Leonardo Ferreira Kaltner
Biographic Data
| ID | 1363760 |
|---|---|
| NAME | Leonardo Ferreira Kaltner |
| GIVEN NAMES | Leonardo Ferreira |
| FAMILY NAME | Kaltner |
| SIGNATURE | KALTNER L F |
| AFFILIATIONS | Universidade Federal Fluminense |
| ORCID | 0000-0003-3690-3132 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 27 |
| TOTAL CITATIONS | 19 |
| AUTHOR COUNT | 27 |
| EDITOR COUNT | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2014 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2026 |
| H-INDEX | 3 |
Construição dos verbos actiuos: Uma interpretação historiográfica do pensamento linguístico de José de Anchieta (1595)
O artigo tem por objetivo debater o capítulo VIII da Arte de gramática da língua mais usado na costa do Brasil (1990 [1595]), de autoria de José de Anchieta (1534-1597), intitulado Da Construição dos verbos actiuos (Anchieta, 1990 [1595], fol. 36r-37v), que tem por tema específico a construção oracional com verbos ativos na língua tupinambá, que são descritos conforme a gramática latina humanística de seu clima intelectual, logo a gramática de An…
O conceito de sílaba em João de Barros (1540): The Concept of the Syllable in João de Barros (1540)
O artigo trata do conceito quinhentista de sílaba, que era o elemento fundamental da prosódia, na obra Gramática da língua portuguesa (Barros, 1540) de autoria do humanista João de Barros (c.1496-1570), considerada a primeira gramática humanística que descreveu a língua portuguesa. A obra de João de Barros teve uma possível recepção no pensamento linguístico de José de Anchieta (1534-1597), autor do primeiro texto gramatical escrito no território…
Perspectivas históricas nos estudos linguístico-gramaticais: Entrevista com Ricardo Cavaliere
Anchieta e a chegada da metalinguagem ao Brasil: Uma análise ecolinguística e historiográfica dos conceitos de nome e de verbo na Arte de gramática da língua mais usada na costa do Brasil (1595)
O tema do artigo é a análise da chegada da metalinguagem ao Brasil, na Arte de gramática da língua mais usada na costa do Brasil (Anchieta, 1990 [1595]), do missionário jesuíta e humanista do Renascimento S. José de Anchieta (1534 – 1597), cuja obra gramatical pode ser considerada a pedra angular da gramaticografia no Brasil. O fato de a gramática tratar de uma língua indígena pode ser objeto da política linguística da Década Internacional das Lí…
Folclore brasílico no segundo ato de na Festa de São Lourenço, de Anchieta (1587): Questões crítico-interpretativas e historiográficas
O artigo tem como objetivo debater questões interpretativas de exegese sobre o texto do auto Na Festa de São Lourenço, de 1587, escrito pelo missionário e humanista S. José de Anchieta (1534-1597), no contexto da América portuguesa quinhentista. A obra foi encenada na comunidade indígena de São Lourenço em Niterói, ainda no século XVI, e é um dos principais registros da produção intelectual do período colonial. Modernamente, o texto do autor foi …
A Carta De Piratininga (1554) E a Gramática De Anchieta: Intertextualidades Interpretativas
O artigo tem como tema o pensamento linguístico do missionário jesuíta e humanista do Renascimento José de Anchieta (1534-1597), que atuou na América portuguesa do século XVI, então colônia ultramarina do reino de Portugal. A fundamentação teórico-metodológica para a análise do pensamento linguístico de Anchieta é a disciplina de Historiografia da Linguística, pelo modelo koerniano de análise (Koerner, 2014; Swiggers, 2019), e o principal corpus …
Anchieta gramático: A ecologia do contato de línguas na América portuguesa e os fonemas [b] e [p] mediais e finais na língua tupinambá
Consiste o artigo em estudo historiográfico sobre a Arte de gramática da língua mais usada na costa do Brasil, cujo autor foi o missionário e humanista S. José de Anchieta (1534-1597). O estudo tem como tema a descrição do gramático quinhentista dos metaplasmos relacionados aos fonemas [b] e [p] mediais e finais na língua tupinambá, um dos temas do segundo capítulo de sua gramática missionária (ANCHIETA, 1595; ZWARTJES, 2011). Nossa investigação …
A obra de Julius Platzmann (1832-1902) e a Linguística Missionária no Brasil: Leitura crítica da descrição da passagem do fonema [r] a [n] na gramática de Anchieta
O filólogo-linguista e naturalista alemão Karl Julius Platzmann (1832-1902) foi um dos pesquisadores responsáveis por coligir, no século XIX, um corpus de textos com itens gramaticais e lexicais que formaram a base para a pesquisa no campo da Linguística Missionária, sobre a América Latina, uma das linhas de pesquisa da disciplina de Historiografia Linguística (SWIGGERS, 2013; 2019; ZWARTJES, 2011; BATISTA, 2019). Em recente artigo, Van Hal (2020…
Da Teologia à Filosofia: O Latim Como Instrumento Da Razão Na Obra De Du Marsaiso Instrumento Da Razão Na Obra De Du Marsais
O presente trabalho, que é um recorte pesquisa de doutorado ainda em fase inicial, consiste em uma breve análise da obra intitulada Exposition d'une méthode raisonnée pour apprendre la langue latine (Exposição de um método racional para aprender a língua latina) (1722), do gramático e filósofo francês César Chesneau Du Marsais (1676-1756). O filósofo que é o autor das obras Méthode raisonnée (1722), Traité des Tropes (1730), Principes de Grammair…
Ernesto Faria (1906-1952) e o Latim para a formação de filólogos e linguistas no Brasil do século XX: Análise Historiográfica
A Gramaticografia latina no Brasil é um dos temas de interesse da disciplina de Historiografia da Linguística (HL), em nosso contexto nacional. Em nosso texto, debateremos aspectos teórico-metodológicos, acerca da constituição de uma narrativa historiográfica sobre a história da gramática latina no Brasil, pelo modelo "koerniano", desenvolvido por Konrad Koerner (2014) e Pierre Swiggers (2013; 2019). Como modelo exemplar, para uma narrativa (meta…
Uma leitura filológica e historiográfica do conceito de gramática na obra de João de Barros (1540)
Consiste o artigo em um estudo filológico e historiográfico do conceito de gramática derivado da Gramática da língua portuguesa (BARROS, 1540), cujo autor foi o humanista português João de Barros (1496-1570). O excerto do texto em questão, sobre o conceito de gramática, que é o primeiro capítulo da obra, é analisado sob os critérios da Crítica Textual, como corpus. A análise tem como objetivo investigar como o gramático quinhentista definiu o con…
História do pensamento linguístico e das práticas gramaticais no Brasil: É Possível Periodizar
In the article, we discuss a didactic model for the periodization of the history of linguistic thought in Brazil, based on the theoretical-methodological model of Pierre Swiggers (2012; 2019; BATISTA, 2019; ALTMAN, 2019) and on periodization studies of the history of grammar, by Ricardo Cavaliere (2002; 2012). Our proposal, still in the development and theoretical debate phase (KALTNER, 2019, 2020a, 2020b), is to link the history of linguistic th…
Olhar Para O Futuro Pela História: Sobre a Implantação Da Língua Portuguesa No Brasil
O Plano de Ação da Praia (2021), que surgiu no âmbito da XIII Conferência de Chefes de Estado e de Governo da CPLP, realizado em Luanda, Angola, apresenta entre seus tópicos o fomento às “políticas públicas para a promoção da leitura”. Nesse sentido, debatemos, no presente artigo, como documentos históricos sobre a implantação da língua portuguesa no Brasil, por exemplo, podem servir como elementos de cooperação intercultural, para a promoção de …
Fenômenos Fonéticos E Composição De Verbos E Nomes: Uma Análise Externa E Interna Da Gramática De Anchieta (1595, 1, 6-8)
O presente artigo é derivado de conferência proferida por meio remoto na edição de 2021 do Linguistweets - Conferência Internacional de Linguística no Twitter, promovido pela Associação Brasileira de Linguística (Abralin). Nosso tema de debate é a Arte de gramática da língua mais usada na costa do Brasil (ANCHIETA, 1595), cujo autor é o missionário e humanista S. José de Anchieta, SJ (1534-1597). No artigo, dividimos em três partes nossas reflexõ…
O lugar da Gramática de Anchieta na história do pensamento linguístico no Brasil
O presente artigo, derivado de apresentação na série Abralin ao Vivo - Linguistas online, na mesa-redonda intitulada "Gramaticografia - teoria e método", é um relato dos resultados parciais do projeto de pesquisa Regna Brasillica: o Brasil quinhentista à luz da Historiografia da Linguística. O projeto Regna Brasillica é realizado no contexto do grupo de pesquisas "Filologia, línguas clássicas e línguas formadoras da cultura nacional" (CNPq/UFF), …
Gramáticas antigas: Popularizando a Historiografia Linguística no Instagram
O presente artigo é resultado de apresentação de trabalho no evento Abralin em Cena - Popularização da Linguística, realizado de maneira remota, no ano de 2021, pela Associação Brasileira de Linguística (Abralin). O texto vincula-se à Gramaticografia, a história da gramática, uma das linhas de pesquisa da Historiografia da Linguística (HL) (SWIGGERS, 2013; 2019), e tem como objeto de estudos o tema da popularização da linguística no Instagram, pe…
As fontes gramaticais e a divisão de conteúdos da De Institutione Grammatica Libri Tres (1572) de Manuel Álvares
No presente artigo, fruto de pesquisa desenvolvida no grupo de pesquisas Filologia, línguas clássicas e línguas formadoras da cultura nacional (FILIC/CNPq/UFF), no campo da Historiografia da Linguística, mais especificamente no campo da História da Gramática, ou Gramaticografia, investigamos a obra De Institutione Grammatica Libri Tres (1572) de Pe. Manuel Álvares, SJ (1526-1583). Iniciamos nosso texto com a contextualização da obra gramatical e …
Considerações sobre as fontes do pensamento linguístico de Anchieta: Intertextualidade gramatical
Consiste o presente estudo em debate sobre a validade do conceito de intertextualidade no âmbito da Historiografia da Linguística (HL), cuja discussão se dá a partir do modelo teórico-metodológico desenvolvido por Pierre Swiggers (2013, 2019). Como objeto de análise o fenômeno a ser observado é o pensamento linguístico de S. José de Anchieta, SJ (1534-1597), pela metalinguagem da Arte de gramática da língua mais usada na costa do Brasil (1595). E…
Considerações sobre a Gramática de Anchieta: Uso De Acentos
O presente artigo, derivado de apresentação no Abralin em Cena de 2021, tem como tema central a recepção do pensamento linguístico do humanismo renascentista europeu na América portuguesa, contexto em que foi escrita a Arte de gramática da língua mais usada na costa do Brasil (1595) de S. José de Anchieta, SJ (1534-1597). A gramática anchietana teve a sua provável redação entre os anos de 1554 e 1556, na capitania de São Vicente, e descreve a lín…
A gramática de Anchieta e a gramaticografia humanística renascentista
O presente artigo, derivado de apresentação na conferência Linguistweets, é um relato do projeto de pesquisa Regna Brasillica: o Brasil quinhentista à luz da Historiografia da Linguística, realizado no âmbito do grupo de pesquisas Filologia, línguas clássicas e línguas formadoras da cultura nacional (CNPq/UFF), vinculado ao Programa de Pós-graduação em Estudos de Linguagem da Universidade Federal Fluminense (Posling/UFF). O tema do artigo está re…
Comunidades de fala efêmeras: Uma leitura ecolinguística da carta de Caminha
O tema do presente artigo é uma leitura crítica e interpretativa da Carta de Pero Vaz de Caminha, de 1500, tendo por temática uma análise teórica do contato linguístico, por uma fundamentação a partir de dois campos interdisciplinares: a Historiografia da Linguística e a Ecolinguística. Para tal intento, valemo-nos do conceito de "comunidade de fala efêmera" (COUTO, 2016), analisando o relato do escrivão da armada de Cabral do contato entre indíg…
A Decima Classis do Schola Aquitanica (1583): Educação humanística renascentista à luz da Linguística Missionária
O presente artigo, derivado de apresentação de trabalho no congresso Interab/Abralin de 2021, tem por objetivo analisar, pela Historiografia da Linguística e pela Linguística Missionária, a décima classe do documento conhecido por Schola Aquitanica (1583), escrito em latim clássico, na variante humanística renascentista francesa. O documento educacional é o plano de estudos do colégio renascentista de Guiena, na França absolutista, que foi admini…
Monumenta Anchietana à luz da historiografia linguística: O trabalho filológico de Pe. Armando Cardoso, SJ (1906-2002)
Discuto neste artigo a obra filológica de Armando Cardoso na edição dos Monumenta Anchietana, sua pesquisa com manuscritos e outras fontes documentais, o processo de tradução e a organização da coleção. O modelo teórico para essa análise, a partir da Historiografia Linguística, é o proposto por Pierre Swiggers (2013), pelo qual debato a 'dimensão heurística' da obra de Anchieta. Monumenta Anchietana é uma coleção de obras de S. José de Anchieta, …
Gaspar da Índia: O língua e o Brasil quinhentista
A partir dos fundamentos teórico-metodológicos da Historiografia Linguística (SWIGGERS, 2012; KOERNER, 1996), tecemos uma narrativa meta-historiográfica para descrição e análise dos relatos sobre o língua Gaspar da Índia, intérprete que veio na esquadra de Pedro Álvares Cabral ao Brasil, em 1500 (LIPINER, 1987). Nosso intuito é buscar identificar o perfil dos intérpretes e o pensamento linguístico derivado das expedições na era das navegações, no…
As ideias linguísticas no discurso De Liberalium Artium Studiis (1548)
Debatemos as ideias linguísticas no humanismo renascentista português (1485-1596), que influiu no Brasil quinhentista. Neste contexto, se desenvolveu a educação humanística de S. José de Anchieta (1534-1597), que fora aluno do Real Colégio das Artes de Coimbra. Analisamos as ideias linguísticas da época a partir de um discurso proferido em latim pelo humanista Arnaldo Fabrício (FABRÍCIO, 2011), na véspera de abertura do ano letivo do Real Colégio…
Gaspar da Índia: O língua e o Brasil quinhentista
A partir dos fundamentos teórico-metodológicos da Historiografia Linguística (SWIGGERS, 2012; KOERNER, 1996), tecemos uma narrativa meta-historiográfica para descrição e análise dos relatos sobre o língua Gaspar da Índia, intérprete que veio na esquadra de Pedro Álvares Cabral ao Brasil, em 1500 (LIPINER, 1987). Nosso intuito é buscar identificar o perfil dos intérpretes e o pensamento linguístico derivado das expedições na era das navegações, no…
As ideias linguísticas no discurso De Liberalium Artium Studiis (1548)
Debatemos as ideias linguísticas no humanismo renascentista português (1485-1596), que influiu no Brasil quinhentista. Neste contexto, se desenvolveu a educação humanística de S. José de Anchieta (1534-1597), que fora aluno do Real Colégio das Artes de Coimbra. Analisamos as ideias linguísticas da época a partir de um discurso proferido em latim pelo humanista Arnaldo Fabrício (FABRÍCIO, 2011), na véspera de abertura do ano letivo do Real Colégio…
Monumenta Anchietana à luz da historiografia linguística: O trabalho filológico de Pe. Armando Cardoso, SJ (1906-2002)
Discuto neste artigo a obra filológica de Armando Cardoso na edição dos Monumenta Anchietana, sua pesquisa com manuscritos e outras fontes documentais, o processo de tradução e a organização da coleção. O modelo teórico para essa análise, a partir da Historiografia Linguística, é o proposto por Pierre Swiggers (2013), pelo qual debato a 'dimensão heurística' da obra de Anchieta. Monumenta Anchietana é uma coleção de obras de S. José de Anchieta, …
O lugar da Gramática de Anchieta na história do pensamento linguístico no Brasil
O presente artigo, derivado de apresentação na série Abralin ao Vivo - Linguistas online, na mesa-redonda intitulada "Gramaticografia - teoria e método", é um relato dos resultados parciais do projeto de pesquisa Regna Brasillica: o Brasil quinhentista à luz da Historiografia da Linguística. O projeto Regna Brasillica é realizado no contexto do grupo de pesquisas "Filologia, línguas clássicas e línguas formadoras da cultura nacional" (CNPq/UFF), …
Gramáticas antigas: Popularizando a Historiografia Linguística no Instagram
O presente artigo é resultado de apresentação de trabalho no evento Abralin em Cena - Popularização da Linguística, realizado de maneira remota, no ano de 2021, pela Associação Brasileira de Linguística (Abralin). O texto vincula-se à Gramaticografia, a história da gramática, uma das linhas de pesquisa da Historiografia da Linguística (HL) (SWIGGERS, 2013; 2019), e tem como objeto de estudos o tema da popularização da linguística no Instagram, pe…
Latim E Ciência: Perspectivas Na Tradução Do Latim Científico
Consiste o presente artigo em um estudo sobre as perspectivas interdisciplinares que se apresentam na tradução de textos científicos, tendo como eixo de debate os Estudos de Tradução, a Linguística Textual e a Língua Latina. Apresentamos a tradução de um excerto da Historia Naturalis Palmarum (História Natural das Palmeiras), escrita no século XIX, pelo botânico Carl Friedrich Philipp von Martius (1794 – 1868), um dos pioneiros na descrição da fl…
O latim na colonização do Brasil Quinhentista
No presente artigo, analisamos a história do uso e do ensino de Latim no contexto do Humanismo renascentista português e sua influência no Brasil quinhentista, como instrumento de colonização linguística para a América portuguesa. Para essa análise, selecionamos um excerto da obra novilatina De Gestis Mendi de Saa (Sobre os feitos de Mem de Sá), escrita no Brasil pelo missionário jesuíta José de Anchieta
Gaspar da Índia: O língua e o Brasil quinhentista
A partir dos fundamentos teórico-metodológicos da Historiografia Linguística (SWIGGERS, 2012; KOERNER, 1996), tecemos uma narrativa meta-historiográfica para descrição e análise dos relatos sobre o língua Gaspar da Índia, intérprete que veio na esquadra de Pedro Álvares Cabral ao Brasil, em 1500 (LIPINER, 1987). Nosso intuito é buscar identificar o perfil dos intérpretes e o pensamento linguístico derivado das expedições na era das navegações, no…
As ideias linguísticas no discurso De Liberalium Artium Studiis (1548)
Debatemos as ideias linguísticas no humanismo renascentista português (1485-1596), que influiu no Brasil quinhentista. Neste contexto, se desenvolveu a educação humanística de S. José de Anchieta (1534-1597), que fora aluno do Real Colégio das Artes de Coimbra. Analisamos as ideias linguísticas da época a partir de um discurso proferido em latim pelo humanista Arnaldo Fabrício (FABRÍCIO, 2011), na véspera de abertura do ano letivo do Real Colégio…
Monumenta Anchietana à luz da historiografia linguística: O trabalho filológico de Pe. Armando Cardoso, SJ (1906-2002)
Discuto neste artigo a obra filológica de Armando Cardoso na edição dos Monumenta Anchietana, sua pesquisa com manuscritos e outras fontes documentais, o processo de tradução e a organização da coleção. O modelo teórico para essa análise, a partir da Historiografia Linguística, é o proposto por Pierre Swiggers (2013), pelo qual debato a 'dimensão heurística' da obra de Anchieta. Monumenta Anchietana é uma coleção de obras de S. José de Anchieta, …
As fontes gramaticais e a divisão de conteúdos da De Institutione Grammatica Libri Tres (1572) de Manuel Álvares
No presente artigo, fruto de pesquisa desenvolvida no grupo de pesquisas Filologia, línguas clássicas e línguas formadoras da cultura nacional (FILIC/CNPq/UFF), no campo da Historiografia da Linguística, mais especificamente no campo da História da Gramática, ou Gramaticografia, investigamos a obra De Institutione Grammatica Libri Tres (1572) de Pe. Manuel Álvares, SJ (1526-1583). Iniciamos nosso texto com a contextualização da obra gramatical e …
Considerações sobre as fontes do pensamento linguístico de Anchieta: Intertextualidade gramatical
Consiste o presente estudo em debate sobre a validade do conceito de intertextualidade no âmbito da Historiografia da Linguística (HL), cuja discussão se dá a partir do modelo teórico-metodológico desenvolvido por Pierre Swiggers (2013, 2019). Como objeto de análise o fenômeno a ser observado é o pensamento linguístico de S. José de Anchieta, SJ (1534-1597), pela metalinguagem da Arte de gramática da língua mais usada na costa do Brasil (1595). E…
Considerações sobre a Gramática de Anchieta: Uso De Acentos
O presente artigo, derivado de apresentação no Abralin em Cena de 2021, tem como tema central a recepção do pensamento linguístico do humanismo renascentista europeu na América portuguesa, contexto em que foi escrita a Arte de gramática da língua mais usada na costa do Brasil (1595) de S. José de Anchieta, SJ (1534-1597). A gramática anchietana teve a sua provável redação entre os anos de 1554 e 1556, na capitania de São Vicente, e descreve a lín…
A gramática de Anchieta e a gramaticografia humanística renascentista
O presente artigo, derivado de apresentação na conferência Linguistweets, é um relato do projeto de pesquisa Regna Brasillica: o Brasil quinhentista à luz da Historiografia da Linguística, realizado no âmbito do grupo de pesquisas Filologia, línguas clássicas e línguas formadoras da cultura nacional (CNPq/UFF), vinculado ao Programa de Pós-graduação em Estudos de Linguagem da Universidade Federal Fluminense (Posling/UFF). O tema do artigo está re…
Comunidades de fala efêmeras: Uma leitura ecolinguística da carta de Caminha
O tema do presente artigo é uma leitura crítica e interpretativa da Carta de Pero Vaz de Caminha, de 1500, tendo por temática uma análise teórica do contato linguístico, por uma fundamentação a partir de dois campos interdisciplinares: a Historiografia da Linguística e a Ecolinguística. Para tal intento, valemo-nos do conceito de "comunidade de fala efêmera" (COUTO, 2016), analisando o relato do escrivão da armada de Cabral do contato entre indíg…
A Decima Classis do Schola Aquitanica (1583): Educação humanística renascentista à luz da Linguística Missionária
O presente artigo, derivado de apresentação de trabalho no congresso Interab/Abralin de 2021, tem por objetivo analisar, pela Historiografia da Linguística e pela Linguística Missionária, a décima classe do documento conhecido por Schola Aquitanica (1583), escrito em latim clássico, na variante humanística renascentista francesa. O documento educacional é o plano de estudos do colégio renascentista de Guiena, na França absolutista, que foi admini…
Olhar Para O Futuro Pela História: Sobre a Implantação Da Língua Portuguesa No Brasil
O Plano de Ação da Praia (2021), que surgiu no âmbito da XIII Conferência de Chefes de Estado e de Governo da CPLP, realizado em Luanda, Angola, apresenta entre seus tópicos o fomento às “políticas públicas para a promoção da leitura”. Nesse sentido, debatemos, no presente artigo, como documentos históricos sobre a implantação da língua portuguesa no Brasil, por exemplo, podem servir como elementos de cooperação intercultural, para a promoção de …
Fenômenos Fonéticos E Composição De Verbos E Nomes: Uma Análise Externa E Interna Da Gramática De Anchieta (1595, 1, 6-8)
O presente artigo é derivado de conferência proferida por meio remoto na edição de 2021 do Linguistweets - Conferência Internacional de Linguística no Twitter, promovido pela Associação Brasileira de Linguística (Abralin). Nosso tema de debate é a Arte de gramática da língua mais usada na costa do Brasil (ANCHIETA, 1595), cujo autor é o missionário e humanista S. José de Anchieta, SJ (1534-1597). No artigo, dividimos em três partes nossas reflexõ…
O lugar da Gramática de Anchieta na história do pensamento linguístico no Brasil
O presente artigo, derivado de apresentação na série Abralin ao Vivo - Linguistas online, na mesa-redonda intitulada "Gramaticografia - teoria e método", é um relato dos resultados parciais do projeto de pesquisa Regna Brasillica: o Brasil quinhentista à luz da Historiografia da Linguística. O projeto Regna Brasillica é realizado no contexto do grupo de pesquisas "Filologia, línguas clássicas e línguas formadoras da cultura nacional" (CNPq/UFF), …
Gramáticas antigas: Popularizando a Historiografia Linguística no Instagram
O presente artigo é resultado de apresentação de trabalho no evento Abralin em Cena - Popularização da Linguística, realizado de maneira remota, no ano de 2021, pela Associação Brasileira de Linguística (Abralin). O texto vincula-se à Gramaticografia, a história da gramática, uma das linhas de pesquisa da Historiografia da Linguística (HL) (SWIGGERS, 2013; 2019), e tem como objeto de estudos o tema da popularização da linguística no Instagram, pe…
Uma leitura filológica e historiográfica do conceito de gramática na obra de João de Barros (1540)
Consiste o artigo em um estudo filológico e historiográfico do conceito de gramática derivado da Gramática da língua portuguesa (BARROS, 1540), cujo autor foi o humanista português João de Barros (1496-1570). O excerto do texto em questão, sobre o conceito de gramática, que é o primeiro capítulo da obra, é analisado sob os critérios da Crítica Textual, como corpus. A análise tem como objetivo investigar como o gramático quinhentista definiu o con…
História do pensamento linguístico e das práticas gramaticais no Brasil: É Possível Periodizar
In the article, we discuss a didactic model for the periodization of the history of linguistic thought in Brazil, based on the theoretical-methodological model of Pierre Swiggers (2012; 2019; BATISTA, 2019; ALTMAN, 2019) and on periodization studies of the history of grammar, by Ricardo Cavaliere (2002; 2012). Our proposal, still in the development and theoretical debate phase (KALTNER, 2019, 2020a, 2020b), is to link the history of linguistic th…
Folclore brasílico no segundo ato de na Festa de São Lourenço, de Anchieta (1587): Questões crítico-interpretativas e historiográficas
O artigo tem como objetivo debater questões interpretativas de exegese sobre o texto do auto Na Festa de São Lourenço, de 1587, escrito pelo missionário e humanista S. José de Anchieta (1534-1597), no contexto da América portuguesa quinhentista. A obra foi encenada na comunidade indígena de São Lourenço em Niterói, ainda no século XVI, e é um dos principais registros da produção intelectual do período colonial. Modernamente, o texto do autor foi …
A Carta De Piratininga (1554) E a Gramática De Anchieta: Intertextualidades Interpretativas
O artigo tem como tema o pensamento linguístico do missionário jesuíta e humanista do Renascimento José de Anchieta (1534-1597), que atuou na América portuguesa do século XVI, então colônia ultramarina do reino de Portugal. A fundamentação teórico-metodológica para a análise do pensamento linguístico de Anchieta é a disciplina de Historiografia da Linguística, pelo modelo koerniano de análise (Koerner, 2014; Swiggers, 2019), e o principal corpus …
Anchieta gramático: A ecologia do contato de línguas na América portuguesa e os fonemas [b] e [p] mediais e finais na língua tupinambá
Consiste o artigo em estudo historiográfico sobre a Arte de gramática da língua mais usada na costa do Brasil, cujo autor foi o missionário e humanista S. José de Anchieta (1534-1597). O estudo tem como tema a descrição do gramático quinhentista dos metaplasmos relacionados aos fonemas [b] e [p] mediais e finais na língua tupinambá, um dos temas do segundo capítulo de sua gramática missionária (ANCHIETA, 1595; ZWARTJES, 2011). Nossa investigação …
A obra de Julius Platzmann (1832-1902) e a Linguística Missionária no Brasil: Leitura crítica da descrição da passagem do fonema [r] a [n] na gramática de Anchieta
O filólogo-linguista e naturalista alemão Karl Julius Platzmann (1832-1902) foi um dos pesquisadores responsáveis por coligir, no século XIX, um corpus de textos com itens gramaticais e lexicais que formaram a base para a pesquisa no campo da Linguística Missionária, sobre a América Latina, uma das linhas de pesquisa da disciplina de Historiografia Linguística (SWIGGERS, 2013; 2019; ZWARTJES, 2011; BATISTA, 2019). Em recente artigo, Van Hal (2020…
Da Teologia à Filosofia: O Latim Como Instrumento Da Razão Na Obra De Du Marsaiso Instrumento Da Razão Na Obra De Du Marsais
O presente trabalho, que é um recorte pesquisa de doutorado ainda em fase inicial, consiste em uma breve análise da obra intitulada Exposition d'une méthode raisonnée pour apprendre la langue latine (Exposição de um método racional para aprender a língua latina) (1722), do gramático e filósofo francês César Chesneau Du Marsais (1676-1756). O filósofo que é o autor das obras Méthode raisonnée (1722), Traité des Tropes (1730), Principes de Grammair…
Ernesto Faria (1906-1952) e o Latim para a formação de filólogos e linguistas no Brasil do século XX: Análise Historiográfica
A Gramaticografia latina no Brasil é um dos temas de interesse da disciplina de Historiografia da Linguística (HL), em nosso contexto nacional. Em nosso texto, debateremos aspectos teórico-metodológicos, acerca da constituição de uma narrativa historiográfica sobre a história da gramática latina no Brasil, pelo modelo "koerniano", desenvolvido por Konrad Koerner (2014) e Pierre Swiggers (2013; 2019). Como modelo exemplar, para uma narrativa (meta…
O conceito de sílaba em João de Barros (1540): The Concept of the Syllable in João de Barros (1540)
O artigo trata do conceito quinhentista de sílaba, que era o elemento fundamental da prosódia, na obra Gramática da língua portuguesa (Barros, 1540) de autoria do humanista João de Barros (c.1496-1570), considerada a primeira gramática humanística que descreveu a língua portuguesa. A obra de João de Barros teve uma possível recepção no pensamento linguístico de José de Anchieta (1534-1597), autor do primeiro texto gramatical escrito no território…
Perspectivas históricas nos estudos linguístico-gramaticais: Entrevista com Ricardo Cavaliere
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