa sobre a presença de escritoras portuguesas na imprensa periódica brasileira, principalmente naquela dedicada à colônia portuguesa imigrante no Brasil, localizou-se um poema assinado por “Soror Saudade” na revista Portugal, dirigida literariamente por Rui Chianca. Discute-se a possibilidade de a autoria ser de Florbela Espanca. Primeira recepção de Florbela Espanca no Brasil. Possíveis ligações entre o diretor da revista e a e…
Os Crimes de Verdade
O presente artigo observa de que modo, usando o conhecimento adquirido em obras sobre criminosos verídicos, como Maria, não me mates que sou tua mãe (1848), em Memórias do Cárcere (1862), Camilo Castelo Branco comprova que boa parte da violência é cometida justamente por aqueles que deveriam proteger os cidadãos e que a cadeia era um mundo essencialmente habitado por pobres. A partir de um relato minucioso e, por vezes, lírico, Camilo comenta com…
Que delícia de mulher! – A brasileira na literatura dos oitocentos
Na literatura oitocentista, produzida tanto em Portugal como no Brasil, é possível encontrar vários exemplos de associações entre determinadas formas, cheiros, sabores e cores à mulher brasileira, resultando em uma imagem estereotipada e hipererotizada. Em obras como Coração, Cabeça e Estômago (1861), de Camilo Castelo Branco, O Cortiço (1890), de Aluísio de Azevedo e os Mysterios do Porto (1890-1891), de Gervásio Lobato, estas mulheres “mais que…
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